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26 abril de 2018

Engenharia de petróleo

Propriedades do
Reservatório

Aluno: Oscar Melgar


Introdução
Na Engenharia de Reservatórios o conhecimento
sobre as características da jazida, as propriedades
dos fluidos contidos nas rochas, a maneira como
estes fluidos interagem no interior e as leis físicas
que regem o movimento dos fluidos no seu interior
são de suma importância.
Introdução
Essas informações permitem em parte, o objetivo
principal na engenharia de reservatórios, que é
maximizar a produção de hidrocarbonetos com o
menor custo possível.
Meio Poroso
De acordo com Dullien (1992), um material é
considerado um meio poroso se verifica pelo
menos uma das condições seguintes:
• Conter espaços vazios relativamente pequenos,
geralmente designados por poros, no
interior de uma matriz sólida ou semi-sólida.
Meio Poroso
• Deve ser permeável a alguns tipos de fluidos,
isto é, estes fluidos deverão poder penetrar
no meio poroso através de uma face e emergir
na outra face.
Meio Poroso
Classificação
MEIO POROSO NÃO CONSOLIDADO
Quando for possível distinguir visualmente os seus elementos
constituintes e separá-los fisicamente, apenas a fase associada
aos vazios do meio poroso é contínua.

MEIO POROSO CONSOLIDADO


Se a fase sólida for contínua, ou não for possível distinguir as
partículas que formam a estrutura do meio.
Meio Poroso

Meio poroso
não consolidado

Meio poroso
consolidado
Meio Poroso
Meio Continuo
O meio contínuo assume que todas as fases são
contínuas dentro de um volume representativo
elementar do meio poroso (VER), incluindo a fase
sólida
Meio Poroso
REPRESENTATIVE ELEMENTARY VOLUME
O processo de média utilizado para passar do
nível microscópico para o macroscópico.
POROSIDADE

A porosidade é dada em x0 como:


Meio Poroso
REPRESENTATIVE ELEMENTARY VOLUME
Apenas um volume suficientemente grande será
representativo do meio considerado.
Meio Poroso
Parâmetros Macroscópicos
O meio poroso é estatisticamente homogéneo,
não se tomando em conta as possíveis
heterogeneidades existentes no seu interior.
Propriedades físicas do meio poroso
Porosidade: É a razão entre o volume poroso e o
volume total da rocha.
Onde:
VP
 , com VT  VP  VS Vp = Volume poroso;
VT Vs = Volume da parte sólida;
VT = Volume total

1 mm
22 % porosidade 7 % porosidade
Propriedades físicas do meio poroso

Classificação da porosidade
• Porosidade absoluta: É aquela porosidade que
considera o volume poroso da rocha
interconectado ou não. Uma rocha pode ter uma
porosidade absoluta considerável e não ter
condutividade de fluido devido à falta de
interconexão de poros
Propriedades físicas do meio poroso

• Porosidade efetiva: É a relação entre o volume


poroso interconectado e o volume total da rocha.
Esta porosidade é uma indicação da capacidade da
rocha para conduzir fluidos, entretanto esta
porosidade não mede a capacidade de fluxo de
uma rocha.

• Porosidade não efetiva: É a diferença que existe


entre a porosidade absoluta e efetiva.
Propriedades físicas do meio poroso

Arenito
Xisto Poros conectados: branco
Poros conectados: vermelho Poros desconectados: vermelho
Poros desconectados: verde
Caminho do fluxo principal: azul Tamanho das imagens: 1,2 mm
Propriedades físicas do meio poroso

Classificação Geológica da Porosidade


• Porosidade primária ou Intergranular: Que se
desenvolveu ao mesmo tempo que os sedimentos
foram depositados.
• Porosidade secundária ou induzida: Ocorre por um
processo geológico ou artificial posterior à
deposição de sedimentos.
Propriedades físicas do meio poroso
Classificação Geológica da Porosidade

Porosidade interpartícula
Cada grão é separado, dando um arranjo
similar de espaço poroso como o arenito.

Porosidade intergranular
O espaço dos poros é criado dentro dos
grãos individuais que estão
interconectados.

Porosidade intercristalina Produzido por


espaços entre cristais de carbonato.

Porosidade Mouldic
Poros criados pela dissolução de conchas,
etc.
Propriedades físicas do meio poroso
Classificação Geológica da Porosidade

Porosidade fraturada
Espaçamento dos poros criado pelo
rachaduras do tecido rochoso.

Porosidade do canal
Semelhante à porosidade da fratura,
mas maior.

