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Dietary Lutein Modulates Growth and

Survival Genes in Prostate Cancer


Cells
*A Introdução da Luteína na Dieta Modula os Genes de
Crescimento e Sobrevivência nas Células de Câncer de Próstata

JOURNAL OF MEDICINAL FOOD


J Med Food 18 (2) 2015, 173-181

Autores:
Mohamed M. Rafi, Saravanan Kanakasabai, Sarita V. Gokarn¹, Eric G. Krueger² e
John J. Bright²
Análise do Título:
A Introdução da Luteína na Dieta Modula os Genes de
Crescimento e Sobrevivência nas Células de Câncer de Próstata

● Podemos ver pelo título do artigo que seu tema central é a Luteína e sua relação
com o desenvolvimento do câncer de próstata

● Os autores destacam a parte da modulação genética pois de todos os resultados do


artigo, este é o mais genuíno e revelador

● Os fatores de Crescimento e Sobrevivência genética também são as noções


centrais dos resultados deste artigo

● Descritores/Palavras-Chave: Prevenção de Câncer; Carotenóides; Luteína;


Células PC-3; Câncer de Próstata
Introdução:
● Estudos com a Luteína já têm sido realizados no sentido de identificá-la
como uma substância possivelmente eficaz no tratamento de câncer e de
inflamações em geral.

● Estudos também já demonstraram que a Luteína pode ter uma importante


ação anti-inflamatória.

● Entretanto, nada que estudasse a correlação entre a Luteína e o Câncer de


Próstata havia sido publicado até hoje.

● Este estudo tenta corroborar a hipótese de que a Luteína é um potente


aliado no tratamento do câncer de próstata
Objetivos Gerais:
● Buscar evidências para a hipótese de que a Luteína pode ajudar no
controle da proliferação das células do Câncer de Próstata e na eficácia de
seu tratamento quimioterápico.

● Identificar, mapear e entender o ciclo de ação dos genes associados ao


desenvolvimento, à sobrevivência e à proliferação do câncer de próstata.
Metodologia:
Células do tipo PC-3 de câncer de próstata foram colocadas em diferentes culturas
na presença e na ausência de Luteína. As seguintes culturas foram feitas, divididas
em dois grandes grupos:

I- Agentes Quimioterápicos, sendo eles a Doxorubleína, o Paclitaxel e a


Temozolomida;

II- Agonistas do PPARy, sendo eles o 15d-PGJ12, a Ciglitazona e a


Pioglitazona.
Metodologia:
Nestas culturas, foram analisadas as seguintes variáveis:

a) Proliferação das células

b) Ciclo da célula

c) Apoptose

d) Microarranjo do DNA

e) Análise quantitativa da reação da transcriptase reversa


Resultados:
I- A Luteína induz uma resposta antiproliferativa no câncer de próstata

Vemos nos gráficos ao lado como a Luteína


induz um maior índice de inibição. Todas as
colunas em preto dizem respeito ao índice
de proliferação das células cancerosas com
a presença de Luteína, variando de acordo
com o composto medicamentoso que está
combinado a ela.

Em todos os casos, a presença de Luteína


diminui a taxa de proliferação das células
cancerosas.
Resultados:
II- A Luteína modula a progressão do ciclo celular no câncer de próstata

Os gráficos ao lado mostram os ciclos celulares e suas fases


divididas em SubG0, G0/G1, Fase S, e G2/M.

Vemos que em todos os casos há um incremento significativo


da fase SubG0, onde acredita-se que ocorra a apoptose e a
morte celular.
Resultados:
III- A Luteína promove a morte celular no câncer de próstata

Vemos nos gráficos ao lado como a Luteína induz um maior


índice de apoptose e morte celular no geral. Todas as
colunas à direita dizem respeito ao índice apoptose (linhas 1
e 3) e morte celular (linhas 2 e 4) com a presença de Luteína,
variando de acordo com o composto medicamentoso que está
combinado a ela.

Em todos os casos, a presença de Luteína aumenta


significativamente a taxa de apoptose e morte celular.
Resultados:
IV- A Luteína inibe a expressão dos genes associados ao crescimento e à
sobrevivência do câncer de próstata
Através do Kit SuperArray obtêm-se 263 marcadores genéticos
relativos ao câncer de próstata

A análise dos biomarcadores é feita através de um sistema


avançado de detecção quimioluminescente e visualizado
posteriormente numa chapa de raio-x.

Esta chapa de raio-x fotografada e as diferenças entre a cultura


com e sem a Luteína podem ser vistas na imagem, onde estão
identificados alguns dos genes biomarcadores do câncer de
próstata nos quais nota-se diferença quando da administração
da Luteína:
Conclusão, Discussão e Limitações do Estudo:
● Estudo pioneiro na correlação entre Luteína e Câncer de Próstata, portanto, traz mais dúvidas, problemas e
desafios que soluções prontas;

● O trabalho com genes biomarcadores e a identificação daqueles genes que têm relação direta ou indireta com
o câncer de próstata e com a ação da Luteína sobre a evolução das células cancerosas abre caminho para
muitos novos estudos;

● Os próprios autores comentam da importância de ainda aprofundar os estudos que foram iniciados por eles.
“Os genes que foram identificados precisam ainda de estudos genéticos, funcionais e/ou bioquímicos”.

● Há que levar-se em conta que estes estudos não seriam possíveis há 10 anos ou menos devido a novas
técnicas e tecnologias desenvolvidas neste tempo. Portanto, principalmente no que diz respeito à identificação
de biomarcadores, em alguns anos novas tecnologias devem abrir espaço para outras possibilidades que hoje
sequer somos capazes de vislumbrar.