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Exames Parasitológico de Fezes

Exame parasitológico de fezes

 Barato, de fácil execução e de grande aplicabilidade


clínica.

 Tipos de exame de fezes


Parasitológico de fezes
Cultura de fezes
Pesquisa de sangue oculto nas fezes
Pesquisa de rotavírus nas fezes
ei
Coleta
 Defecar em local limpo e seco. Retirar do início, meio e fim da
amostra. Pode ser colhida qualquer evacuação do dia.

 Se houver eliminação de muco, pus ou sangue, colocar amostras


que os contenham.

 Não usar laxante.

 Se houver eliminação de outro material (por ex. vermes ou parte


destes), deve ser colocado em outro recipiente limpo.

 Leve imediatamente a amostra ao laboratório. Caso a coleta tenha


sido à noite, guardar o material na geladeira e não congelar. As
mulheres devem evitar colher as fezes no período menstrual.

 Etiquetar adequadamente
Coleta e conservação

 Utilizar um recipiente limpo e seco

 Frasco próprio, de boca larga, bem fechado e


identificado.

 Identificação
 nome do paciente,
 idade,
 Data,
 hora da coleta.
Saginata
EPF: etapas

 Exame macroscópico:

 Consistência das fezes


 Odor
 Restos alimentares
 Presença de elementos anormais (muco ou sangue
e vermes adultos).
Armazenamento

 Em geladeira: até 3 dias

 Adicionando conservantes:
 Formol a 10%;
 MIF: Merthiolate-Iodo-Formol
 SAF: acetato de sódio, ácido acético e formol
para protozoários
Conservantes

 Formol 10 %
 Ovos e larvas de helmintos
 Cistos e oocistos de protozoários

 MIF(Mertiolato, iodo e formol)


 Ovos e larvas de helmintos
 Cistos e oocistos de protozoários

 SAF (Acetato de sódio, ácido acético e formol)


 Cistos e trofozoítos
Armazenamento em MIF

 As amostras de fezes são colhidas durante 3 dias


consecutivos ou não (emissões diferentes) em líquido
conservante-MIF.

 Colocar pequenas porções das fezes das 3 emissões


mergulhadas no MIF e manter em local fresco.

 Contra-indicações: laxantes e enemas com utilização


de contrastes.
Coloração

• Lugol
– Cistos de protozoários e as larvas de helmintos

• Hematoxilina férrica
– Trofozoitos e cistos de amebas e Giardia.

• Henriksen e Pohlenz (Ziehl-Neelsen) e


Safranina modificada
– Oocistos de coccídeos intestinais (Cryptosporidium
parvum, Isospora belli e Ciclospora cayetanensis).
Importante

 Não usar:

 Laxantes, antiácidos, bismuto, sulfato ferroso,


óleos minerais, contrastes contendo bário, iodo.
Escolha do Método

1. Algumas espécies de parasitos só são


evidenciadas por técnicas especiais;
2. Um exame isolado, onde o resultado é
negativo, não deve ser conclusivo, sendo
recomendável a sua repetição com outra
amostra;
3. A produção de cistos, ovos ou larvas não é
uniforme ao longo do dia ou do ciclo do
parasito.
EPF:
 Exame a fresco: análise do sedimento

 Métodos quantitativos: Stoll-Hausheer, Kato-Katz

 Métodos qualitativos:
 Lutz
 MIFC
 Willis
 Faust
 Baermann Moraes
 Método da fita gomada.
Métodos qualitativos

SEDIMENTAÇÃO ESPONTÂNEA
Método de Hoffmann, Pons & Janer (HPJ) ou Lutz
SEDIMENTAÇÃO POR CENTRIFUGAÇÃO
Método de Blagg ou MIFC e método de Richie, Coprotest
FLUTUAÇÃO ESPONTÂNEA
Método de Willis

CENTRIFUGOFLUTUAÇÃO
Método de Faust
CONCENTRAÇÃO DE LARVAS DE HELMINTOS
Método de Baermann-Moraes e método de Rugai.
Método quantitativo:

 Análise microscópica
 Contagem da quantitativa de ovos e cistos por
campos visuais ou por lâmina.
 Classificação utilizada por cruzes (+\++++)
 Pouco usado na prática
Método direto
 método fácil e barato.
 permite visualizar protozoários (trofozoítos e cistos) e helmintos
(ovos, larvas e proglotes).
 fezes recém-emitidas (no máximo 30 minutos) e normalmente
diarreicas.

