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Portaria

SIT nº313/12

“Todo trabalho em altura começa no solo”


Objetivo do Treinamento

 Garantir a integridade física;


 Difundir as técnica de
segurança para o trabalho em
altura;
 Aumentar a Qualidade e a
Produtividade
Trabalho em Altura?

Considera-se trabalho em altura toda atividade


executada acima 2,00m (dois metros) do nível
inferior, onde haja risco de queda.
Atividade em Altura

Umas das principais causas de acidentes


de trabalho graves e fatais.
Os riscos de queda em altura existem em
vários ramos de atividades e diversas
tarefas.
Atividade em Altura

Anualmente no mundo:
337 milhões de acidentes;
2,3 milhões óbitos;
No Brasil a Cada 03 horas morre 01
trabalhador por acidente do trabalho ou
doença ocupacional.
Exemplos de locais de Risco de Quedas:
NR 35 – Trabalho em
Altura
No dia 27 de março de 2012, foi
publicada a Portaria nº 313, a nova
Norma Regulamentadora 35, com o
objetivo de estabelecer os requisitos
mínimos e as medidas de proteção
para o trabalho em altura, com o
grande foco na gestão de segurança.
PREVENÇÃO DE ACIDENTES
 Em virtude do que diz a Lei, devemos em primeiro lugar
utilizar todo conhecimento para eliminar os riscos de
acidentes, fazendo uso dos equipamentos de proteção
coletiva (EPC). Não sendo possível, lançamos o uso do
EPI.
 Por isso não basta darmos somente o cinto de
segurança para o funcionário, devemos assegurar que
independente do uso do cinto de segurança ele estará
seguro, uma vez que é previsível que o funcionário não
use o cinto de segurança na execução do serviço.
TÉCNICAS DE PREVENÇÃO DE QUEDAS
1 – Redução do tempo de exposição ao risco: transferir o que for
possível a fim de que o serviço possa ser executado no solo,
eliminando o risco. Ex: peças pré-moldadas;
2- Impedir a queda: eliminar o risco através da concepção e
organização do trabalho na obra. Ex: colocação de guarda- corpo;
3 – Limitar a queda: se a queda for impossível, deve-se recorrer as
proteções que a limitem. Ex: redes de proteção;
4 – Proteção Individual: se não for possível a adoção de medidas
que reduzam o tempo de exposição, impeçam ou limitem a
queda de pessoas, deve-se recorrer a equipamentos de proteção
individual. Ex: cinto de segurança.
OS EPC’s MAIS UTILIZADOS NA PREVENÇÃO DE
QUEDA DE TRABALHOS EM ALTURA
 Plataforma provisória e bandeja de proteção;
 Trava-quedas e cabo de aço guia;
 Guarda-corpo;
 Cadeira suspensa;
 Andaime suspenso;
 Andaimes tubulares;
 Escadas, passarelas, rampas;
NORMAS E REGULAMENTOS APLICÁVEIS

35.2.1 Cabe ao empregador:


a) garantir a implementação das medidas de proteção estabelecidas nesta Norma;
35
b) assegurar a realização da Análise de Risco - AR e, quando aplicável,
a emissão da Permissão de Trabalho - PT;
c) desenvolver procedimento operacional para as atividades rotineiras de trabalho em altura;
d) assegurar a realização de avaliação prévia das condições no local do trabalho em altura, pelo estudo,
planejamento e implementação das ações e das medidas complementares de segurança aplicáveis;
e) adotar as providências necessárias para acompanhar o cumprimento das medidas de proteção
estabelecidas nesta Norma pelas empresas contratadas;
f) garantir aos trabalhadores informações atualizadas sobre os riscos e as medidas de controle;
g) garantir que qualquer trabalho em altura só se inicie depois de adotadas as medidas de proteção
definidas nesta Norma;
h) assegurar a suspensão dos trabalhos em altura quando verificar situação ou condição de risco não
prevista, cuja eliminação ou neutralização imediata não seja possível;
i) estabelecer uma sistemática de autorização dos trabalhadores para trabalho em altura;
j) assegurar que todo trabalho em altura seja realizado sob supervisão, cuja forma será definida pela
análise de riscos de acordo com as peculiaridades da atividade;
k) assegurar a organização e o arquivamento da documentação prevista nesta Norma.
NORMAS E REGULAMENTOS APLICÁVEIS

35.2.2 Cabe aos trabalhadores:


35
a) cumprir as disposições legais e regulamentares sobre trabalho em altura,
inclusive os procedimentos expedidos pelo empregador;
b) colaborar com o empregador na implementação das disposições contidas
nesta Norma;
c) interromper suas atividades exercendo o direito de recusa, sempre que
constatarem evidências de riscos graves e iminentes para sua segurança e
saúde ou a de outras pessoas, comunicando imediatamente o fato a seu
superior hierárquico, que diligenciará as medidas cabíveis;
d) zelar pela sua segurança e saúde e a de outras pessoas que possam ser
afetadas por suas ações ou omissões no trabalho.

