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Universidade Federal de Santa Catarina

Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica

MODELAGEM E SIMULAÇÃO DE VIBRAÇÕES DO SISTEMA DE


SUSPENSÃO DO COMPRESSOR
OBJETIVO

Modelar e simular a vibração da suspensão do kit do compressor,


permitindo assim predizer, para diferentes designs e geometrias, a transmissão
de energia pelas molas em baixas frequências.

Objetivos específicos

i) Definir as equações do movimento que caracterizam um compressor


hermético utilizado em refrigeradores
ii) Validar as equações comparando com resultados experimentais
iii) Desenvolver um modelo numérico, em elementos finitos, que também
permita simular o comportamento das molas, permitindo testar diferentes
designs
iv) Diminuir o nível de ruído radiado pela carcaça do compressor

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1. PARÂMETROS NECESSÁRIOS PARA A SIMULAÇÃO DE UM COMPRESSOR

Frame / Rotor / Crank / Connecting rod / Piston

Corpos Rígidos

a) Localizar e calcular os principais esforços no kit do compressor


b) Obter a massa do bloco do compressor e suas conexões
c) Localização do centro de gravidade do bloco
d) Momento de inércia do bloco e de todas as conexões e seus centros de gravidade
em termos de suas coordenadas axiais fixas
e) Localização da origem das coordenadas axiais da montagem do cilindro e seus ângulos,
respeitando as coordenadas fixas do bloco
f) Localização dos pontos de montagem das molas e os ângulos entre o eixo principal de
rigidez da mola com as coordenadas inerciais
g) Principais valores de rigidez da suspensão
h) Valores de amortecimento viscosos da mola e dos rolamentos

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A) DEFININDO OS ESFORÇOS DA PARTE MÓVEL

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A) DEFININDO OS ESFORÇOS DA PARTE MÓVEL

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A) DEFININDO OS ESFORÇOS DA PARTE MÓVEL

Esforços devido a desbalanceamento do contra peso superior em relação ao inferior

A massa residual da diferença dos contrapesos causam a vibração do kit

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A) DEFININDO OS ESFORÇOS DA PARTE MÓVEL

Esforços nos mancais

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A) DEFININDO OS ESFORÇOS DA PARTE MÓVEL

Forças que a biela exerce sobre o semi-eixo excêntrico em suas devidas direções:

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DESENVOLVENDO A EQUAÇÃO DO MOVIMENTO

Matriz de cosenos diretores entre


os eixos de coordenadas 1 e 0

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DESENVOLVENDO A EQUAÇÃO DO MOVIMENTO

Matriz de Translação: Transferência de C.M a partir do


teorema dos eixos paralelos

Matriz de momento de inércia


rotacionada e transferida a partir
do C.M

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DESENVOLVENDO A EQUAÇÃO DO MOVIMENTO

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DESENVOLVENDO A EQUAÇÃO DO MOVIMENTO

Matriz Inercial: É necessário somar todas as matrizes inerciais de cada


componente do compressor

𝐼𝑥𝑥 −𝐼𝑥𝑦 −𝐼𝑥𝑧


𝑀𝑓 𝑀𝑔
𝐻𝑓 = 𝐼𝑓 = −𝐼𝑦𝑥 𝐼𝑦𝑦 −𝐼𝑦𝑧 𝐻𝑔 =
𝐼𝑓 −𝐼𝑧𝑥 −𝐼𝑧𝑦 𝐼𝑧𝑧 𝐼𝑔

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DESENVOLVENDO A EQUAÇÃO DO MOVIMENTO

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DESENVOLVENDO A EQUAÇÃO DO MOVIMENTO

A soma de todas as matrizes de rigidez da estrutura produz a matriz de rigidez


das 4 molas que sustentam o kit

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DESENVOLVENDO A EQUAÇÃO DO MOVIMENTO