 Método:
 Colocar 60/70 mg de fezes em uma lâmina de microscopia.
(diluir em salina se necessário)
 Cobrir as fezes com lamínula (embebida em solução aquosa de
verde de malaquita a 3% ou lugol).
 Examinar ao microscópio
Método direto
1- Colocar duas a três gotas de salina 0.85% em um lâmina

2- Com o auxílio de um palito, tocar em vários pontos das fezes, transferindo uma
pequena porção destas para a lâmina.

3- Espalhar as fezes, fazendo um esfregaço e examinar com as objetivas de 10x e/ou


40x. A espessura do esfregaço não deve impedir a passagem de luz.

4- Para a identificação de cistos de protozoários e larvas de helmintos, corar a


preparação com lugol. O uso de lamínula é obrigatório.
Método qualitativo:
HPJ: Hoffman, Pons e Janer
 Método de sedimentação espontânea;
 Permite o encontro de larvas, helmintos e
cistos e protozoários;
 Material: cálice, bastão de vidro, fezes, água
tratada; funil, gaze cirúrgica dobrada em 4,
lâmina e lamínula, Lugol, canudinho ou
pipeta
SEDIMENTAÇÃO ESPONTÂNEA - Método
de Hoffman, Pons e Janer ( Método de Lutz)
• Fundamenta-se na sedimentação espontânea em água, sendo indicado
para recuperação de ovos considerados pesados como os de Taenia
spp, S. mansoni e ovos inférteis de A. lumbricoides.
MÉTODO DE HOFFMANN
( Sedimentação espontânea)
1. Colocar aproximadamente 2g de fezes em um frasco Borrel, com
cerca de 5mL de água, e triturar bem com bastão de vidro.

2. Acrescentar mais 20mL de água.

3. Filtrar a suspensão para um cálice cônico de 200 mL de capacidade,


por intermédio de tela metálica ou de náilon, ou gaze cirúrgica dobrada
em quatro; os detritos retidos são lavados com mais 20mL de água,
agitando-se constantemente com o bastão de vidro, devendo o líquido
da lavagem ser recolhido no mesmo cálice.

4. Completar o volume do cálice com água.

5. Deixar essa suspensão em repouso durante duas a 24 horas


6. Findo esse tempo, observar o aspecto do
líquido sobrenadante, tomando uma das duas
condutas:

 se o líquido estiver turvo, descartá-lo


cuidadosamente sem levantar ou perder o sedimento,
adicionar mais água até o volume anterior e deixar em
repouso por mais 60 minutos;

 se o líquido estiver límpido e o sedimento bom, colher


uma amostra do sedimento para exame.
7. Existem duas técnicas para se colher o sedimento para
exame:
a. introduzir uma pipeta
b. desprezar o liquido sobrenadante, homogeneizar o
sedimento e colher uma gota do mesmo (esse
procedimento é melhor, pois a gota colhida é mais
representativa do sedimento).

8. Colocar parte do sedimento numa lâmina e fazer um


esfregaço. O uso de lamínulas é facultativo. Examinar com
as objetivas de 10x elou 40x. Deve-se examinar, no
mínimo, duas lâminas de cada amostra.

9. Para a identificação de cistos de protozoários e larvas de


helmintos, corar a preparação com lugol.
MÉTODO DE MIFC OU DE
BLAGG
1. Colher as fezes recém-emitidas em liquido conservador
de MIF.
2. Homogeneizar bem.
3. Filtrar a suspensão de fezes em gaze cirúrgica dobradas
em quatro, num copo plástico descartável.
4. Transferir 1 a 2mL do filtrado para um tubo cônico de
centrifugação, com capacidade para 15mL.
5. Acrescentar 4 a 5mL de éter sulfúrico e agitar
6. Centrifugar por um minuto a 1.500rpm
7. Com o auxílio de um bastão, descolar a camada de
detritos da parede do tubo. Tempo de centrifugação 10 min.: oocistos de