Demais normas aplicáveis, deverão ser observadas a fim de garantir seu cumprimento.
ACIDENTES TÍPICOS

PRINCIPAIS CAUSAS DE ACIDENTES

Ato Inseguro

Condição Insegura
ACIDENTES TÍPICOS

Ato Inseguro
São atitudes, atos, ações ou comportamentos do trabalhador contrários às
normas de segurança.

"Segundo as estatísticas correntes, cerca de 80% do total dos acidentes são


oriundos do próprio trabalhador, portanto os atos inseguros no trabalho
provocam a grande maioria dos acidentes, podendo também ser classificado
como as falhas humanas, atribuídas aos trabalhadores"

Exemplos:
 Descumprir as regras e procedimentos de segurança
 Não usar o EPI
 Não ancorar o cinto de segurança
 Trabalhar sob efeito de álcool e/ou drogas
 Operar máquinas e equipamentos sem habilitação
 Distrair-se ou realizar brincadeiras durante o trabalho
 Utilizar ferramentas inadequadas
 Expor-se a riscos desnecessários
ACIDENTES TÍPICOS
ACIDENTES TÍPICOS
ACIDENTES TÍPICOS

Condição Insegura
São deficiências, defeitos ou irregularidades técnicas nas instalações físicas,
máquinas e equipamentos que presentes no ambiente geram riscos de
acidentes.

Exemplos:
Falta de guarda-corpo em patamares
Falta de pontos de ancoragem
Falta de treinamento
Não fornecimento de EPI adequado
Escadas inadequadas
Falta de sinalização
Equipamentos e/ou ferramentas defeituosas
ACIDENTES TÍPICOS
PREVENÇÃO DE QUEDAS DE ALTURA
No ramo da construção civil, 42% dos acidentes graves do
trabalho se deve a queda de altura elevadas.
PRINCIPAIS CAUSAS:
 Perda de equilíbrio do trabalhador a beira do espaço, sem
proteção. (escorregão, passo em falso etc.);
PREVENÇÃO DE QUEDAS DE ALTURA

PRINCIPAIS CAUSAS:

 Falta de proteção:
PREVENÇÃO DE QUEDAS DE ALTURA
PRINCIPAIS CAUSAS:

 Falta de uma instalação ou de um dispositivo de proteção.


(Quebra de suporte ou ruptura de cabo de aço).
PREVENÇÃO DE QUEDAS DE ALTURA
PRINCIPAIS CAUSAS:

 Método impróprio de trabalho:


PREVENÇÃO DE QUEDAS DE ALTURA
PRINCIPAIS CAUSAS:

 Trabalhador não apto ao trabalho em altura (problemas


de saúde).
PREVENÇÃO DE QUEDAS DE ALTURA
ANDAIMES:
 Devem ser construídos, amarrados em estruturas e contraventados, de modo a
suportar a carga as quais estarão sujeitos;
 Assoalhos fixos e travados;
 Madeiras de boa qualidade, isentas de nós, rachaduras e quaisquer outros defeitos;
 Devem ser providos de escadas de acesso, guarda-corpo - travessão superior (1,20
m), travessão intermediário (0,70 m) e rodapé (0,20 m);
 Proibido acumular materiais no andaime;
 Obrigatório o uso do cinto de segurança com dois talabartes, e somente liberar um
após certificar que o outro esteja devidamente preso;
 Isolamento da área ao redor do andaime;
 Não é permitido o uso de arames prendendo andaimes;
 O cinto de segurança é obrigatório em trabalhos acima de 2 metros ou que envolvam
risco de queda, sendo que nos andaimes seu uso é obrigatório.
MONTAGEM DE ANDAÍMES


EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA - EPC

Bandeja de Proteção: tem como objetivo a proteção


contra a queda de materiais.
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA - EPC
Guarda-Corpo: tem a finalidade de proteção contra quedas de
pessoas, e deve ser constituída de anteparos rígidos. Conforme a
NR – 18, item 18.13.5, o guarda corpo deve atender aos seguintes
requisitos:
a) ser construída com altura de 1,20 m, para travessão superior e 0,70
m para o travessão intermediário;
b) ter rodapé com altura de 0,20 m;
c) ter vãos entre travessas preenchidos com tela ou outro dispositivo
que garanta o fechamento seguro da abertura.

EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA - EPC

Escadas, Rampas e Passarelas: tem como objetivo a


segurança para circulação de pessoas e materiais.
Conforme a NR – 18, item 18.12.1 a madeira a ser usada
para construção de escadas, rampas e passarelas deve
ser de boa qualidade, sem apresentar nós e rachaduras
que comprometam sua resistência, e estar seca.
Item 18.12.2 – as escadas de uso coletivo, rampas e
passarelas para circulação de pessoas e materiais devem
ser de construção sólida e dotadas de corrimão e rodapé.
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA - EPC
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA - EPC
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA - EPC

Tela Fachadeiro - ideal para proteger prédios em construção e


e obras de longa duração.
Tela Leve - para proteger prédios em reformas, pintura,
recuperação de fachadas, estruturas etc.
Tela Tapume - ideal para cercamento de canteiro de obras,
áreas de risco, desvio de trânsito e corredor para pedestres.
NR 35 – EPI’s, Acessórios
NR 35 – Equipamentos e
Acessórios (EPI’s)

 Seleção dos equipamentos de trabalho em


altura deverá levar em considerando, sua
eficiência, conforto e carga aplicada, e seu
respectivo fator de segurança em caso de
eventual queda;
 Sistemáticas de Inspeção deverá ser
contemplado quando:
Na Aquisição;
Periódico;
Antes do uso.
Equipamentos:

O CINTO DE SEGURANÇA
deve ser do tipo
paraquedista e dotado de
dispositivo para conexão
em sistema de ancoragem
na NR-35 no item 35.5.3.
Equipamentos:

 O TALABARTE e o dispositivo trava-


quedas, é deve estar fixados acima do
nível da cintura do trabalhado, item
35.5.3.3
 É obrigatório o uso de absorvedor de
energia nas seguintes situações:

a) comprimento do
talabarte for maior que 0,9m.
b) O risco de queda for maior que
o fato 1
Equipamentos:

 O TALABARTE DE POSICIONAMENTO
permite a aproximação ou afastamento
do ponto de trabalho.

OBS.: Não deve ser usado como


dispositivo contra queda.
Equipamentos:

Trava-Quedas:
Destinados a acompanhar
o trabalhador durante a
subida e descida, retendo
sua queda caso
necessário. Bloqueia de
maneira automática em
caso de queda.
Equipamentos:
O capacete para trabalho em
altura e diferente ele possui
desenho especifico assim
com a carneira e jugulas
especiais para garantir
estabilidade e fixação à
cabeça.
Equipamentos:
Os conectores, mais conhecido
como “mosquetão” permitem a
conexão entre o cinto de
segurança e os equipamentos de
segurança, assim como entre os
equipamentos de segurança e os
sistemas de ancoragem.
Equipamento:

Na NR-18 no item 18.16 anexo I


estabelece quais são as especificação
técnica das para trabalho em altura.
 carga de ruptura mínima de 20 KN;
 Material constituinte de poliamida;
 Numero de referencia diâmetro de
12 mm;
 Marcação com fita inserida no
interior da corda gravado NR-18.6.5
ISSO 1140-1990 e nome Fabricante
com CNPJ.
Modelo de Prontuário:
NR 35 – Sistemas de Ancoragens
NR 35 – Ponto de
Ancoragem

 Ponto destinado a suportar carga


par conexão de dispositivo de
segurança, tais com corda cabos de
aço, trava quedas e talabartes.
NR 35 – Ponto de
Ancoragem
Quanto ao ponto de ancoragem:

a) Ser selecionado por profissional


legalmente habilitado;
b) Ter resistência para suporta a carga
máxima aplicável;
c) Ser inspecionado quanto à integridade
antes da sua utilização.
NR 35 – Salvamento e Resgate
Cordas e matérias sintéticos em geral (cordas,
Cintos, Fitas de ancoragem etc.)

 Identificar as cordas através dos prontuários


(cumprimento, diâmetro e resistências etc.);
 Transporta os equipamentos sempre embalados;
 Guarda em local seco e ventilado;
 Evitar pisar em cintos, cordas e fitas;
 Nunca fumar perto da corda, cintos ou fitas.
Condições impeditivas

Situações que impede a realização ou continuidade dos serviços que


possam colocar em risco a saúde ou a integridade física do trabalhador:
 Influencia Climáticas (chuvas, vento forte, insolação e descarga);
 Trabalhar Sozinho;
 Local de Trabalho sem isolamento e sem estar sinalizado entre outros.
PREVENÇÃO DE QUEDAS DE ALTURA

LEMBRE-SE, ALGUEM ESPERA POR VOCÊ


NO FINAL DO DIA!
OBRIGADO!
 SESTPREV – SEGURANÇA, MEDICINA DO
TRABALHO E GESTÃO AMBIENTAL.

Salvador Campos Neto


salvador.neto@sestprevseguranca.com.br
www.sestprevseguranca.com.br