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CONTEXTO HISTÓRICO

Segurança começou a se desenvolver a partir da Revolução


Industrial, na Inglaterra
Aumento do índice de ocorrência de acidentes
A era das máquinas visando aumentar a produtividade
Baixa na produção devido a má adaptação do homem ao
trabalho.
Necessidade de um grupo que pudesse apresentar
sugestões para a correção de possíveis riscos de acidentes
CIPA
CONCEITO E OBJETIVOS

1921 - A CIPA SURGIU ATRAVÉS DE UMA RECOMENDAÇÃO


DA OIT;
1944 - A CIPA TRANSFORMOU-SE EM DETERMINAÇÃO LEGAL
NO BRASIL ATRAVÉS DO DECRETO-LEI 7.036 DE 10/11/1944.
1978 - A PORTARIA 3214 DE 08/06/1978 - REGULAMENTA A NR
5 - CIPA
1999 - A PORTARIA 8 DE 23/02/1999 - ALTERA A NR 5 À PARTIR
DE 24/05/1999.

3
Legislação Trabalhista

São 34 NRs que compõem a portaria do


MTE n.º 3214 vigente desde 06.07.78,
relativas a Segurança e Medicina do
Trabalho e estão previstas no Cap V
da CLT.
CIPA
CONCEITO E OBJETIVOS

 COMISSÃO: Grupo de pessoas conjuntamente encarregadas de tratar de um


determinado assunto;
 INTERNA: Seu campo de atuação esta restrito a própria empresa;
 PREVENÇÃO: É o que define claramente o papel da CIPA. É sua meta principal.
Prevenção significa caminhar antes do acidente do acidente;
 ACIDENTE: Qualquer ocorrência imprevista e sem intenção que possa causar
danos ou prejuízos à propriedade ou à pessoa
 OBJETIVOS: Observar e relatar condições de risco nos ambientes de trabalho;
 Solicitar medidas para reduzir até eliminar ou neutralizar os riscos existentes;
 Discutir os acidentes ocorridos, encaminhando relatório ao SESMT e ao
empregador;
 Solicitar medidas que previnam acidentes semelhantes;
 Orientar os demais trabalhadores quanto à prevenção de acidentes.
Objetivos da CIPA

A CIPA tem como objetivo,


desenvolver atividades
voltadas para a prevenção
de doenças, acidentes do
trabalho e qualidade de
vida dos trabalhadores.
Missão do Cipeiro

Observar e relatar as condições inseguras no ambiente


de trabalho;
Solicitar medidas para reduzir e até eliminar os riscos
existentes e ou neutralizar os mesmos;
Discutir os acidentes ocorridos e solicitar medidas que
previnam acidentes;
Orientar os demais trabalhadores quanto à prevenção de
acidentes;
Organização da CIPA

A CIPA é composta por representantes do


empregador (indicados) e dos empregados
(eleitos), em igual número, sendo composta de
Titulares e Suplentes e sua quantidade é definida
pelo grau de risco de sua atividade que é definido
pelo CNAE (Classificação Nacional de
Atividades Econômicas) e pelo número de
funcionários da empresa. Haverá também um
secretário e seu substituto.
COMPOSIÇÃO
COMPOSIÇÃO
(Representantes)
(Representantes)
EMPREGADOR
EMPREGADOR TRABALHADORES
TRABALHADORES

INDICAÇÃO
INDICAÇÃO ELEIÇÃO
ELEIÇÃO

Presidente
Presidente Vice-Presidente
Vice-Presidente
Membros
Membros Membros
Membros
Suplentes
Suplentes Suplentes
Suplentes
SECRETÁRIO
SECRETÁRIO

C7
Atribuições da CIPA

Identificar os riscos do processo de trabalho;


Elaborar Plano de Trabalho;
Realizar periodicamente verificação nos
ambientes e condições de trabalho;
Realizar após cada reunião, a verificação do
cumprimento das metas fixadas;
Divulgar aos trabalhadores informações relativas
à segurança e saúde no trabalho;
Atribuições da CIPA

Colaborar no desenvolvimento e implementação


do PCMSO, PPRA bem como de outros
programas de segurança e saúde desenvolvidos
pela empresa;
Divulgar e promover o cumprimento das Normas
Regulamentadoras, bem como cláusulas de
acordos e convenções coletivas de trabalho e
normas internas de segurança relativas à
segurança no trabalho;
Atribuições da CIPA

Participar em conjunto com o SESMT da análise


das causas das doenças e acidentes do trabalho e
propor medidas de solução dos problemas
identificados;
Promover, anualmente, em conjunto com o
SESMT, a Semana Interna de Prevenção de
Acidentes do Trabalho - SIPAT;
Participar, anualmente, em conjunto com a
empresa, de Campanhas de Prevenção à AIDS e
outros programas de saúde.
Constituição
 Devem constituir CIPA, por estabelecimento, e mantê-la em
regular funcionamento as empresas privadas, públicas, sociedades
de economia mista, órgãos da administração direta e indireta,
instituições beneficientes, associações recreativas, cooperativas,
bem como outras instituições que admitam trabalhadores como
empregados.
As empresas instaladas em centro comercial ou industrial
estabelecerão, através de membros da CIPA ou designados,
mecanismos de integração com objetivo de promover o
desenvolvimento de ações de prevenção de acidentes e doenças
decorrentes do ambiente e instalações de uso coletivo, podendo
contar com a participação da administração do mesmo.
Organização

 A CIPA será composta de representantes do


empregador e dos empregados, de acordo com o
dimensionamento previsto no Quadro I desta NR.
 Os representantes dos empregadores, titulares e
suplentes serão por eles designados.
 Os representantes dos empregados, titulares e
suplentes, serão eleitos em escrutínio secreto, do qual
participem, independentemente de filiação sindical,
exclusivamente os empregados interessados.
Organização

 O mandato dos membros eleitos da CIPA terá a duração de


um ano, permitida uma reeleição.