Porosidade Vuggy
Criado pela dissolução de fragmentos,
mas desconectado.
Propriedades físicas do meio poroso

Fatores que afetam a porosidade


• Tipo de embalagem:

Embalagem
Cúbico Embalagem
Rhombo
Propriedades físicas do meio poroso

Fatores que afetam a porosidade


• Grau de cimentação ou consolidação. Cimento que
une os grãos e que pós-deposição, quer por
diluição dos mesmos grãos, quer por transporte.
Propriedades físicas do meio poroso

Fatores que afetam a porosidade


• Geometria e distribuição de grãos: É devido à
uniformidade ou classificação dos grãos, quando os
grãos são mais arredondados, proporcionam maior
homogeneidade ao sistema e, portanto, maior será
a porosidade.
Propriedades físicas do meio poroso
Permeabilidade
• A permeabilidade é uma propriedade do meio
poroso que mede a capacidade da formação de
transmitir fluidos. É a medida da facilidade com
que a rocha permitirá a passagem de fluidos.
Propriedades físicas do meio poroso
Permeabilidade
• Ao contrário da porosidade, a permeabilidade não
pode ser definida separadamente do fluxo de
fluido. Para que uma rocha seja Permeável, ela
deve conter poros interconectados.
• A permeabilidade do reservatório é geralmente
citada em milidarcies, (md).
Propriedades físicas do meio poroso
Lei de Darcy:
Em 1856, Darcy investigou o fluxo de água através de
um filtro de areia para purificá-lo:

Coluna cheia de areia

Q - Taxa de
descarga [L3 / T]
Propriedades físicas do meio poroso

Esta lei é valida para escoamentos laminares de fluido Newtoniano

Onde:
qf = Vetor velocidade do fluido;
k = tensor de permeabilidade
uf = viscosidade do fluido;
pf = pressão do fluido;
g = Vetor gravidade
Propriedades físicas do meio poroso
TIPOS DE PERMEABILIDADE

Permeabilidade Absoluta
Quando o meio está completamente saturado com um fluido, a medição da
permeabilidade é muitas vezes referida como permeabilidade específica ou
absoluta.

Permeabilidade Efetiva

Quando os espaços dos poros da rocha contêm mais de um fluido, a


permeabilidade a um determinado fluido é chamada de permeabilidade efetiva. A
permeabilidade efetiva é uma medida da capacidade de condutância de fluidos de
um meio poroso a um fluido particular quando o meio está saturado com mais de
um fluido.

Permeabilidade relativa
Definido como a relação entre a permeabilidade efetiva e um fluido em uma
determinada saturação permeabilidade efetiva a esse fluido a 100% de saturação.
Porosidade vs Permeabilidade

A permeabilidade
depende da geometria
dos poros na rocha

Além disso, depende


da conectividade dos
poros.
Porosidade versus Permeabilidade:
Correlações
Porosidade versus Permeabilidade:
Correlações
Permeabilidad Relativa

Imbibition Relative Permeability


(Water Wet Case)
É a relação entre a 1.00
kro @ Swi

Relative Permeability (fraction)


permeabilidade efetiva a uma
determinada saturação e a 0.80

Residual Oil
Saturation
permeabilidade absoluta. Two-Phase Flow
0.60 Region

Irreducible

Saturation
Water
Oil
ko
kro 
0.40

k
0.20
krw @ Sor
Water
0
0 0.20 0.40 0.60 0.80 1.00
Water Saturation (fraction)
Saturação de fluidos
A saturação de um fluido em meio poroso é a fração do
poro ocupado por esse fluido em particular. No caso de
depósitos de hidrocarbonetos (gás ou petróleo), a
saturação raramente é de 100%, devido à existência de
água congênita.

So=Vo/Vp
Sw=Vw/Vp
Sg=Vg/Vp
Viscosidade
Uma propriedade de fluidos que indica sua resistência
ao fluxo, definida como a razão entre a tensão de
cisalhamento e a taxa de cisalhamento.
Valor típico ≈ 0,2 ~ 20.000 cp
Unidade comum: Poise, CP, Pa • s, MPa • s
Molhabilidade
A molhabilidade de um sistema de rocha fluida é uma
propriedade capilar. Esta é a capacidade de um fluido, na
presença de outro, cobrir - estender - a superfície da rocha.

A molhabilidade desempenha um papel muito importante na


produção de gás e óleo e não determina apenas a distribuição
inicial de fluidos no reservatório.