𝐷𝑒𝑓𝑖𝑛𝑖𝑛𝑑𝑜 𝑎 𝑚𝑎𝑡𝑟𝑖𝑧 𝑑𝑒 𝑎𝑚𝑜𝑟𝑡𝑒𝑐𝑖𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝐶𝑔

O mecanismo de amortecimento se aproxima do modelo de amortecimento


Coulomb, porém, supõe-se que seja um amortecimento viscoso para poder
linearizar e facilitar as soluções do modelo do compressor

Os coeficientes da matriz de amortecimento


4 𝐶𝑥 são difíceis de obter e, freqüentemente,
𝐶𝑔 = ෍ 𝐶𝑦 valores estimados são usados. Os valores
𝑖=1
𝐶𝑧 aceitáveis são aqueles que produzem um
ajuste previsto com o movimento medido do
compressor

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𝐶𝑥𝑥 𝑇 𝑓
𝑀𝑔 4 𝜋 𝑓,𝑠 𝑘𝑠𝑠 𝜋 𝑓,𝑠 𝐼𝑇𝑠
𝑆𝑔ሷ + 𝐶𝑦𝑦 𝑆𝑔ሶ + ෍ 𝑓 𝑇 𝑓
𝑆𝑔
𝐼𝑔 𝐶𝑧𝑧 𝑖=1 𝑇𝑠 𝜋 𝑓,𝑠 𝑘𝑠𝑠 𝜋 𝑓,𝑠 𝐼𝑇𝑠
𝑖
𝑓
𝐹𝑔
= 𝑓
𝑀𝑔

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Quando a pressão da câmara de combustão aumenta devido à queima da mistura
ar combustível, todo o sistema biela-manivela começa a receber sua atuação.
Considerando que o mesmo esteja em repouso, a sua tendência de permanecer
parado gera uma força contrária à de combustão, chamada de força de inércia. Esta
força está relacionada à massa concentrada nos centros de gravidades de seus
componentes e as acelerações que estão sendo submetidos.

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SHAKING FORCES AND MOMENTS

𝐴𝑠 𝑓𝑜𝑟ç𝑎𝑠 𝑒 𝑠𝑒𝑢𝑠 𝑚𝑜𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜𝑠 𝑎𝑔𝑖𝑛𝑑𝑜 𝑛𝑜 𝑘𝑖𝑡, 𝑠ã𝑜 𝑎𝑠 𝑓𝑜𝑟ç𝑎𝑠 𝑖𝑛𝑒𝑟𝑐𝑖𝑎𝑖𝑠 𝑒 𝑜𝑠


𝑚𝑜𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜𝑠 𝑑𝑎𝑠 ligações ("links") 𝑒𝑚 𝑚𝑜𝑣𝑖𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑑𝑒𝑛𝑡𝑟𝑜 𝑑𝑜 𝑘𝑖𝑡

Após algumas manipulações algébricas, a partir das posições dos vetores


de cada centro de gravidade de componentes da parte móvel, é possível calcular a
ሷ e a aceleração linear do
aceleração angular da biela no contato com o pistão (𝛽)
ponto de contato da biela com o pistão (𝑦ሷ 𝑃 ):

𝐿𝑒 𝛼ሶ 2 𝑠𝑒𝑛 𝛼 𝐿2𝑒 𝛼ሶ 2 𝑠𝑒𝑛 𝛽 𝑐𝑜𝑠 2 (𝛼)