 É vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa do


empregado eleito para cargo de direção de Comissões
Internas de Prevenção de Acidentes desde o registro de sua
candidatura até um ano após o final de seu mandato.

 O empregador designará entre seus representantes o


Presidente da CIPA, e os representantes dos empregados
escolherão entre os titulares o vice-presidente.
Atribuições do Presidente

 Convocar os membros para as reuniões da CIPA;


 Coordenar as reuniões da CIPA, encaminhando ao
empregador e ao SESMT, as decisões da comissão;
 Manter o empregador informado sobre os trabalhos da
CIPA;
 Coordenar e supervisionar as atividades de secretária;
 Delegar atribuições ao Vice-Presidente.
Atribuições do Vice-
Presidente

 Executar as atribuições que lhe forem


delegadas pelo Presidente;

 Substituir o Presidente nos seus


impedimentos eventuais ou nos afastamentos
temporários.
Atribuições do Presidente e
Vice-Presidente em conjunto

 Cuidar para que a CIPA disponha de condições


necessárias para o desenvolvimento de seus trabalhos;
 Coordenar e supervisionar as atividades da CIPA,
zelando para que os objetivos propostos sejam
alcançados;
 Delegar atribuições aos membros da CIPA;
 Promover o relacionamento da CIPA com o SESMT;
 Divulgar as decisões da CIPA a todos os trabalhadores
da empresa;
 Constituir a Comissão Eleitoral.
Atribuições do(a)
Secretário(a)
 Acompanhar as reuniões da CIPA, e
redigir as atas apresentando-as para
aprovação e assinatura dos membros
presentes;
 Preparar as correspondências;
 Executar as atribuições que lhe forem
atribuídas.
Funcionamento
 A CIPA terá reuniões ordinárias mensais, de acordo com o calendário
preestabelecido;
 As reuniões ordinárias da CIPA serão realizadas durante o expediente
normal da empresa;
 As reuniões da CIPA terão atas assinadas pelos presentes;
 As reuniões extraordinárias serão realizadas quando houver denúncia
de situação de risco grave e iminente que determine aplicação de
medidas corretivas de emergência, quando ocorrer acidente grave ou
fatal ou quando houver solicitação expressa de uma das
representações.
Treinamento
 A empresa deverá promover treinamento para todos os
membros, titulares e suplentes, inclusive a secretária e sua
substituta, antes da posse;
 O treinamento deverá conter:
 a) estudo do ambiente e condições de trabalho;
 b) investigação e análise dos acidentes;
 c) noções sobre acidentes do trabalho;
 d) noções sobre AIDS;
 e) noções sobre legislação trabalhista e previdenciária;
 f) princípios gerais de higiene do trabalho;
 g) organização da CIPA.
Processo Eleitoral

 Compete ao empregador convocar eleições


para escolha dos representantes dos
empregados da CIPA, até 60 dias antes do
término do mandato em curso.
 O Presidente e o Vice-Presidente da CIPA
constituirão dentre seus membros, com no
mínimo 55 dias do início do pleito, a
Comissão Eleitoral - C.E., que será a
rsponsável pela organização e
acompanhamento do processo eleitoral.
Processo Eleitoral
Condições
 Publicação e divulgação de Edital, no mínimo 45 dias antes da data de
eleição;
 Inscrição e eleição individual, sendo que o período mínimo para inscrição
será de 15 dias;
 Liberdade de inscrição para todos os empregados da empresa, com
fornecimento de comprovante;
 Garantia de emprego para todos os empregados da empresa até a eleição;
 Realizar eleição no mínimo 30 dias antes do término do mandato;
 Realizar eleição em dia normal de trabalho, respeitando os horários dos
turnos;
 Voto secreto;
 Apurar os votos em horário normal de trabalho, com acompanhamento de
representantes do empregador, empregados e comissão eleitoral.
Acidente do Trabalho
Conceito Prevencionista

São todas as ocorrências indesejáveis, que


interrompem o trabalho e causam, ou
tem potencial para causar ferimentos em
alguém ou algum tipo de perda à
empresa ou ambos ao mesmo tempo.
Acidente do Trabalho
Lei 8213/91
É aquele que ocorre pelo exercício do
trabalho, a serviço da empresa ou pelo
exercício do trabalho dos segurados especiais,
provocando lesão corporal ou perturbação
funcional que cause a morte do trabalhador, a
perda ou redução, permanente ou temporária,
da capacidade para o trabalho (invalidez).
Acidente do Trabalho
Doença Profissional

