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POSSIBILIDADES DE

ENVELHECIMENTO ATIVO NAS


ILPI

PROFª NADIANNA MARQUES


O idoso que convive no seu grupo familiar tem sua qualidade
de vida garantida, já que o idoso sozinho acaba se descuidando
de uma série de atividades da vida diária. Por outro lado, nem
todos os idosos têm a oportunidade do convívio familiar. Neste
momento surge como última alternativa a instituição de longa
permanência.
Herédia, Cortelletti e Casara (2010)
• As ILPI não suprem o convívio familiar,
mas deve, em relação ao objetivo do
atendimento prestado.

• Segundo Paschoal (2002), ter


atendimentos que garantam serviços
aqueles idosos que encontram em
estado de vulnerabilidade, seja social,
física ou psicológica, priorizando o bem-
estar e buscando resgatar vínculos
afetivos e integração com a
comunidade, na tentativa de fortalecer
e resgatar sua resiliência.

• Para isso, a instituição deve seguir


normas exigidas em lei, proporcionando
um ambiente estruturalmente seguro a
esses idosos.
• Preservar a identidade e privacidade do
idoso;
• Assegurar ambiente de respeito e dignidade;
• Promover ambiência acolhedora;
• Incentivar e promover a participação da
família e comunidade;
• Desenvolver atividades que estimulem a
autonomia;
• Promover condições de lazer (atividades
físicas, criativas e culturais)
• Atendimento qualificado;

RDC nº 283 / 2005 – Proposta de Padrões Mínimos para o


Funcionamento das ILPS
• Pesquisa realizada em 2014 relacionando a Política do Envelhecimento
Ativo (EA) do contexto das Instituições de Longa Permanência para Idosos
(ILPIs), com o objetivo de analisar os indicadores comportamentais para a
avaliação do envelhecimento ativo de residentes em ILPIs.

•  alguns pontos tornam-se mais evidentes, principalmente no que diz


respeito à inclusão, socialização, autonomia, estímulo e proteção e que as
estratégias para promoção do EA nessas instituições são diferentes.

• Foram descritos 26 indicadores comportamentais para o ambiente das ILPIs

Fonte: http://tede.udesc.br/handle/tede/926
• Realizar a maioria das AVDS
independentemente,

O
IV
• Possuir alimentação adequada através de

AT
serviço ou apoio nutricional,

O T
• Possuir autonomia para opinar sobre a confecção

IS EN
dos alimentos, possuir atitudes de autocuidado,
LP IM
S I EC • Escolher o que vestir,
NA LH

• Aderir a comportamentos saudáveis


VE

recomendados pelos profissionais da ILPI,


EN

• Sentir-se seguro e protegido,


ÃO

• Participar na comunidade,
OM

• Manter sua privacidade apesar do ambiente


PR

coletivo,
• Participar da comunidade,
• Caso ainda sinta essa necessidade, manter
convívio familiar dentro e fora da instituição,

O
IV
• Zelar e cuidar do seu quarto e pertences,

AT
• Manter-se informado e interessado em

O T
acontecimentos do dia a dia fora da ILPI,

IS EN
• Ter e expressar sua opinião,
LP IM
S I EC
• Estabelecer amizades e relações de afeto no
NA LH

contexto institucional,
VE

• Administrar pelo menos parte de seu dinheiro,


EN

• Interessar-se em auxiliar outros moradores da


ÃO

ILPI no que for possível,



OM

• Possuir autonomia sobre o controle do tempo e


PR

modificações na sua rotina,


• Envolver-se em atividades físicas promovidas
pela ILPI,
• Manter sua privacidade apesar do ambiente
coletivo,

O
IV
• Estabelecer relações amorosas e/ou sexuais

AT
no contexto institucional,

O T
• Ter conhecimento e controle sobre o seu

IS EN
estado de saúde e as medicações que utiliza,
LP IM
S I EC • Menor quantidade de medicamentos
NA LH

utilizados,
VE

• Realizar atividades de lazer,


EN

• Possuir o hábito da leitura e/ou manter-se


ÃO

envolvido em atividades educacionais,


• Envolver-se em trabalhos voluntários de


OM

manutenção e conservação da ILPI.


PR

• Apresentar apetite e interessar-se pelas


refeições preparadas na ILPI,
• Escovar os dentes ou a prótese diariamente,
PROMOVENDO O ENVELHECIMENTO ATIVO

• Possibilitar aos idosos compartilharem suas


lembranças (apesar de alguns fatos dolorosos) –
história de vida;
• Valorizar o idoso asilado e sua contribuição para a
sociedade;
• Incentivar o cultivo de relações sociais para a
construção de vínculos afetivos garantindo uma
velhice assistida e em conjunto com a família;
• Trabalhar autoestima, respeito e dignidade;
• Promover e elaborar propostas de atenção ao
idoso institucionalizado;
• Promover a espiritualidade quando for interesse
da pessoa idosa;