O grau de molhabilidade dos sólidos por algum líquido é


geralmente medido pelo ângulo de contato da interface líquido-
líquido com o sólido.
Molhabilidade

O ângulo de contato é usado para medir a molhabilidade. No


caso de um fluido molhante, o ângulo de contato é menor
que 90°

Se o contato for maior que 90 °, o fluido é referido como não


molhante.
Permeabilidade Relativa: Diferente molhabilidade
1.0 1.0
Relative Permeability, Fraction

Relative Permeability, Fraction


0.8 0.8

0.6 0.6

Oil Oil Water


0.4 0.4

0.2 0.2
Water
0 0
0 20 40 60 80 100 0 20 40 60 80 100
Water Saturation (% PV) Water Saturation (% PV)

Strongly Water-Wet Rock Strongly Oil-Wet Rock


Permeabilidade Relativa: Diferente molhabilidade
Compressibilidade do fluido

A mudança relativa no volume de fluido relacionada a


uma mudança de unidade na pressão.
Unidade comum: MPa-1, psi-1

1 dVo 1 d o
Co  
Vo dp  o dp
Compressibilidade da Rocha

A mudança fracionária no volume do material da rocha


sólida (grãos) com uma mudança de unidade na pressão.

1 dV
Cr 
V dP

1 d
Cr 
 dP
CAPILARIDADE

No nível molecular, forças adesivas estão atraindo moléculas de fluido para o sólido
e forças coesivas estão atraindo moléculas de um fluido para o outro.

Na interface fluido-fluido, essas forças não são equilibradas, levando à forma curva
da interface

Interface líquido-fluido curva devido à capilaridade em um tubo capilar (a)


e em meio poroso (b).
Tensão superficial.
As forças de coesão não são equilibradas em uma interface fluido-fluido.
Moléculas do fluido da fase de molhante na interface experimentam uma
atração líquida em direção ao interior do corpo fluido da fase de
molhamento.
Isso resulta na forma curva da interface.
A relação entre a quantidade de trabalho ΔW necessária para ampliar a
área da interface por ΔA é chamada de tensão superficial

(20)
PRESSÃO CAPILAR
A interface curva entre a fase molhante (w) e a fase de não
molhante (n) é mantida por uma descontinuidade na pressão
microscópica de cada fase. A altura do salto é chamada de
pressão capilar pc:

Pressão capilar em tubo (a), raio de curvatura principal (b).


NATUREZA QUÍMICA DOS FLUIDOS
NO RESERVATORIO

FLUIDOS DE RESERVATORIO

42
CLASSIFICAÇÃO DOS HIDROCARBONETOS

Saturados Alcanos
De cadeia aberta
Não saturados Alquenos e Alquinos
Alifáticos

Saturados Cicloalcanos
Cíclicos
Não saturados Cicloalquenos y
Cicloalquinos

Aromáticos Cíclicos e Insaturados Bencénicos

43
COMPOSTOS PRESENTES NO ÓLEO

ÓLEO BRUTO
ALCANOS OU PARAFINICOS
HIDROCARBONETOS CICLOALCANOS OU NAFTÉNICOS

AROMÁTICOS OU BENCÉNICOS

COMPOSTOS AZUFRADOS
NÃO- COMPOSTOS OXIGENADOS
HIDROCARBONETOS COMPOSTOS NITROGENADOS
COMPOSTOS COM ELEMENTOS
METÁLICOS

44
FRAÇÃO PARA SOLUBILIDADE E ADSORÇÃO

SARA Analysis
Porcentagens em peso dos compostos saturados, aromáticos, resinas e asfaltenos
45
Propriedades das frações de SCN Valores tabulados

46
FRACIONAMENTO POR DESTILAÇÃO

Destilação TBP (True Boiling Point)

ASTM D2892

Standard Test Method for Distillation of Crude Petroleum


(15-Theoretical Plate Column)

47
Classificação do óleo e gás natural

FLUIDOS DE RESERVATORIO

48
CLASSIFICAÇÃO DO ÓLEO

De acordo com sua densidade

Gravedade API Clasificação API


>31.1 Liviano (Light)
22.3 – 31.3 Intermediário (Intermediate)
10 – 22.3 Pesado (Heavy)
<10 Extrapesado (Extraheavy)

49
CLASSIFICAÇÃO DE ÓLEO

De acordo com a natureza química

DIAGRAMA DE TISSOT Y WELTE


50
CLASSIFICAÇÃO DE ÓLEO

De acordo com o conteudo da fração C7+

% molar de C7+ Classificação


>20% Black oil
<20%, >12.5% Volatile Oil

% molar de C7+ Classificação


< 0.7% Dry
<4% Wet
<12.5% Condensate or retrograde
CLASSIFICAÇÃO DO GÁS NATURAL

De acordo com o teor de enxofre

% molar de H2S Clasificación


>5.7 mg/m3(n) Sour
(0.25 gr/(1000 SCF)
<5.7 mg/m3(n) Sweet

De acordo com o seu teor de hidrocarbonetos condensáveis

Gás rico (alto) e gás pobre (baixo)