Entende-se por doença profissional, aquela inerente


ou peculiar a determinado ramo de atividade,
dispensando a comprovação de nexo causal.
Exemplo: Um trabalhador que trabalhe numa
cerâmica onde é utilizada a sílica, vindo a
adquirir silicose, bastará comprovar que
trabalhou na cerâmica, para ficar comprovada a
doença profissional, dispensando qualquer tipo
de outra prova.
Doença do Trabalho
A doença do trabalho diferencia-se da doença profissional
em vários pontos. Ela resulta de condições especiais em
que o trabalho é exercido e com ele relaciona-se
diretamente.
Sendo uma doença genérica (que acomete qualquer
pessoa), exige a comprovação do nexo causal, ou seja, o
trabalhador deverá comprovar haver adquirido a doença
no exercício do trabalho.
Exemplo: A tuberculose poderá ser “doença do trabalho”
com relação àquele segurado que comprovar tê-la
adquirido no exercício do trabalho em uma câmara
frigorífica.
Causas de Acidentes
do Trabalho

 ATOS INSEGUROS
relacionados com falhas humanas

 CONDIÇÕES INSEGURAS
relacionadas com as condições de trabalho
Ato Inseguro
Condição Insegura
ACIDENTE
ACIDENTE DO
DO TRABALHO
TRABALHO
CONCEITO
CONCEITO LEGAL
LEGAL
 Pelo exercício do Trabalho.
 A serviço da Empresa.
PROVOCANDO
 Perturbação Funcional
 Lesão Corporal Temporária
ou
 Redução da Capacidade Permanente
e/ou
 Morte

C8
O que Faltou?
O que o salvou?
Etapas da Investigação

 Coletar os fatos, descrevendo


o ocorrido;

 Analisar o acidente,
identificando suas causas;

 Definir as medidas
preventivas, acompanhando sua execução.
Comunicação de
Acidente do Trabalho
De acordo com a legislação, todo acidente do
trabalho deve ser imediatamente comunicado à
empresa pelo acidentado ou por qualquer pessoa
que dele tiver conhecimento.
Em caso de morte, é obrigatória a comunicação à
autoridade policial.
A empresa por sua vez, deve comunicar o acidente
do trabalho à Previdência Social até o primeiro dia
útil seguinte ao da ocorrência.
Estatística 2007

Somente em 2007 foram registrados 2,8 mil


mortes por acidentes de trabalho em todo o
Brasil, são quase oito mortes diárias.

Esse crescimento no número de acidentes de


trabalho foi verificado em todos os setores
econômicos e, em 2007, sofreu influência dos
acidentes sem Comunicações de Acidentes de
Trabalho (CAT),
Estatística 2007
Segundo dados do governo federal os acidentes e
doenças do trabalho custam, anualmente, R$ 10,7
bilhões aos cofres da Previdência Social, através do
pagamento do auxílio-doença, auxílio-acidente e
aposentadorias.

É sempre importante lembrar que estas estatísticas de


acidentes de trabalho refletem somente os acidentes
registrados pela Previdência Social. Estima-se que
ainda haja no Brasil uma alta taxa de subnotificação de
acidentes de trabalho.
Número de Acidentes e Doenças do Trabalho no Brasil, de 1970 a 2008
Ano T rab alh a d o re s Q u a n ti d a d e d e A c i d e n t e s d o Trab alh o T o tal A c id e n te s / Ó b ito s Ó b ito s / 1 0 0 Ó b ito s /1 0
C o m C A T R e g is trad a S em C A T A c id e n te s 1 0 0 m il tr a b . m il tr a b . m il a c id .
T íp ic o T ra je to D oen ça R e g is t r a d a
1970 7.284.022 1.199.672 14.502 5.937 - 1.220.111 16.751 2.232 31 18
1971 7.553.472 1.308.335 18.138 4.050 - 1.330.523 17.615 2.587 34 19
1972 8.148.987 1.479.318 23.389 2.016 - 1.504.723 18.465 2.854 35 19
1973 10.956.956 1.602.517 28.395 1.784 - 1.632.696 14.901 3.173 29 19
1974 11.537.024 1.756.649 38.273 1.839 - 1.796.761 15.574 3.833 33 21
1975 12.996.796 1.869.689 44.307 2.191 - 1.916.187 14.744 4.001 31 21
1976 14.945.489 1.692.833 48.394 2.598 - 1.743.825 11.668 3.900 26 22
1977 16.589.605 1.562.957 48.780 3.013 - 1.614.750 9.734 4.445 27 28
1978 16.638.799 1.497.934 48.511 5.016 - 1.551.461 9.324 4.342 26 28
1979 17.637.127 1.388.525 52.279 3.823 - 1.444.627 8.191 4.673 26 32
Média anos 70 12.428.828 1.535.843 36.497 3.227 - 1.575.566 13.697 3.604 29 23
1980 18.686.355 1.404.531 55.967 3.713 - 1.464.211 7.836 4.824 26 33
1981 19.188.536 1.215.539 51.722 3.204 - 1.270.465 6.621 4.808 25 38
1982 19.476.362 1.117.832 57.874 2.766 - 1.178.472 6.051 4.496 23 38
1983 19.671.128 943.110 56.989 3.016 - 1.003.115 5.099 4.214 21 42
1984 19.673.915 901.238 57.054 3.233 - 961.575 4.888 4.508 23 47
1985 21.151.994 1.010.340 63.515 4.006 - 1.077.861 5.096 4.384 21 41
1986 22.163.827 1.129.152 72.693 6.014 - 1.207.859 5.450 4.578 21 38
1987 22.617.787 1.065.912 64.830 6.382 - 1.137.124 5.028 5.738 25 50
1988 23.661.579 926.354 60.202 5.025 - 991.581 4.191 4.616 20 47
1989 24.486.553 825.081 58.524 4.838 - 888.443 3.628 4.554 19 51
Média anos 80 21.077.804 1.053.909 59.937 4.220 - 1.118.071 5.389 4.672 22 42
1990 23.198.656 632.012 56.343 5.217 - 693.572 2.990 5.355 23 77
1991 23.004.264 579.362 46.679 6.281 - 632.322 2.749 4.527 20 72
1992 22.272.843 490.916 33.299 8.299 - 532.514 2.391 3.516 16 66
1993 23.165.027 374.167 22.709 15.417 - 412.293 1.780 3.110 13 75
1994* 23.667.241 350.210 22.824 15.270 - 388.304 1.641 3.129 13 81
1995** 23.755.736 374.700 28.791 20.646 - 424.137 1.785 3.967 17 94
1996 23.830.312 325.870 34.696 34.889 - 395.455 1.659 4.488 19 113
1997 24.104.428 347.482 37.213 36.648 - 421.343 1.748 3.469 14 82
1998 24.491.635 347.738 36.114 30.489 - 414.341 1.692 3.793 15 92
1999 24.993.265 326.404 37.513 23.903 - 387.820 1.552 3.896 16 100
Média anos 90 23.648.341 414.886 35.618 19.706 - 470.210 1.999 3.925 17 85
2000 26.228.629 304.963 39.300 19.605 - 363.868 1.387 3.094 12 85
2001 27.189.614 282.965 38.799 18.487 - 340.251 1.251 2.753 10 81
2002 28.683.913 323.879 46.881 22.311 - 393.071 1.370 2.968 10 76
2003 29.544.927 325.577 49.642 23.858 - 399.077 1.351 2.674 9 67
2004 31.407.576 375.171 60.335 30.194 - 465.700 1.483 2.839 9 61
2005 33.238.617 398.613 67.971 33.096 - 499.680 1.503 2.766 8 55
2006 35.155.249 407.426 74.636 30.170 - 512.232 1.457 2.798 8 55
2007 37.607.430 417.036 79.005 22.374 141.108 659.523 1.754 2.845 8 43
2008 39.441.566 438.536 88.156 18.576 202.395 747.663 1.896 2.757 7 37
Média anos 00 32.055.280 363.796 60.525 24.297 171.752 486.785 1.495 2.833 9 62
Total - 33.320.545 1.865.244 490.194 343.503 36.019.536 - 147.504 - -
Média Geral 22.052.493 854.373 47.827 12.569 171.752 923.578 5.751 3.782 20
Acidentes de trabalho por situação de registro e motivo, em 2008

