Вы находитесь на странице: 1из 34

28 Crenças da igreja

adventista do sétimo
dia.
SÉRIE IASD FLORESTA / AC
2ª Trindade
 Há um só Deus: Pai, Filho e Espírito Santo, uma unidade de três
Pessoas coeternas. Deus é imortal, onipotente, onisciente, acima de
tudo e sempre presente. Ele é infinito e está além da compreensão
humana, mas é conhecido por meio de sua autorrevelação. Deus, que
é amor, para sempre é digno de culto, adoração e serviço por parte de
toda a criação.
 Quando João, referindo-se a Jesus, escreveu: “Veio para o que era
seu, e os seus não o receberam” (Jo 1:11), Suas palavras tinham
aplicação não apenas para a multidão ali reunida, e não somente para
a nação israelita, mas efetivamente para todo o mundo, ao longo de
todos os tempos. Exceto um pequeno punhado, todos fracassaram em
reconhecê-Lo como Deus e Salvador. Esse fracasso, o maior e mais
trágico que o homem pode experimentar, mostra que o conhecimento
que a humanidade possui de Deus é radicalmente deficiente.
O conhecimento de Deus

 As numerosas teorias que tentam explicar Deus e os muitos


argumentos que tentam provar ou negar Sua existência, constituem
evidências de que a sabedoria humana é por si própria insuficiente
para penetrar no terreno do divino.

 Depender tão somente da sabedoria humana para aprender acerca de


Deus, é como utilizar uma lupa com o intuito de estudar as
constelações. Portanto, para muitos, a sabedoria de Deus é uma
sabedoria “em mistério” (1Co 2:7).
 Para estes, Deus continua sendo um mistério. A respeito dessa
sabedoria humana, Paulo disse que “nenhum dos poderosos deste
século conheceu; porque, se a tivessem conhecido, jamais teriam
crucificado o Senhor da glória” (1Co 2:8).

 Um dos mais básicos mandamentos das Escrituras é “amarás o Senhor,


teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu
entendimento” (Mt 22:37; cf. Dt 6:5). Não podemos amar alguém a
respeito de quem nada conhecemos; por outro lado, não poderemos
descobrir as coisas profundas de Deus por meio de investigação (Jó
11:7).

 Assim, de que modo poderemos conhecer e amar o Criador?


Deus pode ser conhecido
 A maior manifestação do amor de Deus veio através de Sua suprema
revelação – Jesus Cristo, seu Filho. Pela vida de Jesus, podemos
conhecer o Pai. Como João afirma:

 1João 5:20;

 E Jesus disse: “E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único


Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo 17:3). Essas
são boas-novas. Embora seja impossível conhecer completamente a
Deus, a Bíblia nos apresenta um conhecimento prático dele, que nos é
suficiente para entrarmos em um relacionamento salvífico com Ele.
Como obter conhecimento de Deus?

 Diferente de qualquer outro, o conhecimento de Deus é mais um


assunto do coração humano do que de seu cérebro. Envolve a pessoa
como um todo, e não apenas o intelecto. Deve-se permitir ampla
entrada ao Espírito Santo e manifestar plena disposição de aceitar a
vontade de Deus;

 João 7:17;

 Mateus 11:27.
 Disse Jesus: “Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a
Deus” (Mt 5:8). Descrentes não poderão, portanto, obter genuíno
conhecimento de Deus.

 I Coríntios 1:20-21

 Referindo-se à sabedoria dos incrédulos, Paulo exclamou: “Então, o


que acontece com esses sábios, esses eruditos, esses brilhantes
comentaristas das grandes questões mundiais? Deus fez com que todos
eles parecessem ridículos, e mostrou que a sabedoria deles é uma
tolice inútil. Deus, em sua sabedoria, providenciou para que o mundo
nunca encontrasse a Deus por meio da inteligência humana. E então,
Ele se manifestou e salvou todos quantos creram em sua mensagem –
essa mesma que o mundo considera absurda e ridícula”.
 O modo como adquirimos o conhecimento de Deus a partir da Bíblia é
diferente de todos os outros métodos de aquisição de conhecimento.
Não podemos nos colocar acima de Deus, tratando-o como um objeto
capaz de ser analisado e quantificado. Aquele que se propõe a obter
conhecimento de Deus, deve se colocar sob a jurisdição de sua
autorrevelação – a Bíblia. Uma vez que a Bíblia interpreta a si própria,
devemos nos sujeitar aos princípios e métodos que ela provê. Sem
esses parâmetros bíblicos, não podemos conhecer a Deus.
Por que tantas pessoas dos dias de Cristo
fracassaram em ver a
autorrevelação de Deus em Jesus?