De acordo com os fluidos produzidos na superfície

Gás livre (somente gás) e gás associado (gás e líquido)


52
MODELOS DE FLUIDOS NO
RESERVATORIOS

FLUIDOS DE RESERVATORIO
53
CURVAS DE PRESSÃO DE VAPOR SUBSTÂNCIAS PURAS

CURVA DE PRESSÃO DO VAPOR

CONCEITOS ASSOCIADOS

Líquido saturado
Líquido subrefrigerado
DIAGRAMA P-T Vapor saturado
Vapor sobreaquecido
Calor latente
Calor sensível 54
VAPORIZAÇÃO DE PRESSÃO CONSTANTE SUBSTÂNCIA PURA

Equilibrio
Líquido subrefrigerado Líquido saturado Líquido-Vapor Vapor saturado Vapor sobreaquecido

T2 T3 T3 T3 T4
T1
Temperatura de ebulição
Calor Sensível Calor Latente
55
PROPIEDADES BÁSICAS DO METANO
Temperatura ebulição normal Temperatura crítica
-161.6 °C -82.6 °C

Pressão crítica 46 bar

LLÍQUIDO

VAPOR
Pressão normal

56
DIAGRAMA P-V

P  2 P 
   0
v  Pc ,Tc v 2  Pc ,Tc

57
DIAGRAMAS DE FASES
SISTEMAS MULTI-COMPONENTES

FLUIDOS DE RESERVATORIO 58
VAPORIZAÇÃO DE PRESSÃO CONSTANTE MISTURA MULTI-
COMPONENTES
Equilibrio
Líquido subrefrigerado Líquido saturado Líquido-Vapor Vapor saturado Vapor sobreaquecido

Temperatura bolha Temperatura do orvalho


T2 T3 T4 T5 T6
T1
Intervalo de ebulição

59
DIAGRAMAS DE FASE PARA SISTEMAS MULTI-COMPONENTES
Pressão
M

Ponto
Cricondenbárico Curva Pontos
de Bolha
L
Líquido
C
PC
Curva Pontos
Líquido de orvalho
mais
Vapor

A
Z

Y Ponto
J Cricondentérmico

X Vapor
I
B

Temperatura
TC
CONCEITOS ASSOCIADO

61
CLASSIFICAÇÃO DOS RESERVATORIOS DE ACORDO
COM A POSIÇÃO RELATIVA DA TEMPERATURA
DO RESERVATÓRIO EM RELAÇÃO À
TEMPERATURA CRÍTICA DO FLUIDO

FLUIDOS DE RESERVATÓRIO
62
CLASSIFICAÇÃO DOS RESERVATORIOS

Reservatório de óleo, TR<TC Reservatório de gas, TR>TC

63
CLASSIFICAÇÃO DOS RESERVATORIOS
Pr>Pb Tr
óleo subsaturado

Pr=Pb
óleo saturado

Pr<Pb
Reservatorio bifásico ou
com capa de gás

64
OS CINCO FLUIDOS DE
RESERVATÓRIO

FLUIDOS DE RESERVATÓRIO

65
CLASSIFICAÇÃO DOS FLUIDOS

ÓLEO PRETO (BLACK OIL)


ÓLEOS ÓLEO VOLÁTIL
(VOLATILE OIL)
GÁS RETROGRADO O GÁS
CONDENSADO
GASES (RETROGRADE GAS
CONDENSATE)
GÁS ÚMIDO (WET GAS)

GÁS SECO (DRY GAS)


66
PARÁMETROS DE COMPARAÇÃO

Amplitude
Composição química Diagramas de fases Linhas de
qualidade

reservatório Curvas de
DIFERENÇAS EM encolhimento ou
Performance
Comportamento
volumétrico e fases

Trajetória
Reservatório-Superficie Fatores
Volumétricos
67
GÁS SECO (GÁS SECO)
COMPOSIÇÃO QUÍMICA
Danesh

Guajira
N2 1.98
CO2 0.06
C1 96.98
C2 0.58
C3 0.18
Ic4 0.09
Pedersen nC4 0.03
C5+ 0.1