R e g iõ e s T ra b a lh a d o re s Q u a n t i d a d e d e A c i d e n t e s d o T ra b a lh o T o ta l A c id e n te s /
e e s ta d o s C o m C A T R e g is tra d a S em C A T 10 0 m il
T íp i c o T ra je to D o en ç a d o R e g is tra d a T ra b .
T ra b a lh o
Brasil 39.441.566 438.536 88.156 18.576 202.395 747.663 1.896
Norte 2.080.009 17.512 3.078 1.193 7.788 29.571 1.422
Acre 98.724 303 98 36 368 805 815
Amapá 98.183 391 113 9 122 635 647
Amazonas 510.219 5.629 829 730 2.036 9.224 1.808
Pará 845.755 7.988 1.179 238 2.228 11.633 1.375
Rondônia 262.585 2.044 519 130 1.922 4.615 1.757
Roraima 51.418 138 75 5 311 529 1.029
Tocantins 213.125 1.019 265 45 801 2.130 999
Nordeste 6.948.709 44.794 8.615 2.460 27.949 83.818 1.206
Alagoas 425.033 6.114 623 106 1.577 8.420 1.981
Bahia 1.861.452 11.907 2.062 1.033 9.987 24.989 1.342
Ceará 1.129.999 4.482 1.451 281 3.811 10.025 887
Maranhão 540.010 2.956 473 90 2.108 5.627 1.042
Paraíba 513.339 2.198 426 149 1.456 4.229 824
Pernambuco 1.308.771 9.078 2.087 512 4.888 16.565 1.266
Piauí 335.632 794 256 29 1.442 2.521 751
Rio G. do Norte 515.227 5.470 892 183 1.855 8.400 1.630
Sergipe 319.246 1.795 345 77 825 3.042 959
Sudeste 20.386.019 252.374 52.567 10.322 96.027 411.290 2.017
Espírito Santo 776.290 10.560 1.818 296 4.652 17.326 2.232
Minas Gerais 4.184.183 48.012 8.083 1.294 20.028 77.417 1.850
Rio de Janeiro 3.712.383 29.468 7.305 2.522 13.639 52.934 1.426
São Paulo 11.713.163 164.334 35.361 6.210 57.708 263.613 2.251
Sul 6.802.842 93.043 17.212 3.616 57.119 170.990 2.513
Paraná 2.503.927 33.645 6.035 925 16.452 57.057 2.279
Rio G. do Sul 2.521.311 36.717 6.025 1.693 18.496 62.931 2.496
Santa Catarina 1.777.604 22.681 5.152 998 22.171 51.002 2.869
Centro-Oeste 3.223.987 30.813 6.684 985 13.512 51.994 1.613
Distrito Federal 1.001.083 4.509 1.332 340 3.079 9.260 925
Goiás 1.135.046 11.570 2.625 236 3.284 17.715 1.561
Mato Grosso 590.538 7.969 1.400 206 4.102 13.677 2.316
Mato G. do Sul 497.320 6.765 1.327 203 3.047 11.342 2.281
FONTE: MTE/RAIS, MPS/AEPS
NOTA: Os dados são preliminares, estando sujeitos a correções.
Conseqüências Dos Acidentes de Trabalho:

PARA O TRABALHADOR
Ferimentos, afastamento do trabalho,
redução de salário, dependência seguro
INSS, insegurança quanto a manutenção
do emprego...

