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IGOR MATEUS ZORTEA CORADINI

LUANA ALVES DOS SANTOS


MATHEUS SALES ALVES

DIAGNÓSTICO E ESTUDO DE CONCEPÇÃO DE


MELHORIAS PARA O SISTEMA DE
TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS DE
BOA VISTA – RR.

Orientador: Rafael K. X. Bastos


1
A cidade de Boa Vista
• Capital do Estado de Roraima;

• 326.419 habitantes (IBGE, 2016);

• Densidade populacional: 49,99


hab/km²;

• Concentra 63,4% da população de


Roraima.

2
A cidade de Boa Vista
• Hidrografia:
• rio Branco (principal);
• rio Cauamé; e
• Igarapés.
• Clima:
• Classificação: Tropical de Savanas.
• Temperatura:
• 22 a 34°C;
• Precipitação:
• Média anual: entre 1440 e 1600 mm.

3
Serviços de saneamento em Boa Vista
• Companhia de Águas e Esgotos de
Roraima (CAERR): Cobertura rede de coleta de esgotos (%)
• Abastecimento de água;
56.6
• Coleta e tratamento de esgotos.
39.08 39.08 39.84
29.31
• Investimento médio em saneamento por
habitante (R$ 249,58/hab);
2011 2012 2013 2014 2015
• 2008 – início das obras de ampliação da
rede de esgotamento sanitário;
Fonte: SNIS,2017

4
Estação de Tratamento de Esgotos de Boa Vista
• Inaugurada no ano de 1992;
• 2011: ampliação da capacidade de
tratamento;
• Antes:
• 1 lagoa anaeróbia;
• 1 lagoa facultativa; e
• 3 lagoas de maturação (em série).
• Depois:
• 2 lagoas aeradas facultativas (em
paralelo);
• 2 lagoas de maturação com chicanas
(em série).
Fonte: CAERR,2017

5
Estação de Tratamento de Esgotos de Boa Vista

6
Estação de Tratamento de Esgotos de Boa Vista
Taxa de Nº de Nº de
Potência
Modelo transferência aeradores 1ª aeradores
(CV)
(kgO2/KWh) Etapa 2ª Etapa
Tornado-25 25 1,2 27 36

• Equipamentos de aeração mecânica:


• Complexidade operacional;
• Elevação no consumo de energia elétrica;
• Elevada turbulência: desprendimento do lodo de fundo;
• Consequência: aeradores desativados/operação como
Fonte: HIGRA,2017
lagoas facultativas convencionais.

7
Objetivo Geral

Avaliar o sistema de tratamento da ETE de Boa Vista e projetar


alternativas futuras, em horizonte de projeto de 20 anos.

8
Estimativa das contribuições de esgotos
• Estimativa do crescimento
populacional

• Metodologia baseada na projeção


temporal do número de ligações e
de economias ativas de água e do
número médio de habitantes por
domicílio.

• Média de 3,72 hab./economia (1996


-2015).

9
Estimativa das contribuições de esgotos
• Estimativa do crescimento
populacional

• Taxa linear de crescimento


de 2,6% ao ano;

• 528 mil habitantes em 2040.

10
Estimativa das contribuições de esgotos
• Estimativa das vazões mínimas, médias e máximas de esgotos
• Contribuição industrial considerada desprezível;
• Consumo per capita de água (incluindo as perdas): 174 L/hab.dia;
• Cobertura da rede de esgotos: 64% em 2016, 78,5% em 2017, 93% até 2018.

População Vazão média de Vazão máxima de Vazão mínima de


Vazão de esgotos
Ano atendida esgotos esgotos esgotos
domésticos (L/s)
(habitantes) sanitários (L/s) sanitários (L/s) sanitários (L/s)
2017 256.636 413 529 860 322
2018 312.198 503 643 905 251
2019 344.465 555 710 999 277
2020 353.233 569 728 1024 285
2030 440.924 710 909 1279 355
2040 528.612 852 1090 1533 426

11
Estimativa das contribuições de esgotos
• Estimativas das características dos esgotos domésticos de Boa Vista.

• Inexistência de dados de monitoramento.


