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Desenho Técnico

Curso Técnico em Mecânica


Instrutor: Richard Corrêa Esteves Júnior

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Curso Técnico em Mecânica
O mercado de trabalho está em constante
mudança, é preciso se aperfeiçoar a todo
momento. As tecnologias que chegam até nós
hoje já estão ultrapassadas em alguns ramos
da indústria.
Por isso, pensem no futuro!
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Curso Técnico em Mecânica

Lembre-se que você


está construindo sua
morada.
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Curso Técnico em Mecânica
Atuar na elaboração e desenvolvimento de projetos, definir e aplicar processos de produção
mecânica, planejar e realizar a manutenção mecânica de máquinas e equipamentos segundo normas
técnicas, considerando padrões de qualidade, saúde, segurança no trabalho e meio ambiente.

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Desenho Técnico
Objetivo:

Capacitar através de fundamentos técnicos a habilidade do aluno


na leitura, interpretação e elaboração de desenho técnico,
aplicando as normas técnicas.
Carga Horária: 90 horas (120 aulas)

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Desenho Técnico
Conteúdo
• Importância • Perspectiva isométrica
• Instrumentos • Perspectiva cavaleira
• Linhas • Símbolos e convenções
• Caligrafia técnica • Escalas
• Formatos de papéis, dobras, margens legendas • Tolerância dimensional
• Normas de desenho • Representações em corte
• Introdução ao desenho geométrico • Hachuras
• Projeções em 1º e 3º diedros • Aplicação das simbologias dimensional e geométrica
• Vistas essenciais • Representação de conjuntos e elementos de máquinas
• Supressão de vistas
• Rotação de detalhes oblíquos
• Cotagem

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Desenho Técnico
Sistema de avaliação
• 1º avaliação escrita (data à definir)- VALOR: 20 pontos

• 2º avaliação escrita (data à definir)- VALOR: 20 pontos

• Exercícios em sala (todas as aulas)- VALOR: 30 pontos

• 3º AVALIAÇÃO GERAL (data a definir)- VALOR: 30 pontos

OBS:
Recuperação de conteúdo será executado em todas as aulas.
Recuperação de nota no final do período www.tecmecanico.blogspot.com
Desenho Técnico

Aula 1
Introdução ao Desenho Técnico

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Desenho Técnico
É a forma mais eficiente de transmitir informações entre as áreas
técnicas. Obedece a um conjunto de normas.

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Desenho Técnico
Mas porque usar o desenho técnico?

... a palavra é imprecisa.


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Desenho Técnico
Mas porque usar o desenho técnico?

... um modelo pode ser muito


grande ou muito pequeno.

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Desenho Técnico
Mas porque usar o desenho técnico?

... a fotografia não revela todos os


detalhes.

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Desenho Técnico
Mas porque usar o desenho técnico?

... o desenho técnico pode


representar qualquer detalhe.

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Desenho Técnico
Cada detalhe do desenho segue uma norma...

... no Brasil seguimos a ABNT.

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Desenho Técnico

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Desenho Técnico
A nível mundial existem outros órgãos regulamentadores, como:

• ISO (International Organization for Standardization)

• DIN (Deutsche Institut fur Normung)

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Desenho Técnico
Instrumentos para desenho técnico

Esquadros

Prancheta

Régua “T”

Compasso Transferidor
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Desenho Técnico
Instrumentos para desenho técnico

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Desenho Técnico
Instrumentos para desenho técnico

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Formatos de papel
A NBR 10.068 estabelece a utilização dos formatos da série “A”.

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Margem e Legenda
Legenda (NBR 10.068)
“(a legenda) deve estar situada no canto inferior direito de tal forma que
contenha a identificação do desenho (número de registro, título, origem, etc)...”

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Margem e Legenda
Margem (NBR 10.068)
“(as) margens são limitadas pelo contorno externo da folha e quadro. O quadro
limita o espaço para o desenho...”

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Caligrafia Técnica (NBR 8402)
As principais exigências na escrita em desenhos técnicos são: legibilidade;
uniformidade; adequação à microfilmagem e a outros processos de reprodução.

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Tipos de Desenhos
De acordo com a finalidade e com a quantidade de recursos que se deseja
dispor, podem ser usadas diferentes formas de representação.

Esboço

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Tipos de Desenhos
De acordo com a finalidade e com a quantidade de recursos que se deseja
dispor, podem ser usadas diferentes formas de representação.

Desenho rigoroso

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Tipos de Desenhos
De acordo com a finalidade e com a quantidade de recursos que se deseja
dispor, podem ser usadas diferentes formas de representação.

Desenho de
conjuntos

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Tipos de Desenhos
De acordo com a finalidade e com a quantidade de recursos que se deseja
dispor, podem ser usadas diferentes formas de representação.

Desenho de
detalhes

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Linhas do Desenho (NBR 8403)
Para que todos os detalhes do desenho possam ser representados da maneira
mais adequada possível, são utilizadas diferentes espessuras e tipos de linha.

Contornos Visíveis

Linha contínua  espessura grossa


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Linhas do Desenho (NBR 8403)
Para que todos os detalhes do desenho possam ser representados da maneira
mais adequada possível, são utilizadas diferentes espessuras e tipos de linha.

Contornos não visíveis

Linha tracejada  espessura média


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Linhas do Desenho (NBR 8403)
Para que todos os detalhes do desenho possam ser representados da maneira
mais adequada possível, são utilizadas diferentes espessuras e tipos de linha.

Linha de centro e de simetria

Linha traço-ponto  espessura fina


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Linhas do Desenho (NBR 8403)
Para que todos os detalhes do desenho possam ser representados da maneira
mais adequada possível, são utilizadas diferentes espessuras e tipos de linha.