PARA A EMPRESA
Pagamento dos primeiros 15 dias
de afastamento, contratação/substituição
do trabalhador afastado...
Conseqüências Dos Acidentes de Trabalho:

PARA A FAMÍLIA
Impacto da notícia, redução no
orçamento, despesas com remédios,
tratamento...

PARA O PAÍS
Um trabalhador a menos produzindo =
um segurado a mais para bancar...
Todos nós acabamos pagando...
Inspeção de Segurança

É a parte do controle de riscos que consiste em efetuar


vistorias nas áreas e meios de trabalho, com o
objetivo de descobrir e corrigir situações que
comprometam a segurança dos trabalhadores.

Uma inspeção para ser bem aproveitada precisa ser


planejada, e o primeiro passo é definir o que se
pretende com a inspeção e como fazê-la.
Inspeções de Rotina:

Aquelas realizadas diariamente nos diversos


setores/áreas da empresa, pelos cipeiros e funcionários
com vistas à identificação de deficiências existentes
que possam resultar em danos ao homem e/ou
instalação e/ou produto. Estas inspeções podem ser ou
não orientadas por checklist. EX.: Início de atividade
produtiva, início de turno, no posto de trabalho, na
adoção de “Permissão para Trabalho em Risco”, etc.
Inspeções Programadas:

Aquelas realizadas nos diversos setores/áreas da


empresa, por grupo de funcionários acompanhados por
representante do setor inspecionado, nas datas e horários
sempre que possível previamente definidos em “Programa
Anual de Inspeções”, com o objetivo de serem verificadas
as condições sanitárias, ordem, limpeza e conforto, uso e
operação de edificações, máquinas, equipamentos,
dispositivos, instalações de energia (Elétrica, hidráulica,
pneumática, etc.) e outros com vista à eliminação de
deficiência que possa causar acidentes.
Tipos de Inspeções Programadas:

GERAL;
ESPECÍFICAS:
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS;
EDIFICAÇÃO;
INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS;
DISPOSITIVOS DE PROTEÇÕES EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS;
ILUMINAÇÃO;
SISTEMAS DE EMERGÊNCIA (SAÍDAS DE EMERGÊNCIA,
ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA, SISTEMAS CONTRA INCÊNDIO,
ETC).
Equipamentos de Proteção
Individual - EPIs
É todo meio ou dispositivo de uso individual,
destinado a proteger a saúde e a integridade
física do trabalhador. Quando não for possível
eliminar o risco, ou neutralizá-lo através de
medidas de proteção coletiva, implanta-se o
Equipamento de Proteção Individual - EPI.
Equipamentos de Proteção
Individual - EPIs

Como exemplo temos o protetor auricular,


quando o nível de ação (ruído), estiver acima
do limite de tolerância ou quando não for
possível adotar medida de enclausuramento de
máquinas ou equipamentos, ou durante a fase
de implantação do mesmo.
FORNECIMENTO

A empresa é obrigada a fornecer aos


empregados, gratuitamente, EPI
adequado ao risco e em perfeito estado
de conservação e funcionamento nas
seguintes circunstâncias:
• Sempre que as medidas de ordem geral
não ofereçam completa proteção contra
riscos de acidentes do trabalho ou doenças
ocupacionais.
• Enquanto as medidas de proteção
coletiva estiverem sendo implantadas
• Para atender as situações de emergência
AQUISIÇÃO DE EPI

 Os EPI’s existem para


proteger a saúde do
trabalhador e devem ser
testados e aprovados por
autoridade competente para
comprovar sua eficácia.
AQUISIÇÃO DE E.P.I

 O E.P.I de fabricação
nacional ou internacional só
poderá ser posto a venda ou
utilizado com a indicação do
Certificado de Aprovação –
CA, expedido pelo Ministério
do Trabalho e Emprego
LEGISLAÇÃO:

Regulamentado pela NR-06


portaria 3214/78. Determina
obrigações do empregador no
item 6.6 e do empregado no
item 6.7
É OBRIGAÇÃO DO EMPREGADOR

Adquirir o EPI adequado ao risco de cada


atividade
 Exigir seu uso
 Fornecer ao trabalhador somente o EPI com CA
 Orientar e treinar o trabalhador sobre o uso
adequado, guarda e conservação
É OBRIGAÇÃO DO EMPREGADO

Usar, utilizando-o apenas para a finalidade


a que se destina
 Responsabilizar-se pela guarda e
conservação
 Comunicar ao empregador qualquer
alteração que o torne impróprio para o uso.
 Cumprir as determinações do empregador
sobre o uso adequado.
PROTEÇÃO AUDITIVA

EFEITOS DO RUÍDO À SAÚDE

Como o Ruído pode prejudicar minha qualidade de vida?