Carga per capita (1) Concentração
Parâmetro
Unidade Faixa Valor médio Unidade Valor
DBO5 g/hab.dia 40 - 60 54 mg/L 303
org/hab. 1,00 x 108 -
E. coli 1,00 x 1011 org/100mL 5,62 x 107
dia 1,00 x 1012
NKT g/hab.dia 8 - 12 8 mg/L 45
N-NH3 g/hab.dia 3,5 - 6 4,5 mg/L 25
Norg g/hab.dia 2,5 - 4,0 3,5 mg/L 20
P g/hab.dia 1,0 - 1,6 1 mg/L 6
(1) valores sugeridos em von Sperling (2014)

12
Avaliação do sistema de tratamento atual
• Operação e manutenção.

Estação Elevatória de Esgotos Igarapé Grande - documentação fotográfica do gradeamento


mecânico inativo (esquerda) e sem limpeza adequada (direita).

13
Avaliação do sistema de tratamento atual
• Operação e manutenção.

Tratamento preliminar - documentação fotográfica do gradeamento mecânico inativo


(esquerda), sem unidades em paralelo.

14
Avaliação do sistema de tratamento atual
• Operação e manutenção.

Tratamento preliminar – documentação fotográfica do desarenador mecânico inativo


(esquerda) e da régua linimétrica da Calha Parshall desgastada (direita).

15
Avaliação do sistema de tratamento atual
• Operação e manutenção.

Lagoas facultativas aeradas – documentação fotográfica dos aeradores mecânicos inativos e


da descarga do lodo proveniente do limpa-fossa nas margens da lagoa facultativa aerada 2.

16
Avaliação do sistema de tratamento atual
• Operação e manutenção.

Lagoas de maturação – documentação fotográfica da submersão das chicanas da lagoa


de maturação.

17
Avaliação do sistema de tratamento atual
• Operação e manutenção.
• Sistema de lagoas de estabilização  simplicidade conceitual  simplicidade
de operação e manutenção;
• Permanência de equipe de trabalho que atue exclusivamente na própria ETE;
• Programa de manutenção preventiva dos equipamentos mecanizados:
reposição de peças desgastadas ou danificadas (compatibilizar a alternância dos
sistemas duplicados) para evitar paralização da etapa de tratamento;
• Programa de inspeção, coleta e análises físico-químicas e bacteriológicas
(estabelecer o comportamento histórico das unidades e avaliar o seu
desempenho).

18
Avaliação do sistema de tratamento atual
• Verificação do funcionamento e da capacidade das lagoas de estabilização.
• Lagoas facultativas convencionais:

• Análise baseada em projeções da taxa de aplicação superficial de matéria orgânica


(kgDBO5/ha.dia);
• Levou-se em conta: (i) configuração física das lagoas (área total: 25,82 ha);
(ii) estimativa da carga de DBO afluente a ETE.

• Taxa de aplicação máxima (MARA,1997): 665 kg DBO5/ha.dia.

19
Estimativa da evolução temporal da taxa de aplicação superficial
nas lagoas facultativas, ETE Boa Vista, 2017-2040.
20
Avaliação do sistema de tratamento atual
• Verificação do funcionamento e da capacidade das lagoas de estabilização.
• Lagoas facultativas aeradas:

• Requisitos de oxigênio e comparação com a taxa transferida pelo sistema de aeração;

• Análise baseada na recomendação de Mara (1997):


A taxa de aplicação na primeira lagoa de maturação de uma série não deve ser
superior a 75% da taxa de aplicação na lagoa facultativa precedente.

• Esse critério conduziu a uma eficiência mínima de remoção de DBO na lagoa


facultativa aerada de cerca de 68,5% (70% aprox.).