 Porque elas recusaram se sujeitar à orientação do Espírito Santo por


meio das Escrituras, interpretando erroneamente as mensagens de
Deus e crucificando o Salvador.

 Seu problema não era de ordem intelectual. Foi o endurecimento de


seu coração que lhes obscureceu a mente, resultando em perda
eterna.
A Existência de Deus

 Há duas principais fontes de evidência para a existência de Deus:

 O livro da natureza;

 Escrituras.
Evidências da Criação
 A intuição de que Deus existe é encontrada mesmo entre aqueles que
não têm acesso à Bíblia. Essa revelação geral de Deus fez surgir
considerável número de clássicos argumentos racionais em favor da
existência de Deus.

 Salmos 19:1

 Romanos 1:20

 A intuição de que Deus existe é encontrada mesmo entre aqueles que

não têm acesso à Bíblia. Essa revelação geral de Deus fez surgir

considerável número de clássicos argumentos racionais em favor da

existência de Deus.
Evidências nas Escrituras
 A Bíblia não prova a existência de Deus, ela simplesmente a assume. O
texto inicial das Escrituras declara: “No princípio, criou Deus os céus e
a terra” (Gn 1:1). Aqui Deus é descrito como criador, sustentador e
legislador de toda a criação. A Bíblia ainda destaca que a revelação
divina, na criação, é tão vigorosa que não resta margem para a
descrença ou mesmo o ateísmo. Este último resulta de uma
persistente supressão da verdade divina ou da mente que se recusa a
reconhecer as evidências de que Deus existe;

 Hebreus 11:6.

 Há suficientes evidências da existência de Deus para convencer todo


aquele que, de maneira séria, busca descobrir a verdade sobre Ele.
Contudo, fé é um pré-requisito;
A soberania de Deus

 A soberania de Deus é claramente ensinada nas Escrituras;


 Daniel 4:35;
 Apocalipse 4:11;
 Tiago 4:15.
Predestinação e liberdade humana

 A Bíblia revela o pleno controle de Deus sobre o mundo. Ele


“predestinou” pessoas “para serem conformes à imagem de seu Filho”
(Rm 8:29), para serem adotadas como seus filhos e para obterem a
herança (Ef 1:4, 5, 11).

 O que representa tal soberania para a liberdade humana?


 O verbo predestinar significa “determinar antecipadamente”. Alguns
entendem que essas passagens ensinam que Deus elegeu
arbitrariamente alguns para a salvação e outros para a perdição, sem
considerar as escolhas dessas pessoas. Mas o estudo do contexto de
tais passagens mostra que Paulo não está falando de um Deus que
caprichosamente exclui a quem quer que seja.

 O impulso desses textos é inclusivo. A Bíblia declara, sem rodeios, que


Deus “deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno
conhecimento da verdade” (1Tm 2:4). Ele não quer que qualquer
pessoa “pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe
3:9).
 Não existe qualquer evidência de que Deus decretou que algumas
pessoas devam se perder; semelhante decreto seria uma negação do
Calvário, onde Jesus morreu em favor de todos.

 João 3:16

 A expressão todo aquele no conhecido texto de João 3:16, significa


que qualquer pessoa pode ser salva.
 “Deus pode ver antecipadamente todas as decisões individuais que
serão tomadas, mas em sua presciência Ele não determina quais
devem ser estas escolhas. A predestinação bíblica consiste no efetivo
propósito de Deus, de que todos aqueles que crerem em Cristo sejam
salvos;”

 Assim, o que deseja dizer a Escritura quando afirma que Deus amou
Jacó e aborreceu Esaú? Romanos 9:13

 O contexto dessas passagens mostra que o interesse de Paulo é pela


missão, e não pela salvação.
 A Redenção acha-se disponível para todos, mas Deus escolheu
determinadas pessoas para responsabilidades especiais. A salvação
achava-se igualmente disponível para Jacó e Esaú, mas Deus escolheu
Jacó – e não Esaú – para constituir a linhagem por intermédio da qual
Ele haveria de enviar a mensagem de salvação ao mundo. Deus
exerceu soberania em sua estratégia missionária.
Conhecimento antecipado e Liberdade
humana
 Alguns creem que Deus se relaciona com as pessoas sem efetivamente
conhecer as suas decisões até que elas tenham sido tomadas; que
Deus conhece certos eventos futuros, tais como o segundo advento, o
milênio e a restauração da Terra, mas não tem ideia de quais serão as
pessoas salvas. Essas pessoas sentem que as dinâmicas relações de
Deus com a raça humana estariam em perigo se Ele conhecesse tudo
aquilo que transpira de eternidade a eternidade. Alguns sugerem que
Ele se sentiria entediado se conhecesse o fim desde o princípio.
 Assim como o conhecimento que um historiador tem daquilo que as
pessoas fizeram no passado não interfere na ação delas, o
conhecimento divino a respeito daquilo que os homens irão fazer não
interfere em suas decisões efetivas. Da mesma forma como uma
câmera registra as cenas mas não interfere nelas, o conhecimento
antecipado de Deus penetra o futuro sem alterá-lo. A presciência de
Deus jamais viola a liberdade humana.
Dinamismo interno da Divindade