PROTEÇÃO AUDITIVA
EFEITOS AO ORGANISMO

Nervosismo Insônia Zumbidos

Estreitamento dos Apreensão


vasos sanguíneos

Contração
dos
músculos
EFEITOS NO
TRABALHO

Desconforto e
EFEITOS
Problemas na NOde
Falta TRABALHO cansaço
comunicação concentração

Nervosismo
Nervosismo Baixo rendimento Acidentes
Atribuições

A recomendação ao empregador, quanto ao EPI adequado ao


risco existente às diversas atividades será:
Do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e
em Medicina do Trabalho - SESMT;
Da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA,
nas empresas desobrigadas de manter o SESMT;
Nas empresas desobrigadas de manter CIPA, cabe ao
empregador, mediante orientação técnica, fornecer o EPI
adequado à proteção da integridade física do trabalhador.
ORDEM E LIMPEZA NO LOCAL DE
TRABALHO

r acidentes.
ACIDENTE POR FALTA EPI
ACIDENTE PELO USO DE
ADORNOS
Equipamentos de Proteção
Coletivas - EPCs

São os equipamentos que neutralizam o risco na fonte,


dispensando, em determinados casos, o uso dos
equipamentos de proteção individual.

Quando, por exemplo, é feito enclausuramento em


máquina ou equipamentos, estamos atuando sobre o
ambiente de trabalho, esta medida é chamada de
proteção coletiva, pois protege o conjunto de
trabalhadores.
Equipamentos de Proteção
Coletivas - EPCs

Capela Lava-olhos

Guarda-corpo Exaustor
5S
I DA !!!
E D E V
LI D AD
QUA
O que é 5 “Ss”?

Prática desenvolvida no Japão com o objetivo de


desenvolver padrões de limpeza e organização,
para proporcionar bem estar a todos.

“TAMBÉM É CONHECIDO COMO HOUSE KEEPING”


Quais os significados dos 5
“Ss”?

SEIRI (UTILIZAÇÃO) : Separar as coisas necessárias e


eliminar as desnecessárias.

SEITON (ARRUMAÇÃO) : Arrumar as coisas necessárias,


agrupando-as para facilitar seu acesso e manuseio.

SEISO (LIMPEZA) : Eliminar sujeira, poeira, manchas de óleo


do chão e equipamentos.

SEIKETSU (SAÚDE E HIGIENE) : Conservar a limpeza dos


ambientes, criando padronização.

SHITSUKE (AUTO DISCIPLINA) : Cumprir rigorosamente o


Riscos Ambientais

São agentes presentes nos ambientes de


trabalho, capazes de afetar o trabalhador a
curto, médio e longo prazo, provocando
acidentes com lesões imediatas e/ou doenças
chamadas profissionais ou do trabalho, que
se equiparam a acidentes do trabalho.
FATORES
FATORES QUE
QUE
INFLUENCIAM
INFLUENCIAM

TEMPO  CONCENTRAÇÃO
DE  INTENSIDADE
EXPOSIÇÃO  NATUREZA DO RISCO

SENSIBILIDADE INDIVIDUAL
Riscos Ambientais
Atribuições

Uma das atribuições da CIPA, é a de identificar e


relatar os riscos existentes nos setores e
processos de trabalho. Para isso é necessário
que se conheça os riscos que podem existir
nesses setores, solicitando medidas para que os
mesmos possam ser eliminados e/ou
neutralizados.
Identificados esses riscos, os mesmos deverão ser
transcritos no Mapa de Riscos.
Riscos Ambientais
Classificação

Riscos Físicos: (Verde)


Riscos Químicos: (Vermelho)
Riscos Biológicos: (Marron)
Riscos Ergonômicos: (Amarelo)
Riscos de Acidentes: (Azul)
Riscos Ambientais
Classificação
Grupo Verde Grupo Vermelho Grupo Marrom Grupo Amarelo Grupo Azul
Riscos Físicos Riscos Químicos Riscos Biológicos Riscos Ergonômicos Riscos de Acidentes
Agentes Agentes Agentes Agentes Agentes
Ruído Poeiras Vírus Esforço físico intenso Arranjo físico deficiente
   
Vibrações Fumos Bactérias Exigência de postura Máquinas e equipamentos
      inadequada sem proteção

Radiações Nevoas Fungos Controle rígido de Ferramentas inadequadas


ionizantes   produtividade ou defeituosas

Radiações não ionizantes Gases Parasitas Trabalho em jornada de Armazenamento


    turno inadequado
Frio Neblinas Microorganismos Jornada prolongada Trabalho em eletricidade
       
Calor Vapores Protozoários Iluminação deficiente Trabalho em altura
       

Umidade Substâncias, compostos ou Outras situações Trabalho a quente


  produtos químicos em causadoras de stress físico
Pressões geral. e/ou psíquico. Incêndio ou explosão
Anormais
E outros que gerarem
riscos de acidentes
ocasionando lesões
RISCOS FÍSICOS Conseqüências

• Ruído Cansaço, irritação, dores de cabeça, diminuição da audição,


problemas do aparelho digestivo, taquicardia, perigo de
infarto.
• Vibrações Cansaço, irritação, dores nos membros, dores na coluna,
doença do movimento, artrite, problemas
digestivos, lesões ósseas, lesões dos tecidos moles.