21
Estimativa da evolução temporal dos requisitos de oxigênio das
lagoas facultativas aeradas, ETE Boa Vista, 2017-2040

22
Alternativas propostas
• Proposta 1: Substituição do sistema de
aeração atual
• Sistema de tratamento: Lagoa facultativa
aerada;
• Substituição dos modelos de aspiração por
modelos de aeração superficial;
• Modelo sugerido: aerador flutuante de eixo
horizontal tipo escova.
• Aeração no sentido longitudinal à superfície;
• Profundidade da mistura é gerenciada pela
Perfil de mistura – Aeradores tipo escova
potência; flutuante
Fonte: Adaptado de S&N Airoflo, Inc, 2017.
23
Alternativas propostas

Aeradores tipo escova (cachoeira)


Fonte: BrasWorld, 2017.

24
Alternativas propostas
Taxa de Capacidade de
Modelo Potência Número de Densidade de
Etapa transferência Lagoa tratamento
aerador (kW) aeradores potência (W/m³)
(kg O2/kWh) (m³/dia)
Fac 1 44 1,11
1 78.710,4
Com Fac 2 32 0,95
8,09 1,6
proteção Fac 1 49 1,24
2 94.348,8
Fac 2 42 1,25
Fac 1 40 1,01
1 78.710,4
Sem Fac 2 27 0,80
8,09 1,8
proteção Fac 1 45 1,14
2 94.348,8
Fac 2 36 1,07

25
Alternativas propostas
Custo energético anual
Custo/volume 2,300,000
Modelo de Número Potência Tarifa local
Etapa esgoto
aerador aeradores (kW) (R$/kW) 2,000,000
(R$/100m³)
1,700,000

R$/ano
1 76 614,8 1,400,000
Com
4,29 1,100,000
proteção
2 91 736,2
0,228987 800,000
1 67 542,0
Sem 500,000
3,81 2020 2024 2028 2032 2036 2040
proteção
2 81 655,3 Ano

26
Alternativas propostas
• Proposta 2: Implantação de uma nova estação de tratamento de esgotos.

• Considera a descentralização do tratamento de esgotos de Boa Vista.


• Atual ETE de Boa Vista deve continuar operando como lagoas facultativas
convencionais seguidas de lagoas de maturação. Vazão próxima ao limite
recomendado de 700 L/s.
• 1ª fase: 180 L/s
• 2ª fase: 360 L/s

27
Alternativas propostas
• Pré-seleção das técnicas de tratamento
Reatores UASB (Upflow Aaerobic Sludge Blanket) + pós tratamento

Critérios considerados:
• Conformidade com a legislação ambiental vigente no que diz respeito ao padrão de
lançamento e de qualidade no corpo receptor;
• Requisitos de energia.
• Simplicidade operacional do sistema.
• Custos de implantação e de operação.
• Requisitos de área.
• Geração de subprodutos, principalmente de lodo
• Eficiência e confiabilidade.

28
Alternativas propostas
• Pré-seleção das técnicas de tratamento
Opções de pós-tratamento escolhidas:
i) reator UASB seguido de filtro percolador
(UASB + FBP) ETE Laboreaux – Itabira – MG Capacidade: 340 L/s
ii) reator UASB seguido de lagoa de
polimento (UASB+ LP).

ETE Lagoa da Prata – MG Capacidade: 360


L/s
29
Alternativas propostas
• Dimensionamento dos sistemas de tratamento selecionados.

a) Tratamento preliminar (Recomendações da ABNT 12209 / 1990)

Gradeamento: Grades mecanizadas com abertura entre 10 a 20 mm seguido por peneiras


ou gradeamento ultrafino de abertura inferior a 6 mm.
Desarenador: Capaz de atender a uma taxa de escoamento superficial entre 600 a 1000
m³/m².dia.
Calha Parshall: Equipada com sensor de nível ultrassom ou linígrafo de boia.

