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Bancos Comerciais

 Definição: instituição depositária


 Banco comercial: criador de moeda escritural
 Sistema bancário: compreende os intermediários financeiros que captam
recursos sob a forma de depósitos
 Origem do banco moderno:
 Empresas que tinham o objetivo de canalizar a riqueza dispersa entre a
população para viabilizar atividades de exploração industrial e comercial
 Instituições depositárias de valores (metais e outros valores)

 Três tipos de funções bancárias


 Bancos Comerciais
 Bancos de Investimentos
 Bancos de Poupança

 Sistemas Segmentados e Sistemas de Bancos Universais (Múltiplos)


 Bancos comerciais
 Importante função dentro de uma economia
 Reputação e credibilidade
 A solidez do sistema como uma externalidade
 Necessidade de regulamentação
 Remuneração do depositante: conveniência e a
segurança nas operações de depósitos
 Garantia dada pelo Banco Central e a necessidade de
regulamentação
Balanço de um Banco Comercial
Ativo (Aplicações) Passivo (Obrigações)

(1) Empréstimos Passivo Monetário


(2) Reservas Bancárias Depósito à Vista (6)
(3) Títulos Públicos e Privados
(4) Imobilizado Passivo Não Monetário
(5) Outras Aplicações
Depósito à Prazo (7)
Empréstimo do Exterior (8)
Redesconto e empréstimos (9)
Outras Fontes (10)

Total do Ativo Total do Passivo


Balanço de um Banco Comercial e o Multiplicador
Bancário: Sistema de Reservas Fracionárias
Situação Inicial

Ativo Passivo

Caixa 100 Patrimônio Liquido 100

Primeira atividade: realização de empréstimos

Ativo Passivo

Caixa 0 Patrimônio Liquido 100


Empréstimos 100
 Especificidade da operação do banco comercial: os empréstimos retornam
na forma de novos depósitos

Ativo Passivo

Caixa 100 Patrimônio Liquido 100


Empréstimos 100 Depósitos 100

 Supondo Reservas voluntárias de 5% e compulsórias de 5%.


Restam $ 90 para novo empréstimo.

Ativo Passivo

Caixa (reservas voluntárias) 5 Patrimônio Liquido 100


Reservas compulsórias 5 Depósitos 100
Empréstimos 190
 Novo empréstimo de $ 90 e supondo que este empréstimo se transforme em DV

Ativo Passivo

Caixa 95 Patrimônio Liquido 100


Reservas compulsórias 5 Depósitos 190
Empréstimos 190

 Total de empréstimos concedidos: $ 190 (5% RV e % RC)

Ativo Passivo

Caixa (reservas voluntárias) 9,5 Patrimônio Liquido 100


Reservas compulsórias 9,5 Depósitos à vista 190
Empréstimos 271

 Empréstimos correspondem a títulos (privados) com diversos prazos de maturidade


BALANCETE PATRIMONIAL - ITAÚ-UNIBANCO EM 31 DE JULHO DE 2017

Circulante e Realizável a Longo Prazo 1.095.280.649 Circulante e Exigivel a Longo Prazo 1.132.966.373

Disponibilidade 7.719.451 Depósitos 443.711.602


Aplicações interfinanceiras de liquidez 381.201.495 À vista 69.328.714
Títulos e Valores Imobiliários 290.090.333 Poupança 99.703.657
Carteira própria 80.301.847 Interfinanceiros 162.704.303
Compromissados 127.825.937 À prazo 111.974.928
Vinculados ao Banco Central 3.895.928 Captações no Mercado Aberto 395.073.727
Derivativos 50.609.538 Emissão de Títulos 72.442.031
Outros 27.457.083 Relações Interfinanceiras 7.795.429
Relações Interfinanceiras 95.401.222 Obrigações por Empréstimos 26.390.921
Pagamentos e Recebimentos 5.430.415 Obrigações por Repasse no país 26.341.496
Depósito no Banco Central 89.775.916 BNDES 12.122.828
SFH 9.535 CEF 417.553
Outros 185.356 Finame 13.580.915
Operações de Crédito 216.898.229 Outros 220.200
Setor Privado 240.685.465 Derivativos 37.809.815
Provisão -23.787.236 Outros 123.401.352
Outros Crédito 102.412.977
Outros 1.556.942 Resultado de Exercícios futuros 286.701

Permantente 107.166.819 Patrimônio Liquido 69.194.394


Investimentos 98.174.334 Domiciliados no país 47.425.425
Imobilizado 4.824.803 Domiciliados no exterior 7.706.176
Intangível 4.167.682 Reserva de Lucros 15.661.253
Outros -1.598.460

Ativo Total 1.202.447.468 Passivo Total 1.202.447.468


A Firma Bancária
Dilema do Banco:
 Lucrativo: aplicar em ativos ilíquidos, mas rentáveis
 Seguro: Optar por aplicar em ativos líquidos, mas pouco rentáveis

Teoria Neoclássica da Firma Bancária


 O banco busca minimizar o seu custo total, determinando a proporção
ótima ente Reservas (R) e Empréstimos (E)

 Variáveis a serem consideradas pelos bancos:


 Valor do fluxo de retirada dos depósitos
 Probabilidade de ocorrer tais retiradas
 Taxa de juros punitiva (taxa de redesconto)
 Custo de oportunidade de manter reservas