Taquicardia, aumento da pulsação, cansaço,


irritação, intermação, prostração térmica, choque
• Calor
térmico, fadiga térmica, perturbação das funções
digestivas, hipertensão etc.

Queimaduras, lesões nos olhos, na pele e em outros órgãos


• Radiação não-ionizante

• Radiação ionizante Alterações celulares, câncer, fadiga, problemas


visuais, acidente do trabalho.
Doenças do aparelho respiratório, quedas, doenças da
• Umidade
pele, doenças circulatórias.

• Pressões anormais
CONSEQÜÊNCIAS
Riscos Químicos minerais silicose, asbestose
vegetais bissinose, bagaçose
• Poeiras
alcalinas enfizema pulmonar
incômodas potencializa nocividade

• Fumos Metálicos Intoxicação específica de acordo com o metal, febre dos fumos
metálicos, doença pulmonar obstrutiva.

Irritantes: irritação das vias aéreas superiores.


Ac. Clorídrico, Soda Cáustica, Ac.Sulfúrico etc.
• Névoas, Neblinas,
Gases e Vapores Asfixiantes: dor de cabeça, náuseas, sonolência,
convulsões, coma e morte. Ex.: Hidrogênio, Nitrogênio,
Hélio, Acetileno, Metano, Dióxido de Carbono,
Monóxido de Carbono etc.

Anestésicos: ação depressiva sobre o sistema nervoso,


danos aos diversos órgãos, ao sistema formador do sangue.
• Substâncias, Ex.: Butano, Propano, Aldeídos, Cetonas, Cloreto de
compostos ou Carbono, Tricloroetileno, Benzeno, Tolueno, Álcoois,
produtos químicos Percloroetileno, Xileno etc.
em geral
RISCOS BIOLÓGICOS CONSEQÜÊNCIAS

Vírus Hepatite, poliomielite, herpes, varíola, febre amarela,


raiva (hidrofobia), rubéola, aids, dengue, meningite.

Bactérias/Bacilos Hanseniese, tuberculose, tétano, febre tifóide, pneumonia,


difteria, cólera, leptospirose, disenterias.

Protozoários Malária, mal de chagas, toxoplasmose, disenterias.

Fungos Alergias, micoses.


RISCOS
CONSEQÜÊNCIAS
ERGONÔMICOS
Esforço físico intenso

Levantamento e transporte
manual de peso

Exigência de postura
inadequada
De um modo geral, devendo haver uma análise mais detalhada,
Controle rígido de caso a caso, tais riscos podem causar:
produtividade
cansaço, dores musculares, fraquezas, doenças como hipertensão
Imposição de ritmos arterial, úlceras, doenças nervosas, agravamento do diabetes,
excessivos
alterações do sono,da libido, da vida social com reflexos na saúde e
no comportamento, acidentes, problemas na coluna vertebral,
Trabalho em turno ou
noturno taquicardia, cardiopatia (angina, infarto), agravamento da asma,
tensão, ansiedade, medo, comportamentos estereotipados.
Jornada prolongada de
trabalho

Monotonia e
repetitividade

Outras situações
causadoras de “stress”
físico e/ou psíquico
RISCOS DE ACIDENTES CONSEQÜÊNCIAS

Arranjo físico
inadequado acidentes, desgaste físico

Máquinas e
equipamentos acidentes graves
sem proteção

Ferramentas inadequadas acidentes com repercussão nos membros superiores


ou defeituosas

acidentes

Eletricidade acidentes graves

Probabilidade de incêndio acidentes graves


ou explosão

Armazenamento
inadequado acidentes graves

Animais peçonhentos
acidentes graves
Outras situações de
risco que poderão
contribuir para a
ocorrência de acidentes acidentes e doenças profissionais
Prioridades no Controle de
Risco

 Eliminar o risco;

 Neutralizar / isolar o risco, através do uso


de Equipamento de Proteção Coletiva;

 Proteger o trabalhador através do uso de


Equipamentos de Proteção Individual.
Sinalização de Segurança

VERMELHO
O vermelho é usado para distinguir e indicar equipamentos e aparelhos de
proteção e combate a incêndio. Não deverá ser usado na indústria para assinalar
perigo, por ser de pouca visibilidade em comparação com o amarelo (de alta
visibilidade) e o alaranjado (que significa Alerta). É empregado para identificar,
por exemplo, caixa de alarme de incêndio; hidrantes; bombas de incêndios entre
outros.

AMARELO
O amarelo deverá ser empregado para indicar "Cuidado!", assinalando, por
exemplo, partes baixas de escadas portáteis, corrimões, parapeitos, pisos e partes
inferiores de escadas que apresentem risco, entre outros.
Sinalização de Segurança

BRANCO
O branco será empregado em passarelas e corredores de circulação, por meio
de faixas (localização e largura); direção e circulação, por meio de sinais -
localização e coletores de resíduos; zonas de segurança etc.

VERDE
O verde é a cor que caracteriza "segurança". Serve para identificar
canalizações de água; caixas de equipamento de socorro de urgência; caixas
contendo máscaras contra gases; chuveiros de segurança; macas; entre outros.
Mapa de
Riscos
Mapa de Riscos

O Mapa de Riscos é a representação gráfica


do reconhecimento dos riscos existentes
nos setores de trabalho, por meio de
círculos de diferentes cores e tamanhos.