Linha de cota

Linha contínua  espessura fina


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Linhas do Desenho (NBR 8403)
Para que todos os detalhes do desenho possam ser representados da maneira
mais adequada possível, são utilizadas diferentes espessuras e tipos de linha.
Linha de chamada ou de extenção

Linha contínua  espessura fina


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Linhas do Desenho (NBR 8403)
Para que todos os detalhes do desenho possam ser representados da maneira
mais adequada possível, são utilizadas diferentes espessuras e tipos de linha.
Linha de corte

Linha traço-ponto  espessura grossa


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Linhas do Desenho (NBR 8403)
Para que todos os detalhes do desenho possam ser representados da maneira
mais adequada possível, são utilizadas diferentes espessuras e tipos de linha.
Linha de hachuras

Linhas variadas espessura fina


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Desenho Técnico

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Linhas do Desenho (NBR 8403)
Para que todos os detalhes do desenho possam ser representados da maneira
mais adequada possível, são utilizadas diferentes espessuras e tipos de linha.
Linha de rupturas curtas

Linha sinuosa  espessura fina


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Linhas do Desenho (NBR 8403)
Para que todos os detalhes do desenho possam ser representados da maneira
mais adequada possível, são utilizadas diferentes espessuras e tipos de linha.
Linha de rupturas longas

Linha zigue-zague  espessura fina


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Linhas do Desenho (NBR 8403)
Para que todos os detalhes do desenho possam ser representados da maneira
mais adequada possível, são utilizadas diferentes espessuras e tipos de linha.
Linha de representação simplificada

Linha contínua  espessura fina www.tecmecanico.blogspot.com


Desenho Técnico
Desenho Técnico
Desenho Técnico
Desenho Técnico
Fundamentos de Mecânica

Aula 2
Perspectivas e Projeções Ortogonais

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Perspectivas
São maneiras de representar uma peça onde é possível perceber as
três dimensões: comprimento, largura e profundidade.

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Perspectiva Cavaleira
A face do objeto fica paralela à face do papel, as linhas que representam a
profundidade sofrem redução de acordo com o ângulo utilizado.

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Perspectiva Cônica
É muito utilizada por arquitetos e artistas plásticos. É boa para mostrar
ângulo de visão, mas é difícil a representação de detalhes técnicos.

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Perspectiva Axonométrica
Nestas representações a peça fica inclinada em relação à folha.
Dimétrica
Possui dois ângulos iguais.

Trimétrica
Possui três ângulos
diferentes. www.tecmecanico.blogspot.com
Perspectiva Axonométrica
Nestas representações a peça fica inclinada em relação à folha.

Isométrica
É a mais utilizada, as linha de
profundidade estão inclinadas a 30º
e não há redução nas medidas.

Antes de aprendermos a desenhar em perspectiva, vamos estudar sobre as


projeções ou vistas ortogonais. www.tecmecanico.blogspot.com
Projeções ortogonais
Nos desenhos técnicos, a representação de qualquer objeto (peça
ou modelo) será feita por sua projeção sobre um plano.

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Projeções ortogonais
As projeções são as visões a partir de pontos diferentes de uma
peça.

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Projeções ortogonais
O rebatimento das vistas é conseguido “girando” a peça a 90º em
várias direções.

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Fundamentos de Mecânica

Aula 3
Escalas e cotagem

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Escalas
A escala permite representar, no papel, peças de qualquer tamanho
real.

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Escalas
Assim, a escala pode ser definida com a proporção entre o tamanho
da peça e seu desenho.

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Escalas
O desenho de um elemento de máquina pode estar em:

Escala natural

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Escalas
O desenho de um elemento de máquina pode estar em:

Escala natural Escala de redução

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Escalas
O desenho de um elemento de máquina pode estar em:

Escala natural
Escala de redução

Escala de ampliação

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Escalas
O desenho de um elemento de máquina pode estar em:

Escala natural
Escala de redução
Escala de ampliação

Esta escala quer dizer que cada 1mm no desenho,


corresponde a 5mm na medida da peça.
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Escalas

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Cotagem
Embora existam algumas regras a serem seguidas, para uma boa
cotagem deve-se utilizar principalmente bom senso. Vejamos
alguns conselhos a este respeito.

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Cotagem
As medidas são indispensáveis em um desenho, mas, se mal
utilizadas, podem causar problemas de interpretação.

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Cotagem
A cotagem deve ser iniciada pelas medidas externas da peça.

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Cotagem
Os limites das linhas de cota devem ser indicados por setas ou por
traços inclinados.

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Desenho Técnico
Cotagem
As cotas devem ser colocadas uma única vez em qualquer das
vistas.

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Cotagem
A unidade padrão no desenho técnico é o mm...

... se for utilizada outra unidade ela deve ser indicada na


própria cota. www.tecmecanico.blogspot.com
Cotagem
Como você acha que a cotagem fica melhor? a ou b?

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Cotagem
As linhas de centro e de contorno podem ser usadas como linhas de
chamada, mas nunca como linhas de cota.

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Cotagem
As setas devem ficar por dentro das linhas de extensão...

... exceto quando não houver


espaço.

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Cotagem
Na cotagem de arcos, o limite da cota é representado por apenas
uma seta.

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Cotagem
Os elementos cilíndricos devem ser cotados pelos seus diâmetros e
localizados pelas suas linhas de centro.

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Cotagem
Deve-se evitar colocar cotas dentro dos desenhos, mas se não for
possível pode-se fazê-lo.

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Cotagem
Deve-se evitar o cruzamento das linhas de cota com qualquer
outras linhas.

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Cotagem
Preferencialmente as cotas devem ficar alinhadas, afim de que seja
possível a localização dos valores facilmente.

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Cotagem
Existem dois métodos para posicionar os números nas linhas de
cota.

Menos usual
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Mais usual
Cotagem
Os dois métodos também valem para cotagem de ângulos.

Mais usual Menos usual


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Tipos de Cotagem
Cotagem em série: uma cota serve de referência para outra.

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Tipos de Cotagem
Cotagem por meio de face de referência: as cotas se originam de
uma face de referência.

