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Pontifícia Universidade Católica de Goiás

THIS IS YOUR
Escola de Engenharia
Engenharia Civil

PRESENTATION
AVALIAÇÃO DO COMPORTAMENTO DE CONCRETOS APLICADOS EM CANAIS DE
DRENAGEM URBANA POR MEIO DE ENSAIOS DESTRUTIVOS E NÃO DESTRUTIVOS

TITLE Antônio Carlos Assis Leonel


Túlio Paixão de França

Orientador: Prof. Dr. Rodrigo Carvalho da Mata


INTRODUÇÃO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO CONCLUSÕES REFERÊNCIAS

INTRODUÇÃO
o Canais de drenagem urbana originados a partir de cursos d’água já
existentes;
o Antropomorfização dos canais;
o Escoamento de água em grande velocidade.
Figura 1 – Tietê: curso natural. Fonte: Google Maps (2018). Figura 2 – Tietê: perímetro urbano. Fonte: Google Maps (2018).
05/06/2019 - ENG 1092 – TCC II

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INTRODUÇÃO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO CONCLUSÕES REFERÊNCIAS

OBJETIVO
Avaliar o comportamento físico e mecânico de
concretos aplicados em canais de drenagem urbana
realizando ensaios de natureza não destrutiva e
destrutiva com o intuito de caracterizar resistência
05/06/2019 - ENG 1092 – TCC II

e, possivelmente, a durabilidade ao longo da vida útil


destes.

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INTRODUÇÃO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO CONCLUSÕES REFERÊNCIAS

CONCRETOS UTILIZADOS EM CANAIS URBANOS


o Escoamento de águas superficiais;
o Concreto como material de revestimento e contenção;
o Desempenho ligado ao seu estado de conservação;
o Exposição à agentes agressivos, uso contínuo e falta de programas
de manutenção: ocorrência de patologias.
Figura 3 – Canal do Córrego Botafogo, Goiânia - Go. Fonte: Jornal Opção (2018).
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INTRODUÇÃO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO CONCLUSÕES REFERÊNCIAS

AVALIAÇÃO DO CONCRETO POR MÉTODOS


NÃO DESTRUTIVOS
o Pacometria;
o Velocidade de onda ultrassônica;
o Dureza superficial (esclerometria);
o Resistividade elétrica superficial.
Figura 4 – Ultrassom: métodos de transmissão. Fonte: BS 1881 (1986).
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INTRODUÇÃO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO CONCLUSÕES REFERÊNCIAS

AVALIAÇÃO DO CONCRETO POR MÉTODOS


DESTRUTIVOS
o Extração de testemunhos; Figura 5 – Curva tensão-deformação do concreto.
Fonte: Almeida (2012).
o Resistência à compressão;
o Módulo de elasticidade;
o Profundidade de carbonatação.
Figura 6 – Ensaio de carbonatação. Fonte: Cimento Itambé (2009).
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INTRODUÇÃO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO CONCLUSÕES REFERÊNCIAS

ANÁLISE DE REGISTROS E DOCUMENTOS


Figura 7 – Seção do canal do córrego botafogo em Goiânia. Fonte: Prefeitura de Goiânia (1972).
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INTRODUÇÃO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO CONCLUSÕES REFERÊNCIAS

PROGRAMA EXPERIMENTAL
Figura 8 – Definição da região de estudo. Fonte: Google Earth (2018).
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INTRODUÇÃO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO CONCLUSÕES REFERÊNCIAS

PROGRAMA EXPERIMENTAL
ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS Figura 9 – Pacometria. Fonte: Autores.

o Inspeção Visual;
o Pacometria;
o Mapeamento de fissuras;
o Esclerometria: 5 Quadrantes
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com 16 golpes cada;


o Ultrassom indireto: 10 pontos
de medição;
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PROGRAMA EXPERIMENTAL
ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS Figura 10 - Ensaio de esclerometria. Fonte: Autores.

o Inspeção Visual;
o Pacometria;
o Mapeamento de fissuras;
o Esclerometria: 5 Quadrantes
05/06/2019 - ENG 1092 – TCC II

com 16 golpes cada;


o Ultrassom indireto: 10 pontos
de medição;
10
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PROGRAMA EXPERIMENTAL
ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS Figura 11 - Ensaio de ultrassom - indireto. Fonte: Autores.

