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1.

Profetas
1. 1º - O vidente (ro’ eh), aquele que vê coisas
escondidas, como Samuel, por exemplo. Ele
sabia onde estava a jumenta extraviada de
Saul (1Sm 9).
2. 2º - O profeta individual, clássico, que mesmo
não sendo convidado pelo povo, adverte-o
sobre seus pecados. Geralmente é o tipo que
mais rapidamente vem à nossa mente.
3. 3º) Os profetas de corporações, produto das
chamadas escolas de profetas. Geralmente
tinham um chefe ao redor do qual se
agrupavam.
4. Os profetas do culto, parte do pessoal do
templo. Alguns dos salmos de louvor e de
proclamação devem ter sido compostos por
eles, como o 85, por exemplo, onde se lê
“salmo dos filhos de Corá”.
5. O profetismo messiânico-escatológico, que
não aparece muito no Antigo Testamento, a
não ser em Ageu e Zacarias (um pouco menos
em Malaquias), (revela de forma mais ampla
nos escritos de Qumran, com o chamado
Mestre de Justiça).
2. Como se organizavam
 ESCOLAS PROFÉTICAS: Como foi com Elias,
chefe de uma escola (2Rs 2.3), e com Eliseu,
que tinha também discípulos, como Geazi, e
uma escola (2Rs4.1). Há, neste aspecto, o
caso de Saul, encontrado “no meio dos
profetas” (1Sm 19.18-24).
 TRANSE PROFÉTICO: Enlevados pela música e
pela dança, entravam em êxtases.
3. Função
 1º) O profeta verdadeiramente profeta é um
instrutor do povo de Deus dentro da Palavra
de Deus. Ele ensina os preceitos da aliança, e
proclama, em nome de Deus, a maneira
correta de proceder. Ele fala não apenas em
nível individual, mas também em nível
coletivo. Mostra os pecados de pessoas e de
instituições.
 2º) O profeta verdadeiramente profeta sabe
interpretar os acontecimentos históricos.
 3º) O profeta denuncia, acusa e condena. Ele
se enche de indignação contra os erros do
mundo.
 4º) O profeta é um consolador. Ao mesmo
tempo em que anuncia o juízo e chama ao
arrependimento, ele traz a mensagem de
Isaías 40.1: “Consolai, consolai o meu povo”.
4. Ética Social dos Profetas
 1º) Era uma ética de solidariedade. A queixa
de Amós 6.6 foi que os líderes não se
preocupavam com a ruína do povo. Em Isaías
58.6, o jejum que Deus pede é que se acabe
com a injustiça e com a opressão. Em Isaías
58.7, o jejum que Deus escolheu não
consistia na privação de alimentos, mas que
se repartisse o alimento com o faminto.
 2º) Era uma ética de moralidade
administrativa. Os profetas se indignaram
com o comércio desonesto. Amós condenou
as balanças adulteradas, como se lê em 8.5, e
o luxo da classe dirigente em detrimento da
pobreza do povo, como se lê em 6.3-7.
Miquéias 6.11 também condenou a
desonestidade no comércio: E em 7.3 o
mesmo profeta condena o governante
corrupto e o juiz vendido.
 3º) Era uma ética de imparcialidade. O rei e o
juiz não podiam ser tendenciosos.
“Parcialidade no julgar não é bom”, diz
Provérbios 24.23, espelhando o conceito
bíblico sobre a neutralidade do juiz.
 4º) Era uma ética de igualdade perante a lei.
Este é um desdobramento da idéia anterior.
Ninguém estava acima da lei. O rei Davi,
como já apontamos, foi duramente acusado
por Natã e João Batista, o último dos profetas
na linhagem do Antigo Testamento.
 5º) Era ma ética de defesa do oprimido. Basta
ler os profetas sociais, como Amós, Miquéias,
Isaías e trechos de Jeremias para ver que
havia grande preocupação com os
desfavorecidos na escala social.
 6º) Era uma ética de condenação do opressor.
Basta voltar aos chamados profetas sociais
para verificar isto. Amós 6 é um exemplo
disso.
 Referências:

FILHO, Isaltino Gomes Coelho. A ética dos


profetas e sua implicação para nossos dias.
Disponível em:
http://www.isaltino.com.br/doctos/a_etica_d
os_profetas_APAGAR.pdf. Acesso em 18 set.
2019.