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Capítulo 9

CONTINUAÇÃO

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9.4 – PRINCÍPIO DO AUMENTO DA ENTROPIA PARA UM VOLUME DE
CONTROLE
A mesma conclusão que tivemos para o princípio do aumento da entropia para um
sistema é alcançada no caso da análise de um volume de controle. Para demonstrar
isso, consideremos um volume de controle ilustrado abaixo, onde existem
transferências de calor e massa com o meio. Admita que a temperatura no local
onde a transferência de calor ocorre seja T0 .

Verifica-se que a equação da segunda lei


para esse processo fica:

dSv.c Q v.c
 m
 e se   m
 s ss  
dt v.c T

O primeiro termo representa a taxa de variação de entropia dentro do volume de


controle, e os termos seguintes referem-se ao fluxo líquido de entropia para fora do
volume de controle, como resultado dos fluxos de massa. E para o meio, temos:

dS meio Q v.c
 m
 s ss   m
 e se 
dt T0 2
9.4 – PRINCÍPIO DO AUMENTO DA ENTROPIA PARA UM VOLUME DE CONTROLE

dSv.c Q v.c
  m e se   m s ss  
dt v.c T

dS meio Q v.c
 m
 s ss   m
 e se 
dt T0
Somando as duas equações acima, temos:
dSliq
dS v.c dS meio Q v.c Q v.c
   
dt dt dt v .c T T0
como Q v.c  0 quando T  T e Q  0 quando T  T , temos que :
0 v .c 0

dSliq dSv.c dS meio


    S ger  0
dt dt dt

Este resultado é chamado de enunciado geral do princípio do aumento da entropia.


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9.4 – PRINCÍPIO DO AUMENTO DA ENTROPIA PARA UM VOLUME DE CONTROLE

dSliq dSv.c dS meio


    S ger  0
dt dt dt

Se considerarmos o processo em regime permanente, a equação acima reduz para:

dSliq dS meio dS meio Q v.c


   S ger  0 onde  m
 s ss   m
 e se 
dt dt dt T0
No caso do processo em regime uniforme, tanto o termo relativo ao volume de
controle como o relativo ao meio devem ser determinados; cada um deles sendo
integrado ao longo do intervalo de tempo t, obtendo-se:

Slíquido  S v.c  S meio Sv.c  (m2 s2  m1s1 )v.c

Qv.c
S meio    ms ss  me se 4
T0
9.5 – EFICIÊNCIA

A segunda lei da termodinâmica conduz ao conceito de eficiência térmica de um


motor cíclico térmico representada pela seguinte equação:

Wliq Onde Wliq é o trabalho líquido do ciclo


térmico  e QH é o calor tran sferido do corpo a alta temperatu ra para o ciclo.
QH
Neste capítulo iremos introduzir a eficiência de um processo. Por exemplo, podemos estar
interessados na eficiência da turbina de uma usina de potência a vapor ou do compressor
de um ciclo de turbina a gás levando em conta a segunda lei da termodinâmica.
Desta forma, podemos dizer que a eficiência de uma máquina onde ocorre um processo
envolve uma comparação entre o desempenho real da máquina, sob dadas condições, e
o desempenho que ela teria num processo ideal.
Tomemos como exemplo uma turbina, o processo ideal para este equipamento é um
processo adiabático e reversível, ou seja, um processo isoentrópico entre o estado na
entrada e a sua pressão de saída .
Assim, pe, Te e ps, são variáveis de projeto porque tanto a pressão quanto a
temperatura de alimentação do vapor são determinadas pelos equipamentos
localizados antes da turbina e o valor da pressão na descarga da turbina é fixado pelo
ambiente onde a descarga de vapor é realizada.
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9.5 – EFICIÊNCIA

Assim, o processo ideal na turbina, ver figura abaixo, ocorre do estado e até o estado ss.
Entretanto, o processo real na turbina é irreversível e, assim, a entropia do vapor na
seção de descarga da turbina (estados) é maior do que aquela referente ao estado ss.
Observa-se que o estado ss se encontra na região bifásica e que o estado s pode estar
localizado na região bifásica ou na região de vapor superaquecido, dependendo das
irreversibilidades presentes no processo real. Se wa for o trabalho real realizado por
unidade de massa de vapor que escoa na turbina e por ws o trabalho que seria realizado
num processo adiabático e reversível (ideal) entre o estado na entrada e a pressão de
saída da turbina, a eficiência isoentrópica da turbina pode ser definida por:

w As turbinas apresentam
turbina_ isoentrópica  a eficiências isoentrópicas
ws entre 0,70 e 0,85

se fizermos a mesma análise para um compressor,


iremos verificar que o consumo real de trabalho
será maior que o consumo de trabalho num
processo isoentrópico equivalente, assim, a
eficiência isoentrópica pode ser definida pela
relação: w
 compressor_ isoentrópico  s
wa
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Eficiências isoentrópicas entre 0,70 e 0,85
9.5 – EFICIÊNCIA

Vamos analisar agora o rendimento de um bocal. Os bocais são equipamentos


utilizados para a produção de escoamentos com velocidades altas a partir de uma
queda de pressão no escoamento. Deste modo, o objetivo principal é obter a máxima
energia cinética na seção de descarga do bocal. Este equipamento é um dispositivo
considerado adiabático na realização do processo. Sendo assim, o processo ideal
para este é um adiabático e reversível, ou seja, isoentrópico.