 A distribuição entre R e E se fixa no ponto em que o retorno sobre o


empréstimo marginal é igual ao custo marginal de se sacrificar reservas
Teoria Keynesiana da Firma Bancária: a Preferência
pela Liquidez dos Bancos
 Trata de situações em que as alternativas são mais variadas do que sugere a
dicotomia reservas/empréstimos
 As incertezas nem sempre são passiveis de descrição por uma função de
distribuição de probabilidade
 Os Bancos raramente acumulam reservas além das impostas pelo Bacen
 Buscar uma composição de carteira que atinja um equilíbrio entre a rentabilidade
total e a liquidez do portfólio como um todo
 Três opções de ativos
 Empréstimos de curtíssimo prazo
 Aquisição de títulos, públicos ou privados
 Empréstimos a clientes

 A escolha dos bancos, sua avaliação dos riscos, dependerá do estado das
expectativas dos dirigentes dessas instituições
 As escolhas também devem recair sobre os diversos tipos de obrigações que
financiam as atividades do banco e que estão presentes no seu passivo.
Banco, Riscos e Hedge
 Os bancos nunca foram somente um intermediário de poupança
 Sua função principal: criador de créditos (e de moeda)
 Mais recentemente: administradores de risco
 A natureza dos riscos que administram é o que distingue os bancos das demais
instituições financeiras
Riscos dos depósitos à vista para os bancos
 Riscos que surgem da natureza de suas obrigações
 Corrida bancária
 Coincidência de muitos saques que afetem a liquidez do banco
 Riscos que moldam as escolhas do banco: reservas, maturidade de seus ativos
 Risco de crédito: possibilidade de calote por parte do tomador de um empréstimo
 Risco de mercado: possibilidade de vender ativos em mercados em baixa
 Risco de liquidez: possibilidade de não encontrar fontes de financiamento de curtíssimo
prazo
A decisão de portfólio dos bancos se torna mais e mais complexa, no que é chamado
Administração de ativos e passivos
Como administrador de riscos em geral, um banco comercial
se distingue cada vez menos de um banco de investimentos,
de uma companhia financeira ou de uma cooperativa de
crédito. Sua especificidade repousa no caráter único do seu
passivo marcado pelas existência de dívidas à vista e pela
necessidade que isto coloca do estabelecimento de uma
estratégia de defesa (hedge) que enfatize a disponibilidade
de, ou a facilidade de acesso a, meio circulante. Assim, as
reservas em moeda ou em ativos de alta liquidez, apesar de
seu baixo rendimento, são característica intrínsecas às
estratégias de hedge dessas instituições.
Intermediário de Poupança ou Criador de Crédito
Depósitos primários: correspondem mais de perto à
caracterização do banco como intermediário de poupança
Depósitos secundários: criados endogenamente pelo
sistema bancário como resultado da operação dos próprios
bancos.
Únicas instituições capazes de criar um substituto perfeito
para o meio circulante, eles se comportam mais como
criadores de crédito do que como intermediários de
poupança.
A capacidade de criar crédito é limitada pelas reservas de
que dispõe, não da poupança do público.
A intermediação financeira fica relativamente independente
da poupança do público
Bancos Comerciais e a Política Monetária
A Política monetária se faz através do sistema bancário
Bancos centrais atuam através da criação ou destruição
das reservas
Os bancos comerciais podem reduzir a eficácia da política
monetária ao reduzir as suas reservas voluntárias
Bancos comerciais como agentes extremamente ativos no
financiamento de atividades produtivas e na execução da
política monetária.
Como administradores de risco, perdem aquela atitude
passiva de serem meramente intermediário de
poupanças.
O BANCO CENTRAL E O SISTEMA MONETÁRIO

Funções do Banco Central


 Emissor de Papel Moeda e Controlador da Liquidez
 Monopólio da emissão
 Controle da base monetária
 Banqueiro dos Bancos
 Emprestador de última instância: socorrer as instituições
financeiras em dificuldade
 Regulador do Sistema Monetário e Financeiro
 Supervisionam os negócios dos bancos comerciais,
através de:
 Exigência de capital mínimo para a instalação de um
banco
 Estabelecimento de limites para certas operações
 Impedir ou restringir certas operações
 Inspeções
 intervenções
 Depositário das Reservas Internacionais
 Controle da taxa de câmbio. Dificuldade com a
globalização
 Parte das divisas são investidas em títulos do governo
norte-americano
Criação e Destruição da Base Monetária
 Compra (venda) de dólares
 Compra (venda) de Títulos Públicos
 Emissão de moeda
Criação e Destruição dos Meios de Pagamentos
Operações realizadas entre agentes que compõem o sistema
monetário e agentes que estão fora desse sistema; deve envolver
pagamentos em moeda (manual ou escritural)
Operações de monetização e esterilização
 Um banco comercial aumenta (reduz) suas operações de
crédito
 Os bancos comerciais compram títulos privados (ações):
transação entre um “individuo” e um banco comercial
 Compra de US$ (ativo não monetário) por um banco
comercial em moeda corrente
A criação ou destruição de meios de pagamentos (M1) é
determinada apenas em função da operação em questão, sem
levar em conta os efeitos dinâmicos oriundos da multiplicação
bancária
 Depósito à vista  nem criação nem destruição de Meios de
pagamentos
 Depósito à prazo  destruição de meios de pagamentos
 Empresa privada desconta, junto a um banco comercial, uma duplicata,
recebendo um depósito à vista  criação de meios de pagamentos
 Um banco comercial compra (vende) dólares de (a) um exportador
(importador)  criação (destruição) de meios de pagamentos
 Banco comercial compra títulos da divida pública possuídos pelos publico
 criação de meios de pagamentos
 Um banco comercial aumenta seu capital vendendo ações ao publico 
destruição de MP

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