o Inspeção Visual;
o Pacometria;
o Mapeamento de fissuras;
o Esclerometria: 5 Quadrantes
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com 16 golpes cada;


o Ultrassom indireto: 10 pontos
de medição;
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PROGRAMA EXPERIMENTAL
ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
Figura 12 – Pontos de realização de ensaios não destrutivos, local “A”. Fonte: Autores.
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PROGRAMA EXPERIMENTAL
ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
Figura 13 – Pontos de realização de ensaios não destrutivos, local “B”. Fonte: Autores.
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PROGRAMA EXPERIMENTAL
Figura 14 – Extração de testemunhos. Fonte: Autores.
ENSAIOS DESTRUTIVOS
o Extração de testemunhos:
o 6 para Compressão axial;
o 3 para Módulo de elasticidade;
o 1 reserva;
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o Profundidade de carbonatação;
o Ultrassom - método direto;
o Resistividade elétrica superficial.
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PROGRAMA EXPERIMENTAL
ENSAIOS DESTRUTIVOS Figura 15 – Testemunhos extraídos. Fonte: Autores.

o Extração de testemunhos:
o 6 para Compressão axial;
o 3 para Módulo de elasticidade;
o 1 reserva;
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o Profundidade de carbonatação;
o Ultrassom - método direto;
o Resistividade elétrica superficial.
15
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PROGRAMA EXPERIMENTAL
ENSAIOS DESTRUTIVOS Figura 16 – Ensaio de compressão axial. Fonte: Autores.

o Extração de testemunhos:
o 6 para Compressão axial;
o 3 para Módulo de elasticidade;
o 1 reserva;
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o Profundidade de carbonatação;
o Ultrassom - método direto;
o Resistividade elétrica superficial.
16
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PROGRAMA EXPERIMENTAL
ENSAIOS DESTRUTIVOS Figura 17 – Ensaio de módulo de elasticidade. Fonte: Autores.

o Extração de testemunhos:
o 6 para Compressão axial;
o 3 para Módulo de elasticidade;
o 1 reserva;
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o Profundidade de carbonatação;
o Ultrassom - método direto;
o Resistividade elétrica superficial.
17
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PROGRAMA EXPERIMENTAL
ENSAIOS DESTRUTIVOS Figura 18 – Profundidade de carbonatação. Fonte: Autores.

o Extração de testemunhos:
o 6 para Compressão axial;
o 3 para Módulo de elasticidade;
o 1 reserva;
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o Profundidade de carbonatação;
o Ultrassom - método direto;
o Resistividade elétrica superficial.
18
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PROGRAMA EXPERIMENTAL
ENSAIOS DESTRUTIVOS Figura 19 – Ensaio de ultrassom – método direto. Fonte: Autores.

o Extração de testemunhos:
o 6 para Compressão axial;
o 3 para Módulo de elasticidade;
o 1 reserva;
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o Profundidade de carbonatação;
o Ultrassom - método direto;
o Resistividade elétrica superficial.
19
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PROGRAMA EXPERIMENTAL
ENSAIOS DESTRUTIVOS Figura 20 – Resistividade Elétrica Superficial. Fonte: Autores.

o Extração de testemunhos:
o 6 para Compressão axial;
o 3 para Módulo de elasticidade;
o 1 reserva;
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o Profundidade de carbonatação;
o Ultrassom - método direto;
o Resistividade elétrica superficial.
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INTRODUÇÃO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO CONCLUSÕES REFERÊNCIAS

PROGRAMA EXPERIMENTAL
ENSAIOS DESTRUTIVOS
Figura 21 – Pontos de extração de testemunhos, local “A”. Fonte: Autores.
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INTRODUÇÃO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO CONCLUSÕES REFERÊNCIAS

PROGRAMA EXPERIMENTAL
ENSAIOS DESTRUTIVOS
Figura 22 – Pontos de extração de testemunhos, local “B”. Fonte: Autores.
05/06/2019 - ENG 1092 – TCC II