A eficiência isoentrópica de um bocal é a relação entre a energia cinética real do


fluido na saída do bocal, (m.Va2)/ 2 , e a energia cinética produzida num
escoamento isoentrópico entre as mesmas condições de entrada e a pressão de
saída, (m.Vs2)/2 .

 m.Va2 
 
 2  Va2
bocal _ isoentrópica  bocal _ isoentrópica  2
 m.Vs2  Vs
 
 2 
Observe que a eficiência de um dispositivo que envolve um processo (em lugar de
um ciclo) é definida pela comparação entre o desempenho real e o que seria obtido
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em um processo ideal relacionado e bem definido.
Capítulo 9
APLICAÇÕES

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APLICAÇÕES
9.19 Uma turbina é alimentada com vapor d'água a 1200 kPa e 500 ºC. A pressão e a
temperatura na seção descarga do equipamento são iguais a 200 kPa e 275 ºC. Qual é
a eficiência isoentrópica dessa turbina? Primeira lei:
dEvc  1 2 1 2
 Qvc  Wvc   me (he  Ve  gZ e )   ms (hs  Vs  gZ s )
  
dt 2 2
Considerações: e  m
m s  m

Processo em regime permanente, turbina adiabática, desprezando a variação de
energia cinética e potencial. A equação acima, por unidade de massa, reduz a:

wa  (he  hs ) e para o trabalho isoentrópico, ws  (he  hs _ iso )


ENTRADA DA TURBINA: pressão e temperatura conhecidas, estado determinado
(vapor d’água superaquecido), Tab.B1.3:
he  3476,3 kJ / kg se  7,6758 kJ / kg.K
SAÍDA DA TURBINA: pressão e temperatura conhecidas, estado determinado (vapor
d’água superaquecido), Tab.B1.3:

hS  3021 kJ / kg sS  7,802 kJ / kg.K


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9.19 Uma turbina é alimentada com vapor d'água a 1200 kPa e 500 ºC. A pressão e a
temperatura na seção descarga do equipamento são iguais a 200 kPa e 275 ºC. Qual é
a eficiência isoentrópica dessa turbina?
he  3476,3 kJ / kg se  7,6758 kJ / kg.K
wa  (he  hs )
hS  3021 kJ / kg sS  7,802 kJ / kg.K
ws  (he  hs _ iso )
PARA O PROCESSO IDEAL (ISOENTRÓPICO), Tab.B1.3:

sS _ iso  se  7,6758 kJ / kg.K hS _ iso  2954 kJ / kg


CÁLCULO DO TRABALHO:

wa  455,3 kJ / kg ws  522,3 kJ / kg
wa 455,3
isoentrópico_turbina  isoentrópico_turbina 
ws 522,3
isoentrópico_turbina  0,872 10
APLICAÇÕES

9.20 A velocidade do escoamento na seção de descarga de um bocal é 500 m/s.


Considerando que o rendimento do bocal é igual a 0,88, determine a velocidade de
descarga do bocal na condição ideal de operação.
Va2
bocal _ isoentrópica  2
Vs
9.22 Vapor d'água entra numa turbina a 3,0 MPa e 450 ºC e é expandido, segundo
um processo adiabático e reversível, até a pressão de 10 kPa. As variações de
energia cinética e potencial, entre as condições de entrada e saída da turbina, são
pequenas e a potência desenvolvida no equipamento é 800 kW. Nestas condições.
qual é a vazão em massa de vapor d'água na turbina?
9.29 Um compressor de R-134a é resfriado com o mesmo refrigerante a baixa
temperatura de modo que o processo de compressão pode ser considerado
isotérmico. A pressão e a temperatura na seção de alimentação do compressor são
iguais a 100 kPa e 0ºC e o fluido é descarregado do equipamento como vapor
saturado. Determine o trabalho e a transferência de calor no processo de
compressão por quilograma de refrigerante que escoa no equipamento.
9.51 Um evaporador instantâneo isolado (flash) é alimentado com 1,5 kg/s de água a
500 kPa e 150 ºC proveniente de um reservatório geotérmico de água quente. Uma
corrente de Líquido saturado a 200 kPa é drenada pelo fundo do evaporador
instantâneo e uma corrente de vapor saturado a 200 kPa é retirada do topo do
evaporador e encaminhada a uma turbina. Determine a taxa de geração de entropia
no processo que ocorre no evaporador instantâneo. 11
APLICAÇÕES

9.72 Um recipiente com volume interno de 0,2 ml inicialmente está vazio. O


recipiente então é carregado com água proveniente de uma linha onde o fluido escoa
a 500 kPa e 200 ºC. O processo de carga termina quando a pressão no recipiente
atinge 500 kPa e é bastante rápido (pode ser considerado adiabático). Determine a
temperatura e a massa de água contida no tanque no final da operação de carga do
tanque. Calcule, também, a entropia total gerada neste processo de carga.
9.84 Uma bomba hidráulica é alimentada com 100 kg/min de água a 20 ºC e 100
kPa. Sabendo que a bomba descarrega a água a 2,5 MPa, determine a potência
necessária para operar a bomba.
9.94 A expansão numa turbina a gás pode ser modelada como um processo politrópico
com n = 1,25. O ar entra na turbina a 1200 K e 0,8 MPa. A pressão na seção de
descarga do equipamento é 125 kPa. Sabendo que a vazão em massa na turbina é 0,75
kg/s, determine a taxa de transferência de calor e a potência no eixo da turbina.

9.96 Um compressor é alimentado com vapor d'água saturado a 1 MPa e na seção


de descarga a temperatura é 650 ºC e a pressão é 17 ,5 MPa. Determine a
eficiência isoentrópica do compressor e a taxa de geração de entropia no
processo. FIM
11/10/2016
9.104 Uma turbina é alimentada com vapor d'água a 300 ºC e 600 kPa. A água é
descarregada da turbina como vapor saturado a 20 kPa. Determine a eficiência
isoentrópica dessa turbina. 12