30
Alternativas propostas
• Dimensionamento dos sistemas de tratamento selecionados.

b) reator UASB
Valor
Característica
Etapa 1 Etapa 2
Tempo de detenção hidráulica (h) 9
Número de Módulos 4 8
Largura de cada módulo (m) 13
Comprimento de cada módulo (m) 25
Altura útil 4,5
Altura útil da zona de digestão (m) 3
Altura útil da zona de decantação (m) 1,5

31
Alternativas propostas
• Dimensionamento dos sistemas de tratamento selecionados.

b) reator UASB
Vazão de metano - CH4 Vazão de biogás - 70% de
ETAPA
(m³/dia) metano (m³/dia)
1 2.117 2.823
2 4.235 5.646

Produção de lodo Teor de Densidade


Volume
ETAPA UASB sólidos do lodo
(m³/dia)
(kgSST/dia) (%) (kg/m³)
1 1.696 41,6
4 1.020
2 3.393 83,2

32
Alternativas propostas
• Dimensionamento dos sistemas de tratamento selecionados.

c) Filtro biológico percolador d) Decantador secundário

Valor Valor
Característica Característica
Etapa 1 Etapa 2 Etapa 1 Etapa 2
Número de módulos 2 4 Número de unidades 2 4
Geometria Circular Geometria Circular
Diâmetro (m) 25 Diâmetro (m) 23
Área por módulo (m²) 490,8 Área por módulo (m²) 416
Altura útil (m) 3 Altura útil (m) 3
Volume por módulo (m³) 1472 Volume por módulo (m³) 1248

33
Alternativas propostas
• Dimensionamento dos sistemas de tratamento selecionados.

d) Lagoa de polimento
Característica Valor
Área (ha) 10,1
TDH (dias) 2,6
Profundidade (m) 0,8
Volume útil (m³) 80776
Inclinação dos taludes 01:02
Comprimento (m) A depender do terreno
Largura (m) A depender do terreno

34
Alternativas propostas
• Dimensionamento dos sistemas de tratamento selecionados.

• Requisitos de área das principais unidades:


Área
Alternativa Reatores UASB Filtros biológico Decantadores Total
(m²) (m²) (m²) (m²)
UASB+FBP 2.600 1.963,50 1.661,9 6.225

Área
Alternativa Reatores UASB Lagoas de Polimento Total
(m²) (m²) (m²)
UASB+LP 2.600 100.970 103.570

35
Alternativas propostas
• Tratamento e destinação adequada do lodo biológico

• Sem necessidade de digestão.


Volume de
Volume de Lodo
• Condicionamento químico, Tratamento de
Estabilizado
Condicionamento Lodo
desaguamento, higienização (eventual) esgotos Químico Desaguado
(m³/dia)
e destinação final. (m³/dia)
Etapa 1 2 1 2 1 2
• Desaguamento mecanizado: UASB + FBP 58 116
Fecl + (CaOH)2 9,3 18,7
centrífugas. Polieletrólito 8,1 16,3
UASB + Lagoa Fecl + (CaOH)2 6,7 13,4
41,6 83,2
• Reciclagem na agricultura, na de Polimento Polieletrólito 5,8 11,7
silvicultura, floricultura, paisagismo,
recuperação de áreas degradas,
utilização em parques e gramados.

36
Alternativas propostas
• Escolha do corpo receptor

• Potenciais corpos receptores: rio Branco e


• rio Cauamé (afluente do rio Branco);
• Cauamé:
Recreação de contato primário;
Importante opção de lazer para os cidadãos
boa-vistenses;
Falta de dados referente a vazão e
qualidade.
• rio Branco mais adequado para
lançamento do efluente. Praia do Caçari – rio Cauamé

37
Alternativas propostas
• Atendimento dos padrões ambientais no corpo receptor
UASB + FBP
Padrão de Padrão no corpo
Concentração Eficiência média Concentração lançamento Concentração no receptor
Parâmetro ¹
inicial de remoção final CONAMA corpo receptor ² CONAMA
430/11 357/05