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INTRODUÇÃO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO CONCLUSÕES REFERÊNCIAS

INSPEÇÃO VISUAL
Figura 23 – Armaduras expostas, local “A”. Fonte: Autores. Figura 24 – Presença de plantas na parede do canal. Fonte: Autores.
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INTRODUÇÃO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO CONCLUSÕES REFERÊNCIAS

INSPEÇÃO VISUAL

Figura 25 – Bordas bem demarcadas dos agregados. Fonte: Autores. Figura 26 – Formação de gel de cor branca. Fonte: Autores.
05/06/2019 - ENG 1092 – TCC II

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INTRODUÇÃO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO CONCLUSÕES REFERÊNCIAS

REGISTRO DE FISSURAS
Figura 27 – Fissuras na parede do canal, local “A”. Fonte: Autores. Tabela 1 – Abertura de fissuras na parede do canal. Fonte: Autores.
Local Fissura Abertura (mm)
F1 0,12
F2 0,10
F3 0,08
A F4 0,16
F5 0,10
05/06/2019 - ENG 1092 – TCC II

F6 0,02
F7 0,10
F1 0,14
B
F2 0,04

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INTRODUÇÃO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO CONCLUSÕES REFERÊNCIAS

REGISTRO DE FISSURAS
Figura 28 – Fissura em testemunho A-10. Fonte: Autores. Figura 29 – Fissura em testemunho A-7. Fonte: Autores.
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INTRODUÇÃO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO CONCLUSÕES REFERÊNCIAS

ENSAIO DE ESCLEROMETRIA
Tabela 2 – Resultados do ensaio de esclerometria e resistência à compressão estimada. Fonte: Autores.

Índice Esclerométrico (IE) Resistência à compressão estimada (MPa)


Local Desvio Desvio
Individual Média Coeficiente Individual Média Coeficiente
Padrão Padrão
(IE) (IE) de Variação (MPa) (MPa) de Variação
(IE) (MPa)
A-E1 48,81 39,81
A-E2 48,33 39,16
A-E3 50,40 50,15 1,55 3,08% 41,96 41,62 2,10 5,04%
05/06/2019 - ENG 1092 – TCC II

A-E4 51,94 44,05


A-E5 51,25 43,12

B-E1 44,30 33,68

B-E2 45,07 34,73

B-E3 47,40 46,21 1,97 4,26% 37,89 36,28 2,67 7,37%


B-E4 49,07 40,16 27
B-E5 45,23 34,94
INTRODUÇÃO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO CONCLUSÕES REFERÊNCIAS

ENSAIO DE ULTRASSOM – MÉTODO INDIRETO


Tabela 3 – Velocidade de onda ultrassônica – método indireto, locais “A” e B” respectivamente. Fonte: Autores.
Desvio Desvio
Velocidade Média Coeficiente de Velocidade Média Coeficiente de
Local Padrão Local Padrão
(m/s) (m/s) Variação (m/s) (m/s) Variação
(m/s) (m/s)
A-U1 2395 B-U1 1905
A–U2 3053 B-U2 2353
A–U3 3252 B-U3 1996
A-U4 3324 B-U4 2442
A-U5 2639 B-U5 2186
05/06/2019 - ENG 1092 – TCC II

2790,40 545,25 19,54% 2127,60 216,30 10,17%


A-U6 2410 B-U6 2119
A-U7 2101 B-U7 1942
A-U8 2032 B-U8 2418
A-U9 3114 B-U9 1847
A-U10 3584 B-U10 2068

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ENSAIO DE ULTRASSOM – MÉTODO DIRETO


Tabela 4 – Velocidade de onda ultrassônica – método direto. Fonte: Autores.
Módulo de elasticidade Módulo de elasticidade Resistência à compressão
Velocidade dinâmico calculado estático calculado calculada
Local
(m/s) Média Média Média
Ed (GPa) Ec (GPa) Fc (MPa)
(GPa) (GPa) (MPa)
A-1 4708,49 51,20 34,91 40,78
A-2 4664,97 50,25 33,89 39,94
A-3 5093,18 59,90 45,19 48,55
A-5 4791,17 53,01 36,92 42,39
A-6 5083,42 59,67 53,44 44,90 37,58 48,35 42,79
A-7 4773,27 52,61 36,48 42,03
A-8 4916,67 55,82 40,19 44,89
05/06/2019 - ENG 1092 – TCC II

