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Os Aspectos Formais

do Grafismo Segundo
Emília Ferreiro
 Psicogênese da Língua Escrita não é
método;

 Seu processo puseram em questão os


métodos tradicionais da escrita e leitura;

 Seu nome ficou ligado ao


Construtivismo Jean Piaget (1896-
1980);
 A principal implicação dessa
conclusão da prática escolar é,
transferir o foco da escola – e
alfabetização em particular do
conteúdo ensinado para o sujeito
que aprende.
 O que as crianças aprendem não coincidem com aquilo que lhes foi
ensinado;

 Características formais do grafismo:


• Quantidade de caracteres;
• Variedade de caracteres;
• Outros critérios de classificação utilizado.

 Relação entre números e letras.


 Desenho e texto.
 Distinção entre letras e sinais de pontuação.
 Fases da leitura:
• Pré-silábica, rabisco, garatujas e letras que formam palavras.

• Silábica:

• Sem valor • Com valor


sonoro: sonoro:

-t-u -a-o
 Silábico-alfabético não bastam uma letra para representar um
silaba.

sap (Só o “s” não faz o “Sa”)

 Alfabética a criança entende que cada som tem uma letra que
vai representar cada silaba, ainda não decifra som de S, Z, X e CH.

sapo
 Ortográfica não é esperado domínio ao final do 1° ano;
2° ano é consolidado (diferentes sons);
3° ano ainda mais complexo;
4° diferenças e singularidades.

A Psicogênese da Língua Escrita não existe


metodologia, é uma construção coletiva em
ambiente alfabetizador.

Não diz como você vai levar de uma fase a


outra.

Recusa do uso de cartilha utilizando textos da


atualidade, livros, histórias e jornais.
FERREIRO, critica a alfabetização tradicional, porque julga a
prontidão das crianças para o aprendizado da leitura e
escrita
por meio de avaliações de percepção (capacidade de
discriminar
sons e sinais) e de motricidade (coordenação motora e
orientação espacial).
Dá-se peso excessivo para a escrita (saber desenhas as
letras) e deixa-se de lado suas características conceituais.
Os métodos tradicionais insistem em introduzir a leitura com
palavras simples e sonoras (baba, papa e bebe).
Segundo FERREIRO (2011) Temos uma imagem empobrecida da
criança que aprende: a reduzimos a um par de olhos, um par de
ouvidos, uma mão que pega um instrumento para marcar e um
aparelho fonador que que emite sons. Atrás disso há um sujeito
cognoscente, alguém que pensa, que constrói interpretações, que
age sobre o real para fazê-lo seu.

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