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CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE

HIGIENE, SEGURANÇA E CUIDADOS GERAIS

UFCD 6562 – Controlo e prevenção da Infeção:


princípios básicos a considerar na prestação de
cuidados de saúde

50 horas|60 aulas
4. Conceitos básicos associados aos tipos de
infeção

4.1. Adquirida na comunidade


4.2. Nosocomial
4.3. Infeção cruzada
4.1. Adquirida na comunidade

 Qualquer infeção adquirida na comunidade surge em


oposição àquelas adquiridas em instituições de saúde.
 Uma infeção seria classificada como adquirida na
comunidade se o paciente não esteve recentemente em
instituições de saúde ou não esteve em contato com alguém
que esteve recentemente em instituições de saúde.
 Neste sentido, não é considerada infeção hospitalar, uma
doença infeciosa adquirida na comunidade, ou que foi
diagnosticada só quando o paciente foi internado através
de sinais que indiquem que o período de incubação
daquela doença seja incompatível com a data de sua
admissão no hospital.
4.2. Nosocomial

 Infeções Nosocomiais, também chamadas Infeções


Hospitalares, e atualmente denominadas por
Infeções Associadas aos Cuidados de Saúde (IACS),
são infeções adquiridas durante o internamento que
não estavam presentes ou em incubação à data da
admissão.
 Infeções que ocorrem mais de 48 horas após a
admissão são, geralmente, consideradas
nosocomiais.
4.3. Infeção cruzada

 Infeção cruzada: é a infeção ocasionada pela


transmissão de um microrganismo de um paciente
para outro, geralmente pelo pessoal, ambiente ou
um instrumento contaminado.
 A transmissão cruzada de infeções pode ocorrer
principalmente pelas mãos da equipa ou por
artigos recentemente …
5. Exposição a risco biológico
5.1. Conceito de agente biológico
5.2. Prevenção na exposição ao risco biológico
5.3. Tuberculose
5.4. Hepatite A, B e C
5.5. HIV
5.1. Conceito de agente biológico
 Entende-se por agentes biológicos, os que resultam da
ação de agentes animados como microrganismos vírus,
bacilos, fungos e bactérias, incluindo os geneticamente
modificados, as culturas de células e os endoparasitas
humanos e outros suscetíveis de provocar infeções, alergias
ou intoxicações.
 O risco ocupacional associado aos agentes biológicos
pode atingir não só os profissionais de saúde, como outros
profissionais e ainda todos os visitantes das unidades de
saúde e familiares que coabitam no domicílio dos doentes.
 Numa unidade hospitalar, a exposição a agentes
biológicos, em particular a microrganismos, coloca-se com
particular incidência nos profissionais de saúde.
5.1. Conceito de agente biológico
 As potenciais e principais fontes deste risco são:
 o contacto pessoal com os doentes;

 O manuseamento de produtos biológicos: sangue e seus


componentes, fezes, exsudados, secreções e vómitos
 os materiais contaminados por estes.
5.1. Conceito de agente biológico
 Em ambiente hospitalar, os principais agentes infeciosos com os
quais os profissionais podem contactar são:
 o vírus da hepatite (A, B e C);

 o vírus Epstein-Barr,

 o vírus da imunodeficiência humana (VIH),

 o citomegalovírus,

 Espiroquetas

 parasitas.
5.1. Conceito de agente biológico

 As formas de transmissão a nível hospitalar são idênticas às


formas de transmissão de outras infeções.
 Assim a exposição a agentes biológicos pode acontecer por
várias formas, nomeadamente:
 transmissão aérea,

 contacto cutâneo,

 contacto fecal-oral,

 contacto com sangue ou outros fluidos orgânicos

 por via percutânea.