DBO5 (mg/L) 303 86,5 41 120 mg/L ou 60% 2 5

E. coli
5,62x107 1,5 log 1,78x106 - 1,2x103 1,00x10³
(NMP/100mL)
3,7 (amônia - pH
Amônia (mg/L) 39 <50 20 20,0 7,1
< 7,5)
0,1 (ambientes
P (mg/L) 6 <35 3,7 - -
lóticos)

(1) Sant’ana (2006) ; (2) Sander (2015) 38


Alternativas propostas
• Atendimento dos padrões ambientais no corpo receptor
UASB + Lagoa de Polimento
Padrão de Padrão no corpo
Concentração Eficiência média Concentração lançamento Concentração no receptor
Parâmetro ¹
inicial de remoção final CONAMA corpo receptor ² CONAMA
430/11 357/05

DBO5 (mg/L) 303 82 55 120 mg/L ou 60% 2 5

E. coli
5,62x107 4 log 5,62x10³ - 1,6x10² 1,00x10³
(NMP/100mL)
3,7 (amônia - pH
Amônia (mg/L) 39 57,5 11 20,0 6,1
< 7,5)
0,1 (ambientes
P (mg/L) 6 < 50 2,8 - -
lóticos)

(1) Sant’ana (2006) ; (2) Sander (2015) 39


Estudo econômico das alternativas
• Custo de implantação – Alternativa 1
Fornecimento,
Valor montagem e Custo total de
Modelo de Valor total dos
Etapa Unidades unitário instalação implantação
aerador aeradores (R$)
(R$) eletromecânica (R$)
(R$)

aeradores 1 76 5.244.000,00 9.965.000,00


tipo escova - 69.000,00 4.721.000,00
com proteção 2 91 6.279.000,00 11.000.000,00

aeradores 1 67 4.489.000,00 8.912.000,00


tipo escova - 67.000,00 4.423.000,00
sem proteção 2 81 5.427.000,00 9.850.000,00

40
Estudo econômico das alternativas
• Custo de implantação – Alternativa 2
Custo de implantação
R$ 75,000,000

R$ 60,000,000

R$ 45,000,000

R$ 30,000,000

R$ 15,000,000

R$ 0
UASB + Lagoa de polimento UASB + FBP
Etapa 1 (180 L/s) Etapa 2 (360 L/s)
41
Estudo econômico das alternativas
• Custo de operação
Custo anual de operação
R$12,000,000.00

R$10,000,000.00

R$8,000,000.00

R$6,000,000.00

R$4,000,000.00

R$2,000,000.00

R$0.00
UASB + Lagoa de UASB + FBP lagoa aerada
polimento facultativa
Etapa 1 (2020-2030) Etapa 2 (2030-2040)
42
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 9649: Projeto de redes coletoras de esgoto sanitário:
Procedimento. Rio de Janeiro, 1986. 7 p.

ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 12209: Projeto de estações de tratamento de esgoto
sanitário: Procedimento. Rio de Janeiro, 1990. 60 p.

BRASWORLD ENGENHARIA E COMÉRCIO Ltda. Aeração – Aerador Cachoeira. Disponível: <


http://www.brasworld.net/site/aeracao/cachoeira/>. Acesso em: 12 de agosto de 2017.

CAERR – Companhia de Águas e Esgotos de Roraima. Lagoa de Estabilização para tratamento de esgoto
doméstico da cidade de Boa Vista. Estudo de Impacto Ambiental - EIA. Boa Vista, 1992.

CAERR – Companhia de Águas e Esgotos de Roraima. Disponível em <www.caer.com.br >. Acesso em 03 de


março de 2017.

HIGRA – Inovação e Sustentabilidade industrial Ltda. Produtos – Aeradores – Tipo Tornado. Disponível em: <
http://www.higra.com.br >. Acesso em: 10 março de 2017.

43
Dúvidas?

44