A-9 4505,50 46,88 30,40 36,97


A-10 4728,77 51,64 35,49 41,17
B-1 4513,51 45,55 30,57 37,12
B-2 5156,17 59,45 47,09 49,90
B-3 5015,54 56,25 42,93 46,92
B-4 4707,32 49,55 34,88 40,75
B-5 4959,90 55,01 41,37 45,77
53,48 39,64 44,38
B-6 4951,10 54,82 41,13 45,59
B-7 4878,05 53,21 39,16 44,11
29
B-8 4762,47 50,72 36,21 41,82
B-9 4981,34 55,49 41,97 46,21
B-10 4948,87 54,77 41,06 45,55
INTRODUÇÃO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO CONCLUSÕES REFERÊNCIAS

RESISTIVIDADE ELÉTRICA SUPERFICIAL


Tabela 5 – Resistividade elétrica superficial de testemunhos. Fonte: Autores.
Média Média Desvio
Corpo de Leituras Coeficiente
Individual Local Padrão
prova (kΩcm) de Variação
(kΩcm) (kΩcm) (kΩcm)
A-2 34 31 36 33,7
A–5 30 29 29 29,3
A–7 21 20 23 21,3 27,27 4,67 17,12%
A-8 28 28 26 27,3
A-10 20 29 25 24,7
B-1 18 16 20 18,0
05/06/2019 - ENG 1092 – TCC II

B-2 26 28 30 28,0
B-3 27 32 31 30,0
B-4 22 19 19 20,0
B-5 26 22 29 25,7
24,77 4,08 16,46%
B-6 26 30 31 29,0
B-7 24 23 21 22,7
B-8 22 30 22 24,7 30
B-9 24 31 29 28,0
B-10 22 21 22 21,7
INTRODUÇÃO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO CONCLUSÕES REFERÊNCIAS

PROFUNDIDADE DE CARBONATAÇÃO
Tabela 6 – Medição da profundidade de carbonatação. Fonte: Autores.
Média Média Desvio
Corpo de Leituras Coeficiente
Individual Local Padrão
prova (mm) de Variação
(mm) (mm) (mm)
A-1 6,03 10,17 11,09 9,10
A–2 4,32 5,07 5,12 4,84
A–3 7,44 4,32 9,21 6,99
A-4 3,51 3,19 2,06 2,92
A-5 6,49 16,71 17,07 13,42
9,56 4,43 46,38%
A-6 6,32 9,58 13,69 9,86
A-7 18,99 20,27 16,64 18,63
A-8 9,26 6,93 8,01 8,07
05/06/2019 - ENG 1092 – TCC II

A-9 15,90 7,99 7,09 10,33


A-10 13,22 10,84 10,13 11,40
B-1 10,43 12,69 10,82 11,31
B-2 8,21 3,43 5,60 5,75
B-3 8,37 8,79 13,33 10,16
B-4 4,49 5,49 9,71 6,56
B-5 6,83 8,55 11,02 8,80
8,96 2,95 32,92%
B-6 4,23 5,25 4,09 4,52
B-7 8,66 6,27 8,03 7,65 31
B-8 11,70 9,17 9,53 10,13
B-9 9,94 6,72 13,89 10,18
B-10 14,60 14,45 14,53 14,53
INTRODUÇÃO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO CONCLUSÕES REFERÊNCIAS

ESTIMATIVA DE VIDA ÚTIL


Tabela 7 – Estimativa de vida útil da estrutura. Fonte: Autores.
Vida útil Previsão de Vida
eco2 médio KCO2
Local total útil residual
(mm) (mm/ano1/2)
(anos) (anos)
A-1 9,10 73,9
A–2 4,84 100,1
A–3 6,99 86,4
A-4 2,92 113,3
A-5 13,42 51,2
3,01 134,8
A-6 9,86 69,5
A-7 18,63 29,5
A-8 8,07 79,8
05/06/2019 - ENG 1092 – TCC II