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Tipos de Cotagem
Cotagem de cordas e arcos: a diferença entre a cotagem de cordas
e arcos é a forma da linha de cota.
Arco

Corda
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Tipos de Cotagem
Cotagem de ângulos, chanfros e escareados: são necessárias pelos
menos duas medidas.

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Tipos de Cotagem
Cotagem de elementos equidistantes e repetidos: não há
necessidade de se colocar todas as cotas.

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Tipos de Cotagem
Cotagem de objetos em meio corte: pode-se utilizar apenas uma
seta na linha de cota como na figura abaixo.

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Cotagem
Existem símbolos que são usados para facilitar a leitura dos
desenhos, observe:

Superfície plana

¼” x 1” x 120mm

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Redução de Vistas
O emprego correto da simbologia pode “economizar” no desenho
de vistas de uma peça.

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Redução de Vistas
O emprego correto da simbologia pode “economizar” no desenho
de vistas de uma peça.

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Redução de Vistas
O emprego correto da simbologia pode “economizar” no desenho
de vistas de uma peça.

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Redução de Vistas
O emprego correto da simbologia pode “economizar” no desenho
de vistas de uma peça.

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Redução de Vistas
O emprego correto da simbologia pode “economizar” no desenho
de vistas de uma peça.

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Fundamentos de Mecânica

Aula 4
Rugosidade e tolerância

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Rugosidade
Por mais perfeita que pareça, a superfície das peças SEMPRE
apresentam alguma irregularidade.

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Rugosidade
À estas imperfeições damos o nome de rugosidade.

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Sinais de usinagem – Acabamento de superfícies

Alguns sinais eram utilizados nos desenhos antigos para definir o


grau de acabamento das superfícies.

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Sinais de usinagem – Acabamento de superfícies

Se todas as superfícies tiverem o mesmo acabamento...

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Sinais de usinagem – Acabamento de superfícies

Para peças com superfícies com acabamentos diferentes...

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Sinais de usinagem – Acabamento de superfícies

Quando houver representação simplificada no desenho...

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Sinais de usinagem – Acabamento de superfícies

Até mesmo o formato e dimensões destes símbolos é normalizado...

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Indicação do estado de superfície

Hoje em dia, como existem aparelhos para medir rugosidade, a


indicação é realizada de maneira mais precisa.

Rugosímetro

A unidade de medida utilizada é o micron (µm). www.tecmecanico.blogspot.com


Indicação do estado de superfície

Surgiu então uma nova forma de indicar o estado de uma


superfície.

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Indicação do estado de superfície

Observe o detalhamento do símbolo de indicação de rugosidade.

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Indicação do estado de superfície

Observe o detalhamento do símbolo de indicação de rugosidade.


ESTES SÃO VALORES
MÁXIMOS

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Indicação do estado de superfície

Observe o detalhamento do símbolo de indicação de rugosidade.

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Indicação do estado de superfície

Observe o detalhamento do símbolo de indicação de rugosidade.

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Indicação do estado de superfície

Observe o detalhamento do símbolo de indicação de rugosidade.

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Tolerâncias Dimensionais
É impossível usinar uma peça e deixá-la exatamente com suas
dimensões nominais...

... a tolerância dimensional é o


“erro de medida” aceitável.

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Tolerância
A tolerância ou campo de tolerância é a diferença entre a dimensão
máxima e a dimensão mínima.

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Afastamentos
São os erros de medida que não prejudicam a montagem ou o
funcionamento de uma peça...

Afastamento
superior

Dimensão Afastamento
nominal Inferior

}
Dimensão máxima: 20+0,28=20,28mm
entre estes valores está a
Dimensão mínima: 20+0,18=20,18mm dimensão efetiva ou real

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Afastamentos
São os erros de medida que não prejudicam a montagem ou o
funcionamento de uma peça...

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Ajustes
Eixo é qualquer peça que trabalha dentro
de outra, o formato não importa.

Furo é a parte de um conjunto que aloja


outro componente, não importa o formato.
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Ajuste com folga
O eixo se encaixa no furo girando ou deslizando livremente.

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Ajuste com folga
Ocorre quando o afastamento superior do eixo é menor ou igual ao
afastamento inferior do furo.

Afastamento superior do eixo


25-0,20=24,80mm

Afastamento inferior do furo


25+0=25mm

24,80mm (maior medida do eixo) é menor que 25 (menor medida do furo)

Ajuste com folga


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Ajuste com interferência
O eixo se encaixa no furo com certo esforço, de modo a ficar fixo.

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Ajuste com interferência
Ocorre quando o afastamento superior do furo é menor ou igual ao
afastamento inferior do eixo.
Afastamento superior do furo
25+0,21=25,21mm

Afastamento inferior do eixo


25+0,28=25,28mm

25,21mm (maior medida do furo) é menor que 25,28mm (menor medida do eixo)

Ajuste com interferência www.tecmecanico.blogspot.com


Ajuste incerto
O eixo pode se encaixar com folga ou ficar justo.

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Ajuste incerto
Neste caso, o afastamento superior do eixo é maior que o afastamento inferior do
furo e o afastamento superior do furo é maior que o afastamento inferior do eixo.
Afastamento superior do eixo
30+0,18=30,18mm
Afastamento inferior do furo
30+0=30mm
Afastamento superior do furo
30+0,25=30,25mm
Afastamento inferior do eixo
30+0,02=30,02mm
Ajuste incerto
30,18mm (maior medida do eixo) é maior que 30mm (menor medida do furo) e
30,25mm (maior medida do furo) é maior que 30,02mm (menor medida do eixo) www.tecmecanico.blogspot.com
Tolerâncias e Ajustes ABNT/ISO
Existem 18 qualidades de trabalho, observe:

Nos desenhos técnicos não se escreve o IT, utiliza-se uma letra (campo de
tolerância) e o numeral referente a qualidade do trabalho.
Qualidade do trabalho:
mecânica corrente

Campo de tolerância

Dimensão nominal
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Tolerâncias e Ajustes ABNT/ISO
O sistema ABNT/ISO estabelece 28 campos de tolerância, indicados
por letras do nosso alfabeto:
 Campos de tolerância para eixos

 Campos de tolerância para furos

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Tolerâncias e Ajustes ABNT/ISO
Em desenhos de montagens pode-se utilizar a seguinte forma de
representação: Tolerância do furo

Tolerância do eixo
Dimensão nominal www.tecmecanico.blogspot.com
Sistema furo-base
O furo é usinado antes e os eixos são fabricados em função dele.