5.2. Prevenção na exposição ao risco
biológico
As medidas necessárias à eliminação ou redução dos riscos para os
trabalhadores dependerão de cada risco biológico, existindo, no
entanto, um número de ações comuns possíveis de executar:
 Muitos agentes biológicos são transmitidos através do ar, como é
o caso das bactérias exaladas ou das toxinas de grãos
bolorentos. Evitar a formação de aerossóis e de poeiras, mesmo
durante as atividades de limpeza ou manutenção.
 Uma boa higiene doméstica, procedimentos de trabalho
higiénicos e a utilização de sinais de aviso pertinentes são
elementos-chave da criação de condições de trabalho seguras e
saudáveis.
5.2. Prevenção na exposição ao risco
biológico
(cont.)
As medidas necessárias à eliminação ou redução dos riscos para
os trabalhadores dependerão de cada risco biológico, existindo,
no entanto, um número de ações comuns possíveis de executar:
 Muitos microrganismos desenvolveram mecanismos de
sobrevivência ou resistência ao calor, à desidratação ou à
radiação através, por exemplo, da produção de esporos.
 Adotar medidas de descontaminação de resíduos,
equipamento e vestuário, bem como medidas de higiene
adequadas dirigidas aos trabalhadores. Dar instruções sobre
a eliminação com segurança de resíduos, procedimentos de
emergência e primeiros socorros.
5.3. Tuberculose
 Desde o início do século XXI que se tem evidenciado a
transmissão hospitalar da tuberculose, o risco de infeção pela
mesma e a existência da doença cativa nos profissionais da
área da saúde.
 Sendo a tuberculose uma doença infectocontagiosa de fácil
transmissão (a inoculação do bacilo faz-se por via aérea), a
adoção de programas de avaliação e seguimento dos
trabalhadores não se tem efetivado, sobretudo nos países de
alta prevalência, nos quais o risco comunitário é elevado.
5.3. Tuberculose
 Os fatores de risco de infeção pela bactéria Mycobacterium
tuberculosis (tuberculose) entre os profissionais de saúde está
relacionado : prevalência da doença, perfil dos casos
atendidos, área de trabalho, grupo ocupacional, tempo de
trabalho na área da saúde e medidas de controlo adotadas
pela instituição.
 A tuberculose está associada à infeção pelo VIH/SIDA, a
qual tem aumentado nos grandes centros associada a outros
grupos de risco acrescido (imigrantes, sem-abrigo,
consumidores de drogas injetáveis).
 Prevalência crescente da tuberculose multirresistente, em
consequência da resistência das bactérias aos antibióticos.
5.4. Hepatite A, B e C

 O risco de adquirir a infeção pelo vírus da hepatite B, após


exposição a sangue contaminado, é cerca de 10 a 35% ao
passo que o risco de adquirir o VIH é de apenas 0,4%.
 Em consequência de “picada de agulha” os profissionais de
saúde apresentam uma probabilidade de adquirir SIDA de
0,3%, a hepatite C de 2 a 7% e hepatite B de 2 a 40%.
 A hepatite B é, atualmente, a doença ocupacional de carácter
infecioso mais importante no pessoal de saúde
 As medidas de prevenção são: recurso a barreiras físicas
(luvas, agulhas e seringas descartáveis), químicas e biológicas
(gamaglobulina hiperimune e vacinas).
5.5. HIV
 A forma mais frequente de transmissão do VIH
ocorre devido a exposições cutâneas, resultantes
de acidentes com materiais perfurantes e cortantes.
 O risco de infeção por transmissão percutânea
com agulha oca contaminada por VIH é de 0,3%,
diminuindo esse risco para 0,09% no caso das
membranas mucosas.
6. Potenciais alvos da infeção
6.1. O Auxiliar de Saúde como potencial
hospedeiro e/ou vetor de infeção
6.1. O Auxiliar de Saúde como potencial hospedeiro
e/ou vetor de infeção

 Nos hospitais concentram-se doentes infetados e


colonizados por microrganismos, que são fontes de infeção
e que podem contaminar outros doentes e profissionais.
 Os fatores que contribuem para o desenvolvimento de
infeções:
 a sobrelotação;
 a não afetação de profissionais exclusivos para cuidar
dos doentes infetados e colonizados;
 transferências frequentes de doentes de uma enfermaria
para outra;
 aglomeração de doentes imunodeprimidos em unidades
específicas (unidades de cuidados intensivos e
intermédios).
6.1. O Auxiliar de Saúde como potencial hospedeiro
e/ou vetor de infeção

 As mãos dos profissionais de saúde constituem o


veículo mais comum para a transmissão de
microrganismos da pele do doente para as mucosas
(como no trato respiratório) ou para locais do corpo
habitualmente estéreis (sangue, líquido céfalo-
raquidiano, líquido pleural, etc.) e de outros doentes ou
do ambiente contaminado.
 É importante referir que as mãos dos profissionais são
progressivamente colonizadas durante a prestação
de cuidados com microrganismos, incluindo agentes
potencialmente patogénicos (colonização transitória).
6.1. O Auxiliar de Saúde como potencial hospedeiro
e/ou vetor de infeção

 As bases do controlo de infeção assentam em


precauções simples e bem estabelecidas,
comprovadamente eficazes e globalmente aceites.
 Numa ótica de prevenção, o envolvimento dos
Profissionais de saúde é crucial e decisivo.
 No decorrer da sua atividade diária, detêm imensa
responsabilidade para evitar as Infeções
Associadas aos Cuidados de Saúde (IACS),
implementando procedimentos adequados, que
minimizem a disseminação de microrganismos.
6.1. O Auxiliar de Saúde como potencial hospedeiro
e/ou vetor de infeção

 As bases do controlo de infeção assentam em


precauções simples e bem estabelecidas,
comprovadamente eficazes e globalmente aceites.
 Numa ótica de prevenção, o envolvimento dos
Profissionais de saúde é crucial e decisivo.
 No decorrer da sua atividade diária, detêm imensa
responsabilidade para evitar as Infeções
Associadas aos Cuidados de Saúde (IACS),
implementando procedimentos adequados, que
minimizem a disseminação de microrganismos.