𝛽ሷ = − + 𝐿2 (1−𝑠𝑒𝑛2(𝛽))2
𝐿𝑏 (1−𝑠𝑒𝑛2 (𝛽))1/2 𝑏

𝑦ሷ 𝑃
= −𝐿𝑏 𝛽ሶ 2 cos 𝛽 − 𝐿𝑏 𝛽𝑠𝑒𝑛(𝛽)
ሷ − 𝐿𝑒 𝛼ሶ 2 cos 𝛼

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SHAKING FORCES AND MOMENTS

𝐴𝑠 𝑓𝑜𝑟ç𝑎𝑠 𝑒 𝑚𝑜𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜𝑠 𝑖𝑛𝑒𝑟𝑐𝑖𝑎𝑖𝑠 𝑠ã𝑜 𝑒𝑛𝑡ã𝑜 𝑎𝑣𝑎𝑙𝑖𝑎𝑑𝑜𝑠 𝑎 𝑝𝑎𝑟𝑡𝑖𝑟 𝑑𝑎 𝑎𝑐𝑒𝑙𝑒𝑟𝑎çã𝑜


𝑡𝑟𝑎𝑛𝑠𝑙𝑎𝑐𝑖𝑜𝑛𝑎𝑙 𝑑𝑜 𝐶𝐺 𝑒 𝑑𝑎𝑠 𝑎𝑐𝑒𝑙𝑒𝑟𝑎çõ𝑒𝑠 𝑎𝑛𝑔𝑢𝑙𝑎𝑟𝑒𝑠 𝑑𝑎 𝑝𝑎𝑟𝑡𝑒 𝑚ó𝑣𝑒𝑙

Os vetores das forças inerciais que compõe a parte móvel é a soma das 3
forças inerciais.

0
3 − ෍ 𝑀𝑖 𝑎𝑖𝑦
𝐹0 = ෍ 𝑀𝑖 𝑎𝑖 𝐹0 =
𝑖=1
− ෍ 𝑀𝑖 𝑎𝑖𝑧

????

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SHAKING FORCES AND MOMENTS

𝑁ã𝑜 𝑝𝑜𝑑𝑒𝑚𝑜𝑠 𝑒𝑠𝑞𝑢𝑒𝑐𝑒𝑟 𝑑𝑎 𝑖𝑛𝑓𝑙𝑢ência das forças e momentos inerciais do 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐫𝐚𝐩𝐞𝐬𝐨

Duas importantes componentes: Fr


Z
- Força tangencial
𝛿
- Força radial

Magnitude dessas forças:


𝜌
𝛽
𝐹𝑟 = 𝑀𝑐𝑝 𝜌𝑐𝑝 𝛽ሶ 2 Ft

𝐹𝑡 = 𝑀𝑐𝑝 𝜌𝑐𝑝 𝛽ሷ Y
CC_0

Logo, a força inercial do contrapeso é:


𝐹𝑐𝑝 = 𝐹𝑟 cos 𝛽 + 𝛿 + 𝐹𝑡 sin 𝛽 + 𝛿 𝑗 + 𝐹𝑟 sin 𝛽 + 𝛿 − 𝐹𝑡 cos 𝛽 + 𝛿 k

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SHAKING FORCES AND MOMENTS

𝑁ã𝑜 𝑝𝑜𝑑𝑒𝑚𝑜𝑠 𝑒𝑠𝑞𝑢𝑒𝑐𝑒𝑟 𝑑𝑎 𝑖𝑛𝑓𝑙𝑢ência das forças e momentos inerciais do 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐫𝐚𝐩𝐞𝐬𝐨

𝐹𝑐𝑝 = 𝐹𝑟 cos 𝛽 + 𝛿 + 𝐹𝑡 sin 𝛽 + 𝛿 𝑗 + 𝐹𝑟 sin 𝛽 + 𝛿 − 𝐹𝑡 cos 𝛽 + 𝛿 k

O momento de inercia do contrapeso, a partir da origem do conjunto do cilindro, é:

−𝑅𝑥 0
𝑀𝑐𝑝 = 𝑟𝑐𝑝 𝑥 𝐹𝑐𝑝 = 𝜌cos(𝛽 + 𝛿) 𝑥 𝐹𝑟 cos 𝛽 + 𝛿 + 𝐹𝑡 sin 𝛽 + 𝛿
𝜌s𝑒𝑛(𝛽 + 𝛿) 𝐹𝑟 sin 𝛽 + 𝛿 − 𝐹𝑡 cos 𝛽 + 𝛿