Ajuste com Ajuste incerto Ajuste com


folga interferência

Os sistemas furo-base recomendados pela ISO são: H5, H6, H7, H8 e H11
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Sistema eixo-base
O eixo é usinado e os furos são ajustados nele.

Ajuste com Ajuste incerto Ajuste com


folga interferência
Os sistemas eixo-base recomendados pela ISO são: h5, h6, h7, h8, www.tecmecanico.blogspot.com
h9 e h11
Unidade de medida de tolerância ABNT/ISO

A unidade de medida de tolerância é o mícron (μm).

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Interpretação das tolerâncias ABNT/ISO

Existem catálogos de ajustes com recomendações para quais


combinações utilizar.

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Interpretação das tolerâncias ABNT/ISO

Existem catálogos de ajustes com recomendações para quais


combinações utilizar.

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Por exemplo:

Interpretação das tolerâncias ABNT/ISO

Existem catálogos de ajustes com recomendações para quais


combinações utilizar.

USANDO FURO-BASE ...

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Por exemplo:

Interpretação das tolerâncias ABNT/ISO

Existem catálogos de ajustes com recomendações para quais


combinações utilizar.

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Interpretação das tolerâncias ABNT/ISO
Observe a indicação de tolerâncias no desenho:

Furo Eixo
Dimensão Nominal: 40,000 Dimensão Nominal: 40,000

}
Afastamento superior: + 0,025 Afastamento superior: - 0,009
Dimensão máxima: 40,025 Dimensão máxima: 39,991 Ajuste com
folga
Furo Eixo
Dimensão Nominal: 40,000 Dimensão Nominal: 40,000
Afastamento inferior: + 0,000 Afastamento inferior: - 0,025
Dimensão mínima: 40,000 Dimensão mínima: 39,975 www.tecmecanico.blogspot.com
Outro exemplo:

Interpretação das tolerâncias ABNT/ISO

Existem
NÃO catálogos de ajustes com recomendações para quais
É UM AJUSTE
combinações utilizar.
MUITO UTILIZADO

QUE TIPO DE AJUSTE SERÁ?

VAMOS USAR EIXO-BASE


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Interpretação das tolerâncias ABNT/ISO

Existem catálogos de ajustes com recomendações para quais


combinações utilizar.
Outro exemplo:

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Interpretação das tolerâncias ABNT/ISO
Observe a indicação de tolerâncias no desenho:

Eixo Furo
Dimensão Nominal: 70,000 Dimensão Nominal: 70,000

}
Afastamento superior: +0,000 Afastamento superior: + 0,018
Aqui tem um erro
Dimensão máxima: 70,000 Dimensão máxima: 70,018 Podemos ver
Eixo Furo melhor aqui
Ajuste incerto
Dimensão Nominal: 70,000 Dimensão Nominal: 70,000
Afastamento inferior: - 0,019 Afastamento inferior: - 0,012
Dimensão mínima: 69,981 Dimensão mínima: 69,988 www.tecmecanico.blogspot.com
Tolerâncias Geométricas
Durante a fabricação das peças, surgem desvios (ou erros)
provocando alterações na peça real.

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Tipos de desvios geométricos
Desvio de forma
Relacionado com o grau de variação das superfícies reais com relação aos sólidos
geométricos que os definem.
Ex: Retilineidade, circularidade, cilindricidade, planicidade

Desvio de posição
Relaciona duas superfície com o seu posicionamento teórico.
Ex: Desvios angulares, paralelismo e perpendicularidade. Desvios de localização, simetria,
concentricidade e coaxialidade

Desvio Composto
Quando ocorrem os desvios de forma e posição.
Ex: Desvios de batida radial, axial e verdadeira posição www.tecmecanico.blogspot.com
Exemplo

Tolerâncias Geométricas
Tolerância de reta : Retilineidade
Podemos chamar também de desigualdade. Mostra qual pode ser a
variação da peça com relação a retilineidade.

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Tolerâncias Geométricas
Exemplo

Tolerância de Planicidade
É o espaço limitado por dois planos paralelos entre si. A superfície
real deve estar situada dentro da distância “t”
Os desvios mais comuns são a
concavidade e a convexidade

Tolerâncias usuais de planicidade:


- Torneamento: 0.01 a 0.03 mm
- Fresamento: 0.02 a 0.05 mm
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- Retífica: 0.005 a 0.01 mm
Exemplos

Tolerâncias Geométricas
Tolerância de Circularidade ou Ovalizações
É a diferença entre dois diâmetros de dois círculos concêntricos. O
perfil real deve situar-se entre os dois círculos cota Tk.
Tolerâncias usuais de circularidade:

Aplicação = Furações - Torneamento: 0.01 mm;


em geral - Mandrilamento: 0.01 a 0.015 mm
- Retífica: 0.005 a 0.015 mm

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Tolerâncias Geométricas
Exemplo
Tolerância de Cilindricidade
É a diferença entre os diâmetros de dois cilindros concêntricos. O
perfil real deve situar-se entre os dois cilindros.

O desvio de circularidade é
um caso particular do desvio
de cilindricidade.

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Tolerâncias Geométricas Exemplo

Tolerância de Inclinação (ou Angularidade)


É a diferença entre o ângulo máximo e o ângulo mínimo, entre os quais pode-se localizar as
duas superfícies. A tolerância admissível “T” é a distância (em mm) entre os ângulos.

A superfície real deve


estar situada entre os
dois planos paralelos.