 Porventura existe apenas um Deus? O que dizer de Cristo e do Espírito


Santo?

 Em contraste com o paganismo das nações circunvizinhas, Israel cria


na existência de um Deus único (Dt 4:35) . O Novo Testamento
estabelece a mesma ênfase quanto à unidade de Deus (Mc 12:29-32;
Jo 17:3). Essa ênfase monoteísta não contradiz o conceito cristão de
um Deus triúno ou Trindade – Pai, Filho e Espírito Santo. Em vez disso,
enfatiza que não existe um panteão com várias divindades.
A pluralidade interna da Divindade

 Embora o Antigo Testamento não ensine explicitamente que Deus é


triúno, ele alude à pluralidade interna da Divindade. Por vezes, Deus
utiliza pronomes e verbos no plural, como : “Façamos o homem à
nossa imagem, conforme a nossa semelhança” (Gn 1:26);

 “Eis que o homem se tornou como um de nós” (Gn 3:22);

 Várias referências distinguem o Espírito de Deus do próprio Deus. Na


história da criação, lemos que “o Espírito de Deus pairava por sobre as
águas” (Gn 1:2).
 Alguns textos não apenas fazem referência ao Espírito, como também
incluem uma terceira pessoa na obra redentora de Deus:

 Isaías 48:16;

 “Agora, o SENHOR Deus [Deus Pai] me enviou a mim [o Filho de Deus]


e o seu Espírito [o Espírito Santo].”

 Isaías 42:1;

 “Pus [Deus Pai] sobre Ele [o Messias] o meu Espírito [Espírito Santo], e
Ele promulgará o direito para os gentios”.
O relacionamento interno da
Divindade

 O primeiro advento de Cristo nos provê alguns lampejos mais claros a


respeito do Deus triúno. O evangelho de João revela que a Divindade
consiste em Deus Pai (ver capítulo 3 deste livro), Deus Filho (capítulo
4) e Deus Espírito Santo (capítulo 5), uma unidade de três pessoas
coeternas que se inter-relacionam de forma única e misteriosa;

 1 - Relacionamento amorável;

 2 - Relacionamento funcional.
Relacionamento amorável
 No momento em que Jesus exclamou: “Deus meu, Deus meu, por que
me desamparaste?” (Mc 15:34), sofria Ele o afastamento de seu Pai,
que o pecado causara. O pecado rompeu o relacionamento original da
humanidade com Deus (Gn 3:6-10;Is 59:2). Em suas últimas horas
antes da cruz, o Salvador, que por si mesmo não conhecia o pecado,
tornou-se pecado por nós. Ao assumir nosso pecado e nosso lugar,
experimentou Ele a separação do Pai que representava a nossa sorte,
e, consequentemente, pereceu.
 Os pecadores jamais compreenderão o que a morte de Jesus representou para a
Divindade. Desde a eternidade fora Ele um com o Pai e o Santo Espírito. Eles haviam
existido como coeternos, em uma coexistência em que se ofereciam a si próprios
mutuamente em amor. Tendo estado juntos durante tanto tempo, compreende-se o
perfeito e absoluto amor que existia entre a Divindade.

 Não existe distância entre as Pessoas da Divindade triúna. Todas elas são divinas, e
assim compartilham seus poderes e qualidades divinos. Nas organizações humanas, a
autoridade final repousa sobre uma pessoa – um presidente, rei ou primeiro-ministro.
Na economia da Divindade, a autoridade final reside sobre todos os três membros.

 Embora a Divindade não seja apenas uma Pessoa, Deus é um em propósito, mente e
caráter. Essa unicidade não ofusca as personalidades distintas do Pai, do Filho e do
Espírito Santo. Tampouco a existência dessas personalidades separadas destrói o
conceito monoteísta das Escrituras, de que Pai, Filho e Espírito Santo são um único
Deus.
Relacionamento funcional

 Dentro da Divindade existe uma distribuição de funções. Deus não


duplica desnecessariamente o serviço. Ordem é a primeira lei do Céu,
e Deus opera de maneira ordenada. Essa organização parte da unidade
interna da Divindade. O Pai parece atuar como fonte, o Filho como
mediador e o Espírito Santo como atualizador ou aplicador;

 A encarnação ilustra de forma bonita o relacionamento funcional


entre as três Pessoas da Divindade. O Pai entregou seu Filho, Cristo
deu-se a si próprio e o Espírito Santo operou a concepção de Jesus
 O testemunho do anjo a Maria indicou as atividades dos três no processo
misterioso em que Deus Se fez homem.