A-9 10,33 67,0


A-10 11,40 61,3
B-1 11,31 69,1
B-2 5,75 105,5
B-3 10,16 76,0
B-4 6,56 99,6
B-5 8,80 84,6
2,85 151,0
B-6 4,52 114,5
B-7 7,65 92,2
10,13 76,2
32
B-8
B-9 10,18 75,9
B-10 14,53 51,7
INTRODUÇÃO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO CONCLUSÕES REFERÊNCIAS

RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO AXIAL


Tabela 8 – Resistência à compressão axial de testemunhos. Fonte: Autores.
Desvio
Corpo de fci,ext,inicial fci,ext fck,ext,seg Coeficiente
Padrão
prova (MPa) (MPa) (MPa) de Variação
(MPa)
A-1 35,48 36,53
A–2 29,78 32,61
A–5 26,00 28,80
33,37 3,27 9,79%
A-6 37,18 36,05
A-8 27,97 30,40
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A-9 33,99 35,82


B-2 31,51 34,07
B-4 33,92 36,91
B-5 33,06 36,61
34,83 3,06 8,77%
B-7 33,79 36,93
33
B-8 31,98 35,46
B-10 26,30 29,01
INTRODUÇÃO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO CONCLUSÕES REFERÊNCIAS

MÓDULO DE ELASTICIDADE ESTÁTICO

Tabela 9 – Módulo de elasticidade estático de testemunhos. Fonte: Autores.


Corpo de Eci Desvio Coeficiente
Média
prova (GPa) Padrão de Variação
A-5 38,04
A–7 32,79 34,93 2,75 7,88%
A–10 33,97
B-1 34,31
05/06/2019 - ENG 1092 – TCC II

B-6 37,55 37,49 3,15 8,41%


B-8 40,61

34
INTRODUÇÃO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO CONCLUSÕES REFERÊNCIAS

COMPARAÇÃO ENTRE GRANDEZAS


Figura 30 – Comparação entre os resultados de resistência à compressão. Fonte: Autores.
50

45
44.38
40 42.79
41.62
Resistência à compressão (MPa)

35 36.53 36.93 36.28


34.83
30 33.37

25 26.60 27.62
05/06/2019 - ENG 1092 – TCC II

20

15

10

0
LOCAL "A" LOCAL "B" 35
fck,ext,seg fck,ext,pot fck,est fc (IE) fc (US)
INTRODUÇÃO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO CONCLUSÕES REFERÊNCIAS

COMPARAÇÃO ENTRE GRANDEZAS


Figura 31 – Comparação entre a variação dos resultados de resistência à compressão. Fonte: Autores.
40%

30%
VARIAÇÃO EM RELAÇÃO A FCK,EXT,SEG (%)

20%

10%
05/06/2019 - ENG 1092 – TCC II

0%

-10%

-20%

-30%
fck,ext,seg fck,ext,pot fck,est fc (IE) fc (US)
36
Local "A" 0.00% +9.47% -20.29% +24.72% +28.23%
Local "B" 0.00% +6.03% -20.70% +4.16% +27.42%
INTRODUÇÃO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO CONCLUSÕES REFERÊNCIAS

COMPARAÇÃO ENTRE GRANDEZAS


Figura 32 – Comparação entre os resultados de módulo de elasticidade. Fonte: Autores.

60

50 53.44 53.48
Módulo de Elasticidade (GPa)

40
39.64
37.58 37.49
34.93
30
05/06/2019 - ENG 1092 – TCC II

29.11 29.75

20

10

0
LOCAL "A" LOCAL "B" 37
Ed (US) Ec (US) Eci (NBR 6118) Eci (NBR 8522)
INTRODUÇÃO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO CONCLUSÕES REFERÊNCIAS