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Tolerâncias Geométricas
Tolerância de Perpendiculariedade
Desvio de perpendiculariedade é o desvio angular tomando-se como
referência o ângulo reto. Exemplo

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Tolerâncias Geométricas
Tolerância de Paralelismo

1 – Tolerância de paralelismo entre duas retas em um mesmo plano:


É a diferença entre a máxima e a mínima distância entre duas linhas
Exemplo
situadas no mesmo plano.

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Tolerâncias Geométricas
2 – Tolerância de paralelismo entre um eixo e um plano:
É a diferença entre as distâncias máximas e mínimas entre o eixo e a
superfície plana tomada como referência.

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Tolerâncias Geométricas Exemplo

3 – Tolerância de paralelismo entre dois planos:


É a distância entre dois planos paralelos a um plano de
referência, entre os quais devem-se situar os planos reais.

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Tolerâncias Geométricas
Exemplo

Tolerância de localização
Mostra o quanto um furo, uma reta ou um plano pode ficar fora
de sua localização.

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Tolerâncias Geométricas
Exemplo

Tolerância de simetria
É a distancia entre dois planos paralelos e simétricos com relação a
um plano de referencia determinado pelas cotas nominais.

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Tolerâncias Geométricas Exemplo

Tolerância de coaxilidade ou concentricidade:


Mostra o quanto dois corpos podem ter seus centros não
coincidentes.

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Tolerâncias GeométricasExemplo
Tolerância de batimento:
Mostra a oscilação que determinada peça pode apresentar
durante o funcionamento.

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Aula 5
Cortes e Seções

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Cortes
Os cortes e rupturas são maneiras utilizadas para representar
detalhes internos das peças.

A região maciça da
peça cortada deve ser
representada através de
hachuras

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Cortes
A hachura é a representação da região atingida pelo corte.

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Cortes
São utilizadas pelo menos 2 vistas para a representação do corte da
peça. Como o corte é
imaginário e a peça não
está de fato cortada, as
outras vistas são
representadas
normalmente.

VISTA QUE
INDICA O CORTE
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Cortes
As superfícies de corte são sempre delimitadas por linhas de
contorno visível, linhas de traço-ponto ou por linhas de fratura.

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Cortes
Em uma mesma peça as hachuras devem ter uma só direção. Nos
desenhos de conjunto, as peças adjacentes devem ser
hachuradas em direções diferentes.

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Tipos de Corte
Corte total
O corte total atinge toda a extensão das peças.

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Tipos de Corte
O corte total pode ser representado em qualquer direção.

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Tipos de Corte
Meio corte
O meio corte é muito utilizado em peças cilíndricas. Ele permite
representar tanto o contorno externo quanto o interno em uma
mesma vista.

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Tipos de Corte
Corte em desvio
O corte em desvio passa pelos principais pontos da peça.

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Tipos de Corte
Corte parcial
O corte parcial é utilizado quando se deseja simplificar a
representação da parte interna.

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Tipos de Corte
Omissão de corte
Na omissão de corte um elemento de um conjunto não é
hachurado.

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Seções
A seção representa a forma de um determinado ponto da peça.

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Seções traçadas sobre a vista
Para economia de espaço e simplificação do desenho, a seção pode
ser traçada sobre as vistas da peça.

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Seções traçadas na interrupção das vistas

Para evitar erros na interpretação do desenho.

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Seções traçadas fora das vistas

Pode utilizada esta representação para evitar erros na interpretação


do desenho.

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Rupturas ou encurtamentos
“Quebra-se” a peça nos dois extremos e retira-se a parte central ,
aproximando-se as extremidades.

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Seções finas
Quando a seção do material for muito fina pode-se colorir ao invés
de fazer hachura.

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Projeções especiais- Vista lateral direita

Utilizada quando a maior parte dos detalhes de uma peça está do


lado direito.

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Projeções especiais- Vista lateral direita e esquerda

Em certos casos há necessidade de desenhar as duas vistas laterais


de uma única peça.

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Projeções especiais- Vista única

Muitas peças podem ser representadas em apenas uma vista.

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Projeções especiais- Vista auxiliar simplificada

Forma que auxilia a representação de uma peça em uma única vista,


utiliza traços finos.

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Projeções especiais- Rotação de detalhes obliquos

Faz-se a rotação imaginária de “um detalhe” da peça para


simplificar a representação.

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Projeções especiais- Vistas auxiliares

São vistas de uma parte ou detalhe da peça.

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Projeções especiais- Vistas auxiliares

São vistas de uma parte ou detalhe da peça.

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1º Diedro e 3º Diedro
No Brasil os desenhos são executados no 1º diedro, mas em países
como EUA e Inglaterra, é utilizada a representação no 3º diedro.

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Projeções em 3º Diedro
Em alguns países os desenhos são representados no 3º diedro.

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Aula 6
Normas e desenhos de conjuntos