A força total dos esforços e momentos agindo na origem dos eixos de coordenados da montagem do cilindro é
a soma dos valores para o elo de montagem do cilindro mais a adição dos contrapesos

Para completar o resultado total dos esforços no kit, o vetor de força (que faz vibrar) nos eixos de coordenadas da
montagem do cilindro deve ser rotacionado para os eixos de coordenadas do kit

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O vetor do momento de excitação do kit é a soma dos momentos de montagem do cilindro
rotacionados para os eixos de coordenadas do kit e o momento em torno do CG do kit devido a
forças na origem dos eixos de coordenadas do conjunto de cilindros

𝑐𝑙 𝑐𝑙
𝐹0𝑐𝑙 = 𝜋 𝑘𝑖𝑡,𝑐𝑖𝑙𝑖𝑛𝑑𝑟𝑜 𝐹0𝑐𝑙

𝑐𝑙 𝑐𝑙 𝑐𝑙
𝑀𝑔𝑘𝑖𝑡 = 𝜋 𝑘𝑖𝑡,𝑐𝑖𝑙𝑖𝑛𝑑𝑟𝑜 𝑀0𝑐𝑙 + 𝑅0𝑐𝑙 𝑓0𝑐𝑙

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Deve-se notar que os momentos de inércia do conjunto completo do
cilindro são funções do ângulo da manivela e, portanto, o momento da matriz de
inércia para o conjunto do cilindro deve ser alterado para cada novo ângulo da
manivela.
Um método aceitável para determinar o momento de montagem do
cilindro da matriz de inércia em um ângulo de manivela de 90 graus e usar a
matriz como uma matriz constante. A avaliação do efeito da posição da manivela
para o compressor a ser modelado deve ser feita antes que a aproximação
sugerida seja aceitável. A dependência dos termos na matriz inercial na posição
do virabrequim foi eliminada pela avaliação da matriz inercial na posição
intermediária do virabrequim, assumindo que as mudanças no ângulo do
virabrequim produziriam pequenas mudanças nos termos de inércia. Já, as forças
de agitação das partes móveis ainda são uma função da posição angular do
virabrequim, da velocidade angular. Para finalizar o modelo do compressor, é
necessária uma definição da dinâmica instantânea do virabrequim.

ENTÃO...

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A) VELOCIDADE ANGULAR CONSTANTE DO VIRABREQUIM

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1. PARÂMETROS NECESSÁRIOS PARA A SIMULAÇÃO DE UM COMPRESSOR

CHECK-LIST
a) Localizar e calcular os principais esforços no kit do compressor
b) Obter a massa do bloco e também dos componentes e suas conexões
c) Localização do centro de gravidade do bloco
d) Momento de inércia do bloco e de todas as conexões e seus centros de massa
Solid em termos de suas coordenadas axiais fixas
Works e) Localização da origem das coordenadas axiais da montagem do cilindro e seus
ângulos, respeitando as coordenadas fixas do bloco
f) Localização dos pontos de montagem das molas e os ângulos entre o eixo
principal de rigidez da mola com as coordenadas inerciais
g) Principais valores de rigidez da suspensão
h) Valores de amortecimento viscosos da mola e dos rolamentos

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DESENVOLVENDO A EQUAÇÃO DO MOVIMENTO

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DESENVOLVENDO A EQUAÇÃO DO MOVIMENTO

Verificar e configurar o material e a massa de cada componente do kit

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DESENVOLVENDO A EQUAÇÃO DO MOVIMENTO

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DESENVOLVENDO A EQUAÇÃO DO MOVIMENTO

Centro de Massa de cada componente

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DESENVOLVENDO A EQUAÇÃO DO MOVIMENTO

Distância entre o CM da mola até o CM do kit

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