 “Descerá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te envolverá


com a sua sombra; por isso, também o ente santo que há de nascer será
chamado Filho de Deus” (Lc 1:35).

 Nos dias atuais, Pai e Filho chegam até nós por intermédio do Espírito
Santo. Jesus disse: “Quando, porém, vier o Consolador, que Eu vos
enviarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que dele procede, Esse
dará testemunho de mim” (Jo 15:26). O Pai e o Filho enviaram o Espírito
para que Ele revelasse o Filho a cada pessoa. O grande fardo que repousa
sobre a Divindade é trazer a cada pessoa o conhecimento de Deus e de
Jesus Cristo e tornar Jesus presente e real. Os crentes são eleitos para a
salvação, diz Pedro, “segundo a presciência de Deus Pai, em santificação
do Espírito, para a obediência e a aspersão do sangue de Jesus Cristo”
(1Pe 1:2).
 Embora todos os três membros da Divindade trabalhem em conjunto
para a nossa salvação, somente Jesus viveu como homem, e se tornou
o nosso salvador. Uma vez, porém, que “Deus estava em Cristo
reconciliando consigo o mundo” (2Co 5:19), Deus também poderia ser
designado como nosso Salvador, pois Ele nos salvou por meio de
Cristo, o salvador.
Foco na salvação
 A igreja apostólica batizava as pessoas em nome do Pai, do Filho e do
Espírito Santo (Mt 28:19). Uma vez, porém, que foi pela vida de Jesus
que ocorreu a revelação do amor e do propósito de Deus, é nele que a
Bíblia se centraliza.

 Ele é a esperança antecipada pelos sacrifícios e festivais do Antigo


Testamento. É Ele quem ocupa a posição central nos evangelhos. Ele
representa as boas-novas proclamadas pelos discípulos em seus
sermões e escritos – a Bendita Esperança. O Antigo Testamento dirige
seu olhar para o futuro, esperando-o; o Novo Testamento relata seu
primeiro advento e prossegue olhando para o futuro, em direção a sua
segunda vinda.
 Cristo, o Mediador entre Deus e o homem, estabelece nosso vínculo de união
com a Divindade. Jesus é “o caminho, e a verdade, e a vida” (Jo 14:6). As
boas-novas acham-se centralizadas em uma Pessoa, e não apenas em uma
prática. Têm a ver com um relacionamento, não apenas com regras – pois o
cristianismo é Cristo. Nele encontramos o cerne, o conteúdo e o contexto de
todas as verdades e da vida.

 Contemplando a cruz, conseguimos olhar o interior do coração de Deus.


Naquele instrumento de tortura, Ele derramou seu amor por nós. Por meio de
Cristo, o amor da Divindade ocupa por completo nossos corações doridos e
vazios. Jesus permaneceu ali pendurado como o dom de Deus e nosso
substituto. Na cruz do Calvário, Deus desceu à Terra, ao ponto mais baixo
imaginável, a fim de nos encontrar; mas esse mesmo lugar representa o ponto
mais alto que nós podemos atingir. Quando nos aproximamos do Calvário,
subimos ao lugar mais alto possível em direção a Deus.
 Na cruz, a Trindade demonstrou a maior revelação de altruísmo. Foi
aquela a nossa mais elevada revelação de Deus. Cristo se tornou
humano a fim de morrer pela raça humana. Ele valorizou a
autonegação como sendo mais valiosa que a autoexistência. Ali Cristo
se tornou nossa “justiça, e santificação, e redenção” (1Co 1:30).
Qualquer que seja o valor que tenhamos ou venhamos a ter, este
provém do sacrifício que Ele efetuou na cruz.
 O único Deus verdadeiro é o Deus da cruz. Cristo desvendou ao
universo o infinito amor e poder salvador de Deus; Ele revelou um
Deus triúno que se dispôs a suportar a agonia da separação em virtude
de seu amor incondicional por um planeta rebelde. Da cruz, Deus
proclamou o amorável convite que nos dirige: devemos nos
reconciliar, “e a paz de Deus, que excede todo o entendimento,
guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus” (Fp 4:7).

Похожие интересы