CONCLUSÕES

o Inspeção visual: armaduras expostas e plantas;


o Fissuras expostas e fissuras em testemunhos;
o Evidências de reação álcali-agregado;
o Durabilidade em função da frente de carbonatação;
o Risco moderado de corrosão;
05/06/2019 - ENG 1092 – TCC II

o Resistência à compressão: 34,10 MPa;


o Módulo de elasticidade: 36,21 GPa;
o Esclerometria: resultados majorados em comparação aos
38
testemunhos extraídos;
INTRODUÇÃO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO CONCLUSÕES REFERÊNCIAS

CONCLUSÕES

o Ultrassom indireto: avaliação qualitativa; possui baixa precisão;


o Ultrassom direto: maior valor de resistência à compressão e módulo
de elasticidade estático;
o Eficácia do uso de metodologias não destrutivas para avaliação
primária do módulo de elasticidade;
05/06/2019 - ENG 1092 – TCC II

o Análises quantitativas e qualitativas de canais de drenagem urbana;


o Manutenção dos problemas patológicos visualmente apontados.

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INTRODUÇÃO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO CONCLUSÕES REFERÊNCIAS

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ALMEIDA, S. M. Análise do módulo de elasticidade estático e dinâmico do concreto de cimento Portland
através de ensaios de compressão simples e de frequência ressonante. 2012. 216 f. Dissertação (Mestrado em
Construção Civil) – Escola de Engenharia, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2012.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 12655: Concreto de cimento Portland – Preparo, controle,
recebimento e aceitação – Procedimento. Rio de Janeiro: ABNT, 2015.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 5739: Concreto - Ensaios de compressão de corpos-de-
prova cilíndricos. Rio de Janeiro: ABNT, 2018.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6118: Projeto de estruturas de concreto – Procedimento.
05/06/2019 - ENG 1092 – TCC II

Rio de Janeiro: ABNT, 2014.


ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 7584: Concreto endurecido — Avaliação da dureza
superficial pelo esclerômetro de reflexão — Método de ensaio. Rio de Janeiro: ABNT, 2012.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 7680-1: Concreto – Extração, preparo, ensaio e análise de
testemunhos de estruturas de concreto - Parte 1: Resistência à compressão axial. Rio de Janeiro: ABNT, 2015.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 8522: Concreto – Determinação dos módulos estáticos 40
de elasticidade e de deformação à compressão. Rio de Janeiro: ABNT, 2017.
INTRODUÇÃO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO CONCLUSÕES REFERÊNCIAS

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 8802: Concreto endurecido — Determinação da velocidade
de propagação de onda ultrassônica. Rio de Janeiro: ABNT, 2019.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 8953: Concreto para fins estruturais - Classificação pela
massa específica, por grupos de resistência e consistência. Rio de Janeiro: ABNT, 2015.
BRITISH STANDARDS INSTITUTION. BS 1881: Part 202-203. Testing Concrete: Recommendations for Surface
Hardness Testing by Rebound Hammer. London, England: BSI, 1986.
CÁNOVAS, M. F. Patologia e terapia do concreto armado. São Paulo: Pini, 1988. 522 p.
MELCHERS, R. E. Structural Reability – analysis and prediction. Ellis Horwood Series in Civil Engineering, EUA, 1987,
400 p.
05/06/2019 - ENG 1092 – TCC II

NEVILLE, A. M. Propriedades do concreto. 2. ed. São Paulo: Pini, 1997, 828 p.


POLDER, R. B. Test methods for on site measurement of resistivity of concrete – a RILEM TC – 154 technical
recommendation. Construction and Building Materials, v. 15, 2001, USA, p. 125-131.
TOMAZELI A.; HELENE P. R. L. Diretrizes para inspeção em estruturas de obras paralisadas. Revista Estrutura, São
Paulo, v. 4, p. 30-37, set. 2017.

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INTRODUÇÃO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO CONCLUSÕES REFERÊNCIAS

AGRADECIMENTOS

o AO ORIENTADOR PROF. RODRIGO CARVALHO DA MATA;


o À BANCA EXAMINADORA;
o À SEINFRA – GOIÂNIA;
o À JOFEGE ENGENHARIA;
o AO LABITECC (UFG);
o À PUC-GOIÁS;
o A TODOS QUE CONTRIBUÍRAM PARA REALIZAÇÃO DESSE
TRABALHO. 42

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