Cryptosporidium parvum e Cyclospora
cayetanensis
MÉTODO DE MIFC OU DE
BLAGG
8. Inverter o tubo para desprezar o liquido, mantendo-o
com a boca voltada para baixo, até limpar a parede do
mesmo, utilizando um bastão de vidro (ou palito de picolé)
contendo algodão na extremidade.
9. Acrescentar ao sedimento gotas de salina e/ou lugol.
10. Inverter o tubo em uma lâmina, deixando escoar todo o
sedimento. Se a quantidade de sedimento for excessiva,
utilizar uma pipeta para colhê-lo e preparar as lâminas.
11. Cobrir com lamínula e examinar com as objetivas de
10x elou 40 x.
MIFc

 Trata-se de técnica de concentração por


centrifugação;
 Material: fezes em suspensão com água ou
MIF; tubo cônico, éter, centrífuga, gaze
montada em pinça, lâmina e lamínula, lugol
Método qualitativo:
Faust
 Método de centrífugo-flutuação;
 Usado para a pesquisa de cistos de protozoários e
ovos leves;
 Material: solução de fezes e água,
sulfato de zinco a 33%,
tubos de centrífuga,
alça de platina,
lâmina e lamínula,
centrífuga,
lugol
Método de Faust

1. Diluir 10g de fezes em 20mL de água filtrada.


2. Homogeneizar bem.
3. Filtrar através de gaze dobrada em quatro, num copo
plástico, e transferir para um tubo de Wasserman (tubo de
hemólise).
4. Centrifugar por um minuto a 2.500rpm.
5. Desprezar o líquido sobrenadante e ressuspender o
sedimento em água.
6. Repetir as operações 4 e 5 mais duas ou três vezes, até
que o líquido sobrenadante fique claro.
Método de Faust

7. Desprezar a água sobrenadante e ressuspender o


sedimento com uma solução de sulfato de zinco a 33%,
densidade de 1,18g/mL .
8. Centrifugar novamente por um minuto a 2.500rpm.
9. Os cistos e alguns oocistos de protozoários e os ovos
leves, presentes na amostra fecal, estarão na película
superficial. Recolher a película com alça de platina, colocar
numa lâmina, acrescentar uma gota de lugol e cobrir com
lamínula.
10. Examinar com as objetivas de 10x elou 40 x.
Método qualitativo:
Baermann-Moraes
 Método de concentração para identificação de
larvas de helmintos (Strongyloides stercoralis) por
migração ativa.
 Propriedades de hidrotropismo e termotropismo
positivos.
 Material: fezes em trouxa de gaze, peneira, água a
45ºC, funil ligado a borracha, pinça de Mohr,
centrífuga, microscópio.
 Pré-analítico: as fezes tem que ser recém emitidas
e não se pode colher em frasco contendo MIF ou
outro conservante.
Métodos de Baermann-Moraes
1. Tomar 8 a 10g de fezes.
2. Colocar numa gaze dobrada em quatro ou em uma
peneira.
3. Colocar o material assim preparado sobre um funil de
vidro, contendo um tubo de borracha conectado a
extremidade inferior de sua haste.
4. Obliterar o tubo de borracha com uma pinça de Hoffman
e adicionar, ao funil, água aquecida (45°C) em quantidade
suficiente para entrar em contato com as fezes.
Métodos de Baermann-Moraes