68
GÁS SECO (DRY GAS)

69
FATOR VOLUMÉTRICO DE GÁS DE TAMBOR
(Fator de Volume da Formação de Gases)

Fator de Expansão

VgCE Vg CE
Eg 
Vg CY

Fator de gás volumétrico


Gás FVF

VgCY Vg CY
Bg 
Vg CE

70
GÁS ÚMEDO (GÁS MOLHADO)
COMPOSIÇÃO QUÍMICA

McCain

71
GÁS MOLHADO (WET GAS)

72
WET GAS
FATOR VOLUMÉTRICO

VcCE
VgCE
Fator volumétrico de gás úmido

Vg CY
Bwg 
Vc CE
McCain
VgCY

73
ÓLEO PRETO (BLACK OIL)

C7+ = 14.3

C7+ = 3.04
C7+= 57.64
C7+ = 33.4
74
BLACK OIL

75
BLACK OIL CURVA DE MERMA

Liquid shrinkage curve

76
COMPORTAMENTO DO RESERVATORIO NA SUPERFÍCIE

77
COMPORTAMENTO RESERVATÓRIO-SUPERFICIE

GAS OIL RATIO (GOR)

Qg  PCE SCF 
GOR   , 
Qo  BE STB 

78
ÓLEO VOLÁTIL

79
ÓLEO VOLÁTIL CURVA DE ENCOLHIMENTO

Liquid shrinkage curve

80
COMPOSIÇÃO DO GÁS CONDENSADO

81
GÁS CONDENSADO

82
CURVA DE DESEMPENHO DE LÍQUIDOS CONDENSADOS
COM GÁS

Liquid dropout curve


83
CLASSIFICAÇÃO DE FLUIDOS - TAREK AHMED

ORDINARY BLACK OIL


VOLATILE CRUDE OIL
OIL
NEAR-CRITICAL CRUDE OIL
LOW-SHRINKAGE OIL
RETROGRADE GAS-CONDENSATE

NEAR-CRITICAL GAS-CONDENSATE

GASES WET GAS

DRY GAS

84
NEAR CRITICAL OIL - CURVA DE MERMA

85
LOW SHRINKAGE OIL- CURVA DE MERMA

86
NEAR CRITICAL GAS CONDENSATE – CURVA DE
DESEMPENHO

87
COMPARAÇÃO DE DIAGRAMAS DE FASE

88
COMPARAÇÃO DAS CURVAS DE MERMA OU DE
DESEMPENHO

89
MERMAS E DESEMPENHOS LÍQUIDOS

90
Relação entre a temperatura do reservatório e o Tc

LSO BO VO NCCG CG WG DG
NCVO 91
DRY GAS

WET GAS

C1-C2
GAS CONDENSATE

NEAR CRITICAL GC

C3-C6
NEAR CRITICAL VO

VOLATILE OIL

BLACK OIL
C7+
LOW SHRINKAGE OIL

92
PARÂMETROS DE PVT OU FATORES
VOLUMÉTRICOS

FLUIDOS DE RESERVATÓRIO

93
FATOR VOLUMÉTRICO DE GÁS SECO
(Fator de Volume da Formação de Gases)

Fator de Expansão

VgCE Vg CE
Eg 
Vg CY

Fator de gás volumétrico


Gás FVF

VgCY Vg CY
Bg 
Vg CE

94
WET GAS
FATOR VOLUMÉTRICO

Fator volumétrico de gás úmido


VcCE
VgCE
Vg CY
Bwg 
Vc CE
McCain

VgCY

95
BLACK OIL - DRY GAS

96
BLACK OIL - DRY GAS

97
BLACK OIL
FATORES VOLUMÉTRICOS

PY > PB

VoCE
VgCEd

Vg CEd
RS 
VoCE
VoCY

98
BLACK OIL
FATORES VOLUMÉTRICOS

PY < PB

VoCE VgCEL
VgCEd

Vg CY
Bg 
Vg CE

VoCY VgCY

99
ÓLEO VOLÁTIL-GÁS CONDENSADO

100
ÓLEO VOLÁTIL-GAS CONDENSADO

101
VOLATILE OIL
FATORES VOLUMÉTRICOS

PY < PB

VoCE VgCEL
VgCEd

VoCY VgCY

102
CRITÉRIOS PARA A IDENTIFICAÇÃO
DE FLUIDOS

FLUIDOS DO RESERVATÓRIO

103
CRITÉRIOS PARA A IDENTIFICAÇÃO DE FLUIDOS

104
CRITÉRIOS PARA A IDENTIFICAÇÃO DE FLUIDOS

105
CRITÉRIOS PARA A IDENTIFICAÇÃO DE FLUIDOS

106
CRITÉRIOS PARA A IDENTIFICAÇÃO DE FLUIDOS

107
TENDÊNCIAS NA VARIAÇÃO DA GRAVIDADE DE GOR E API

108