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Normas para desenho técnico
As principais normas que padronizam os desenhos técnicos no Brasil
são: NBR 10647 – DESENHO TÉCNICO – NORMA GERAL, cujo
objetivo é definir os termos empregados em NBR 12298 – REPRESENTAÇÃO DE ÁREA DE
desenho técnico. CORTE POR MEIO DE HACHURAS EM DESENHO
TÉCNICO
NBR 10582 – APRESENTAÇÃO DA FOLHA PARA
DESENHO TÉCNICO, que normaliza a distribuição NBR10126 – COTAGEM EM DESENHO TÉCNICO
do espaço da folha de desenho.
NBR8404 – INDICAÇÃO DO ESTADO DE
NBR 13142 – DESENHO TÉCNICO – DOBRAMENTO DE SUPERFÍCIE EM DESENHOS TÉCNICOS
CÓPIAS.
NBR 6158 – SISTEMA DE TOLERÂNCIAS E AJUSTES
NBR 8402 – EXECUÇÃO DE CARACTERES PARA ESCRITA
EM DESENHOS TÉCNICOS.
NBR 8993 – REPRESENTAÇÃO CONVENCIONAL DE
PARTES ROSCADASEM DESENHO TÉCNICO
NBR 8403 – APLICAÇÃO DE LINHAS EM DESENHOS –
TIPOS DE LINHAS – LARGURAS DAS LINHAS
NBR 10068 – FOLHA DE DESENHO LAY-OUT E
DIMENSÕES, cujo objetivo é padronizar as
NBR10067 – PRINCÍPIOS GERAIS DE REPRESENTAÇÃO dimensões das folhas utilizadas na execução de
EM DESENHOTÉCNICO desenhos técnicos e definir seu layout com suas
respectivas margens e legenda.
NBR 8196 – DESENHO TÉCNICO – EMPREGO DE ESCALAS www.tecmecanico.blogspot.com
Desenho de conjuntos
Um desenho de conjunto mostra a máquina ou a estrutura
montada, com todas as peças individuais em suas posições
funcionais. Os desenhos de conjunto podem ser de diferentes tipos:
• de conjunto geral;
• de conjunto para execução;
• de instalação ou montagem;
• de verificação de montagem.
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Desenho de conjuntos
Observe alguma características de um desenho de conjunto:
As vistas explodidas são usadas para
identificar posições de montagem Linhas de
contornos não
visíveis devem
Vistas diferentes do ser evitadas
conjunto

Cortes Em geral não


Balões identificam as servem para
peças que devem cotagem
aparecer na lista de peças www.tecmecanico.blogspot.com
Desenho de conjuntos

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Desenho de conjuntos

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Desenho de conjuntos

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Desenho de conjuntos

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Desenho de conjuntos

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Desenho de conjuntos

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Aula 7
Ferramentas Manuais

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Ferramentas Manuais
Para manipular cada elemento de máquina existe um instrumento
apropriado.

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Chave Fixa
Também é conhecida como “chave de boca”, é utilizada para realizar
acionamento de parafusos e porcas quadrados e sextavados.

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Chave Fixa
Processo de fabricação da chave fixa
A chapa é cortada em formato aproximado ao da ferramenta...

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Chave Fixa
...logo após a peça é forjada várias vezes....

...até adquirir formato e


dimensões bem próximas da
peça acabada....

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Chave Fixa
...as ferramentas passam por tratamentos térmicos de têmpera e
revenimento....

...a intenção desta etapa é


possibilitar que as ferramentas
atinjam dureza elevada mas
sem se tornarem frágeis....

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Chave Fixa

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Chave Fixa

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Chave de estrias
Esta chave é a mais indicada nos momentos dos maiores esforços
devido ao maior número de pontos de contato com o parafuso.

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Chave combinada
Esta ferramenta agrega a praticidade da chave fixa com a
resistência da chave de estrias.

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Chave tipo biela
Possui formato que permite atingir locais de difícil acesso, podendo
ser do tipo sextavado ou com estrias.

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Chave de bater
É usada com auxílio de um martelo ou marreta quando se deseja
atingir grande força de aperto.

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Chave inglesa
Apresenta a vantagem de poder ser regulada de acordo com o
tamanho do parafuso.

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Chave grifo
Utilizada para aperto e desaperto de tubulações que não possuam
mecanismo de acionamento.

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Chave de corrente
Também é utilizada em tubulações, permitindo o trabalho com
tubos de grandes diâmetros.

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Chave de cinta
Utilização parecida com a chave de corrente, com a vantagem de
não imprimir marcas na tubulação.

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Chave allen
É formada por um corpo sextavado e serve para acionamento de
parafusos com sextavado interno.

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Saca parafuso prisioneiro
Ferramenta que tem a utilidade específica de apertar e desapertar
parafusos prisioneiros.

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Conjunto de chaves soquetes
Conjunto de ferramentas que torna a tarefa de apertar e desapertar
parafusos de vários tipos ágil e eficiente.

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Conjunto de chaves soquetes
Conjunto de ferramentas que torna a tarefa de apertar e desapertar
parafusos de vários tipos ágil e eficiente.

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Conjunto de chaves soquetes
Conjunto de ferramentas que torna a tarefa de apertar e desapertar
parafusos de vários tipos ágil e eficiente.

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Chave de fenda e chave Philips
Estas ferramentas são utilizadas em parafusos que não requerem
grandes forças de aperto.

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Alicate universal
Ferramenta muito versátil que serve para dobrar, segurar e cortar.

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Alicate para anéis elásticos
O uso destas ferramentas é específico para montagem e
desmontagem de anéis elásticos.

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Alicate de pressão
Estes alicates possuem um mecanismo que permite segurar
elementos com boa força.

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Martelo e marreta
São ferramentas de impacto constituídas de um cabo, geralmente
de madeira, e um bloco de aço ao carbono.

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Macete
Também é uma ferramenta de impacto, porém, como é construída
em borracha, não gera marcar nos elementos que ataca.

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Aula 8
Grandezas físicas e unidades de medida

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Grandeza física
Grandeza é tudo aquilo que está suscetível a aumento ou
diminuição. As grandezas físicas podem ser escalares ou vetoriais.

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Sistema Internacional
No Sistema Internacional de Medidas existem sete unidade de medidas
básicas, a partir das quais pode-se expressar qualquer grandeza.
Grandeza Unidade Símbolo
• Comprimento metro m
• Massa quilograma kg
• Tempo segundo s
• Corrente elétrica ampere A
• Temperatura kelvin K
• Intensidade luminosa candela cd
• Quantidade de matéria mol mol
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Segundo (s)
O segundo é a duração de 9.192.631.770 períodos da radiação correspondente à
transição entre os dois níveis hiperfinos do estado fundamental do átomo de Césio 133.

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Kilograma (Kg)
Um kilograma é igual à massa do protótipo internacional do quilograma que é
um cilindro de uma liga de platina e irídio com 39 mm de diâmetro e 39 mm de
altura, depositado no Bureau International de Poids et Mesures, em Paris.