5. Deixar uma hora em repouso.


6. Findo esse tempo, colher 5 a 7mL da água, em um tubo
de centrífuga, abrindo-se a pinça.
7. Centrifugar a 1.000rpm por um minuto.
8. Colher o sedimento, sem desprezar o liquido
sobrenadante e examinar ao microscópio (10x). Caso se
detecte a presença de larvas, essas deverão ser coradas
com lugol e observadas com a objetiva de 40x, para
identificação.
Método de Rugai
1. Retirar a tampa do recipiente que acondiciona as fezes e
envolvê-lo em uma gaze dobrada em quatro, fazendo uma
pequena "trouxa".
2. Colocar o material assim preparado, com a abertura
voltada para baixo, num cálice de sedimentação, contendo
água aquecida (45°C), em quantidade suficiente para entrar
em contato com as fezes.
3. Deixar 1h em repouso.
4. Colher o sedimento no fundo do cálice, com
a ajuda de uma pipeta.
5. Examinar no microscópio, com a objetiva de 10x.
6. Corar as larvas com o lugol e observá-las com
o maior aumento, para identificação.
CONCENTRAÇÃO DE OVOS ATRAVÉS DE
FILTRAÇÃO DAS FEZES EM TELA
METÁLICA OU DE NÁILON - Método de
Kato-Katz - ovos de alguns helmintos
Método de Kato-Katz

1. Preparar uma solução de verde malaquita (essa solução tem a


finalidade de conservar as fezes e clarificar as formas parasitárias), de
acordo com a seguinte fórmula:
Glicerina 100mL
Água destilada
Verde-malaquita a 3%
2. Cortar papel celofane semipermeável em pedaços de 24mm por
30mm e deixá-los mergulhados na solução de verde malaquita por
pelo menos 24 horas.
3. Colocar, sobre um papel higiênico, uma porção da amostra de fezes
a ser examinada.
4. Comprimir as fezes com um pedaço de tela metálica ou similar de
náilon. Nesta malha passam ovos de helmintos e detritos menores do
que eles.
Método de Kato-Katz

5. Retirar as fezes que passaram para a parte superior da tela e


transferi-las, com o auxílio de um palito, para o orifício (6mm de
diâmetro) de um cartão retangular de plástico, colocado sobre uma
lâmina de microscopia.
6. Após encher completamente o orifício, retirar o cartão,
cuidadosamente, deixando as fezes sobre a lâmina de vidro.
7. Cobrir as fezes com a lamínula de papel celofane embebida na
solução de verde malaquita, inverter a lâmina, sobre uma folha de
papel absorvente e comprimi-la.
8. Aguardar uma a duas horas e examinar ao microscópio, contando
todos os ovos presentes na preparação.
9. O número de ovos encontrados no esfregaço fecal, multiplicado por
23, corresponderá ao número de ovos por grama de fezes.
Fita gomada: Grahan

 Técnica deve ser realizada ao amanhecer,


antes do paciente fazer higiene anal e repetida
em dias sucessivos, caso dê negativo e a
clínica for fortemente sugestiva.

 Material: abaixador de língua ou tubo de ensaio,


fita durex, microscópio.
Técnica: Fita gomada: Grahan

 Colocar uma fita adesiva transparente sobre


o fundo de um tubo de ensaio, com o lado
adesivo para fora.
 Abrir a prega anal e encostar a face adesiva
várias vezes na região perianal.
 Fixar a fita em lâmina
 Observar ao MO.
 Oxiúrius fêmeas na pele peri anal
Fita gomada
Laudo: como redigir??

 Descrever separadamente ovos de helmintos;

 Cistos de protozoários

 Larvas
 Nome científico correto em itálico
Conclusão

 EPF apresenta grande aplicabilidade


clínica.
 Quando realizado em amostras seriadas
tem alta sensibilidade, principalmente
em se tratando de populações de alto
risco epidemiológico para doenças
parasitárias.
Indicações X tipo de exame a ser pedido
 D. Maria, procura o pediatra e diz que o seu filho de 5 anos não dorme
bem devido a prurido anal intenso. Informa que seu marido está com
sintomas semelhantes.

 Fita adesiva
 JFV 21 anos queixa de dor epigástrica
intensa. Dor melhora com a alimentação.
Há dois meses fez EDA que foi normal. É
escoteiro e adora acampar.
 Método geral (Sedimentação e Centrifugação)
 Especifico para larvas (Baermann-Morais ou Rugai)
 Cistos (Faust)
 EFA 26 anos, cozinheira, refere diarreia
aguda. Afebril. Fezes com restos
alimentares.

 Método geral (Sedimentação e Centrifugação)


 Especifico para larvas (Baermann-Morais ou Rugai)
 Cistos (Faust)

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