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Ampere (A)
É a intensidade de uma corrente elétrica constante que, mantida em dois
condutores paralelos, retilíneos, de comprimento infinito, de seção circular
desprezível, e situados à distância de 1 metro entre si, no vácuo, produz entre
estes condutores uma força igual a 21 x 10-7 newton por metro de comprimento.

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Kelvin (K)
O kelvin, unidade de temperatura termodinâmica, é a fração
1/273,16 da temperatura termodinâmica do ponto tríplice da água.

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Candela (cd)
É a intensidade luminosa, numa dada direção, de uma fonte que
emite uma radiação monocromática de freqüência 540 . 1012 hertz e
cuja intensidade energética nesta direção é de 1/683 watt por
esterradiano.

Rosário Candela
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Itália, 1890-1953
Mol (mol)
É a quantidade de matéria de um sistema contendo tantas entidades
elementares quantos átomos existem em 0,012 quilograma de
carbono 12.

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Metro (m)
A unidade de medida de comprimento do SI é o metro, porém ele
evoluiu de outras unidades primitivas que são usadas até os dias atuais.

Antes de apresentar um definição formal do metro vamos


observar esta evolução. www.tecmecanico.blogspot.com
Medidas antigas
Na antiguidade o homem utilizava partes do próprio corpo para realizar
as medições.

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Medidas antigas
Na antiguidade o homem utilizava partes do próprio corpo para realizar
as medições.

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Medidas antigas
Na antiguidade o homem utilizava partes do próprio corpo para realizar
as medições.

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Medidas antigas
Como as pessoas são diferentes...

...as medidas também eram. www.tecmecanico.blogspot.com


Medidas antigas
Para solucionar os problemas destas medidas imprecisas...

...os egípcios criaram


Cúbito padrão feito
de pedra.
um padrão único.
O Farao disse:este é
o cúbito oficial.

Cúbito padrão
feito de madeira
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O metro
Em 1790 surgiu na França o metro...

...o metro foi definido como a décima


milionésima parte do meridiano terrestre.

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O metro
Metro é a distância entre os dois extremos da barra de platina a
uma temperatura de 0ºC, depositada no Bureau International
de Poids et Mesures, em Paris.

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O metro
Mais tarde a barra foi substituída por outra de formato diferente
e foram criadas cópias, sendo uma enviada ao Brasil.

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O metro
De maneira mais precisa o metro ficou definido como a distância
que a luz percorre no tempo de 1 segundo dividido 299.792.458.

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Medidas Inglesas
A Inglaterra é um dos países que fizeram a expansão marítima.

Eles implantaram seus costumes ao redor do mundo.


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Medidas Inglesas
Alguns desses costumes, como a forma de medir continuam sendo
usados até hoje ao redor do mundo.

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Medidas Inglesas
A unidade de medida padrão dos ingleses é a jarda.

1 jarda (1 yd)= 0,91440m


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Medidas Inglesas
O “pé” é um submúltiplo da jarda.

1 jarda tem 3 pés


1 pé (1 ft)= 0,3048m
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Medidas Inglesas
A “polegada” é um submúltiplo do pé.

1 pé tem 12 polegadas
1 polegada (1 inch)= 25,4mm
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Polegada
As medidas menores do que uma polegada podem ser representadas
através de:

• Polegada fracionária:
3"
4
• Polegada milesimal:
0,750"
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Polegada fracionária
A polegada inteira é divida em várias partes e representada através de
frações.
1”

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Conversões
Polegada fracionária em mm
Multiplicar a fração por 25,4.
Número de cima NÃO arredondar > Dividir
da fração pelo número de baixo

Constante

Número de baixo
da fração www.tecmecanico.blogspot.com
Conversões
Milímetros em polegada fracionária
Multiplicar por 5,04 e simplificar com 128.
Arredondar Simplificar (dividir em cima e
Constante em baixo por 2)
Valor em mm

Constante
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Conversões
Polegada milesimal em polegada fracionária
Multiplicar 128 e simplificar com 128.
Simplificar (dividir em cima e
Constante em baixo por 2)
Valor em polegada

0,125" 128 16 8 4 2 1"


0,125"    
128 64 32 16 8

Constante www.tecmecanico.blogspot.com
Conversões
Polegada fracionária em polegada milesimal
Basta dividir o numerador pelo denominador.
Dividir o número de
Numerador cima pelo de baixo

5"
 5  8  0,625"
8
Denominador

O resultado deve ter três


casas decimais www.tecmecanico.blogspot.com
Conversões
Polegada milesimal em milímetros
Basta multiplicar o valor por 25,4.
Valor em polegada
milesimal

"
0,375  0,375  25,4  9,525mm

Constante
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Conversões
Milímetros em polegada milesimal
Basta dividir o valor por 25,4.
Valor em mm

5,08mm  5,08  25,4  0,200"

Constante
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Aula 9
Paquímetro

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Paquímetro
É construído em aço inoxidável, com superfícies planas e polidas.

Realiza leituras em mm, pol fracionária e pol milesimal.


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Paquímetro
As principais partes de um paquímetro estão representadas abaixo.

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Principais tipos de paquímetro
De acordo com a finalidade os paquímetros podem apresentar
características construtivas diferentes:

Paquímetro universal
Paquímetro com superfície
de metal duro

Paquímetro para medição


Paquímetro com de profundidade
Paquímetro digital relógio de leitura
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Paquímetro
A utilização correta do paquímetro coopera para que não ocorram
erros.

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Erros de medição
Alguns erros podem acontecer e interferir no resultado da medição.

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Erros de medição
Alguns erros podem acontecer e interferir no resultado da medição.

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Leitura do paquímetro
Cálculo de resolução do paquímetro mm:

 Nônio com 10 divisões e


a
n
1mm
a
10div.
a  0,1mm
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Leitura do paquímetro
Para realizar a leitura em paquímetro com 10 divisões:
1 traço, ou seja, 1mm

4º1º
3º passo:
passo:
2º Realizar
passo:
Observar
passo: Observarao soma
descobrir traço para
aquantos
do obterque
nônio
traços
sensibilidade a
o
do
leitura
coincide do
doinstrumento.
nônio. anônio
zero com algum
e ultrapassou
traço da escala
na fixa.
  a  0,1mm
No escala
exemploprincipal.
o n3º traço, ou seja, 0,3mm www.tecmecanico.blogspot.com
Leitura do paquímetro
Cálculo de resolução do paquímetro mm:
 Nônio com 20 divisões
e
a
n
1mm
a
20div.
a  0,05mm
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Leitura do paquímetro
Para realizar a leitura em paquímetro com 20 divisões:
73 traços, ou seja, 73mm

4º 2º
1º passo:
3ºpasso:passo:
passo: Observar
descobrir
Observar
Realizar ao quantos
a sensibilidade
traço
soma traços
do nônio
para obter a odo
que
zero
nônio.
do do
coincide
leitura comnônio ultrapassou
algum
instrumento. na
traço da escala fixa
escala principal.
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Leitura do paquímetro
Cálculo de resolução do paquímetro mm:
 Nônio com 50 divisões
e
a
n
1mm
a
50div.
a  0,02mm
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Leitura do paquímetro
Para realizar a leitura em paquímetro com 50 divisões:
68 traços, ou seja, 68mm


4º passo:
2º Observar
Realizar
1º passo:
passo: aosoma
Observartraço
descobrir do nônio
para
quantos obterque
traços
a sensibilidade coincide
a oleitura
do
com algum
dotraço
nônioda
do instrumento.
zero
nônio. escala fixa.naNo exemplo é
eultrapassou
o primeiro traçoa
apóso a 3,0,ou
02mm
seja, 0,32mm
escala principal.
n www.tecmecanico.blogspot.com
Leitura do paquímetro
Cálculo de resolução do paquímetro em polegada milesimal:
e
a
n
0,025"
a
25
a  0,001"
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Leitura do paquímetro
Para realizar a leitura em paquímetro com polegada milesimal:
1 polegada, com mais 7
décimos e 0 centésimos


2º 1º passo:
4º passo: descobrir
Observar
Realizar ao a para
quantos
traço
soma sensibilidade
do
traços
nônioo que
obter zerododo
a leitura
nônio nônio.
coincide
ultrapassou
com
do instrumento.
enatraço
a   escala
algum a  0,daprincipal.
001"escala fixa. No
n
O zero pode ultrapassar primeiro
exemplo é o vigésimo polegadastraço, ou
inteiras,
seja, 0,021mm.
décimos e centésimos. www.tecmecanico.blogspot.com
Leitura do paquímetro
Cálculo de resolução do paquímetro em polegada fracionária:
e
a
n
1"
16 1" 1"
a  
8 16 8
1"
a
128 www.tecmecanico.blogspot.com
Leitura do paquímetro
Para realizar a leitura em paquímetro com polegada fracionária:
Traço coincidente
3 traços, ou seja, 3/16”


4º passo:

1º passo: Observar
passo: Realizar ao
descobrir traço
asoma
quantos do
paranônio
obter
traços
sensibilidade que
odo a leitura
coincide
do
zero com
e algum
instrumento.
do nônio
nônio.a   a 
1" traço na
ultrapassou da escala fixa. No
exemplo
principal.én o quinto
128traço, ou seja, 5/128”
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Aula 9
Micrometro

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Micrometro
É construído em aço inoxidável, as suas partes principais estão
indicadas na figura abaixo.

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O princípio de funcionamento
O princípio de funcionamento do micrometro é baseado em um
parafuso enroscando em uma porca.

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Tipos de micrometro
De acordo com a necessidade de medição o micrometro pode
apresentar alguma variedade construtivas. Micrômetro para
trabalho seriado

Micrômetro para
medições externas

Micrômetro para medir paredes de tubos

Micrômetro tipo paquímetro Micrômetro de profundidade


Micrômetro para
medições internas
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Tipos de micrometro
De acordo com a necessidade de medição o micrometro pode
apresentar alguma variedade construtivas. Micrômetro com
contato em V

Micrômetro com
arco profundo
Micrômetro com disco

Micrômetro digital
Micrômetro para
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medição de roscas
Leitura do micrometro
Para realizar a leitura de um micrometro em mm:
2 traços e meio, ou seja:
2,5mm


4º3º2º passo:
passo:
passo:
passo: a sensibilidade
Realizar
Observara soma
Observar qual
quantosdetraços
para
traço um
obter
do a leitura
tambor
da
do micrometro
instrumento.
coincide
escala (mm)
principal
com a linhasem
o tambornônio é da escala
horizontal
sempre 0,01mm
principal
ultrapassou
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Leitura do micrometro
Para realizar a leitura de um micrometro com nônio em mm:
6 traços, ou seja: 6mm traço 4, ou seja: 0,040mm

traço 3, ou seja:
0,003mm



2º 1º passo:
passo:
passo:
passo: em umaqual
Observar
Realizar
Observar micrometro
soma traço
quantos parado (mm)
nônio
obter
traços daa leitura
3º qual traço do tambor
do com
coincidenônio
com cada
instrumento.
escala algum
principal o traço
traço
tambor dodo
tambor
tambor
coincide ou está abaixo da linha horizontal
vale 0,01mm e do nônio 0,001mm
ultrapassou
da escala principal
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Leitura do micrometro
Para realizar a leitura de um micrometro em polegadas:
3º traço grande e 2 2º traço ou seja:
pequenos, ou seja: 0,002”
0,350”


2º1º passo:
passo:
passo: neste
Observar
Observarmicrometro,
qual
quantos
traço os
traços
do
4º passo: Realizar a soma para obter tambor
daa leitura
do traços
coincide
escala maiores
principal
com odatambor
a linha
instrumento. escala principal
horizontal da escala
valem 0,1”, os menores 0,025” e
principal
ultrapassou
os traços do tambor 0,001” www.tecmecanico.blogspot.com