O Mapa de Riscos deve ser refeito a cada


gestão da CIPA.
Mapeamento de Riscos
Objetivos

 Reunir as informações necessárias para


estabelecer o diagnóstico da situação;

 Possibilitar, durante a sua elaboração, a


troca e divulgação de informações entre
os funcionários.
GRANDE
MÉDIO PEQUENO
MAPA
MAPA DE
DE RISCOS
RISCOS AMBIENTAIS
AMBIENTAIS
OO significado
significado

PEQUENO MÉDIO GRANDE

CÍRCULO = GRAU DE INTENSIDADE

• VERDE Físicos
• VERMELHO Químicos
• MARROM Biológicos
COR = TIPO DO RISCO
• AMARELO Ergonômicos
• AZUL De Acidentes
Mapeamento de Riscos
Etapas de Elaboração

 Conhecer o processo de trabalho no local analisado;


 Identificar os riscos existentes no local analisado;
 Identificar as medidas preventivas existentes e sua eficácia;
 Identificar os indicadores de saúde;
 Conhecer os levantamentos ambientais já realizados no local;
 Elaborar o Mapa de Riscos, sobre o lay-out da empresa,
indicando através de círculos, colocando em seu interior o
risco levantado (cor), agente especificado e número de
trabalhadores expostos.
COMBATE A
INCÊNDIO
Causas de Incêndio

Cerca de 70% dos Incêndios são causados por:

Equipamentos elétricos defeituosos

Descuido dos fumantes

Brincadeiras de crianças com fogo


Comburente

Combustível

Calor
Reação Química em
Cadeia
Comburente

É o elemento que possibilita vida as chamas às


chamas e intensifica a combustão . O mais comum
é que o oxigênio desempenhe esse papel.
Combustivel

É toda a substância capaz de queimar e alimentar a


combustão. É o elemento que serve de campo de
propagãção ao fogo.
Calor

O calor é a causa direta da queima e de outras formas


de danos pessoais. Ex: Danos causados pelo calor:
Desitratação, insolação, fadiga e problema no
aprelho respiratório, além das queimaduras. (1º,
2º e 3º grau.
Combustão
EXISTEM 4 TIPOS:
Combustão Completa: É aquela em que a queima
produz calor e chamas e se processa em ambiente
rico em oxigênio.
Combustão Imcompleta: É aquela em que a queima
produz calor e pouca ou nenhuma chama, e se
processa em ambiente pobre em oxigênio.
Combustão
Combustão Espontânea: É o ocorre, por exemplo
quando do armazenamento de certos vegetais que,
pela ação de bactérias fermentam.
Explosão: É a queima de gases (ou partículas
sólidas), em altíssima velocidade, em locais
confinados, com grande liberação de energia e
deslocamento de ar.
Condução

É a transferência de calor através de um corpo


sólido de mólecula a mólecula.

Ex: Barra de ferro


Convecção

É a transferência de calor pelo movimento


ascendente de massas de gases ou de
líquidos dentro de si próprios.

Ex: Incêndio de edíficios.


Irradiação

É a transmissão de calor por ondas de energia


calorífica que se deslocam através do
espaço.

Ex: Materiais ao redor


Como evitar um incêndio

O primeiro passo para se prevenir um incêndio, é


prevenir que surja o fogo.

As substâncias que tem a propriedade de pegar fogo


e queimar, são chamadas de combustíveis.
Existem 3 tipos de combustíveis: sólidos, líquidos
e gasosos.
Como evitar um incêndio

Além dos combustíveis, para que haja fogo, também


é necessário uma fonte de calor, que em alguns
casos, até o calor do sol é suficiente para
combustão.
Todo fogo é alimentado pelo oxigênio, portanto
completando o triângulo do fogo, existe o
comburente.
Eliminando-se qualquer um desses elementos, não
haverá fogo.
Recomendações para se evitar
o fogo

 Armazenagem adequada de materiais


combustíveis e inflamáveis
 Cuidados com instalações elétricas
 Instalação de para-raios
 Manter ordem e limpeza
 Cuidado com fumantes
 Riscos de faíscas e fagulhas
Classes de Incêndios

Classe A
Madeira, papel, tecido, papelão, algodão, lixo...
Classes de Incêndios

Classe B
Gasolina, óleo, querozene, tintas, graxas...
Classes de Incêndios

Classe C
Instalações Elétricas Energizadas
Se você ficar preso em meio a fumaça:
respire pelo nariz, em rápidas inalaçõese
procure rastejar para a saída, pois junto
ao chão o ar permanece respirável.
Métodos de
Extinção do Fogo
Abafamento

Resfriamento

Isolamento
HIDRANTE
Extintores de Incêndio
Extintor Água Pressurizada
Extintor de incêndio
Efeito
RESFRIAMENTO
Extintores de Incêndio
Extintor Pó Químico
Extintor de incêndio
Efeito
ABAFAMENTO
D
Extintores de Incêndio
Extintor Gás Carbônico
Extintor de incêndio
Efeito
ABAFAMENTO e
RESFRIAMENTO c
Como Escapar
De Um Incêndio...
Procedimentos de Escape

Chame o Corpo de Bombeiros

Tente apagar o fogo


Procedimentos de Escape

Desligar aparelhos elétricos e


registro de gás
Procedimentos de Escape

Em ambiente com
fumaça, use um
lenço
molhado, cubra a
boca e o nariz
Procedimentos de Escape

Verifique com a mão a


temperatura da
porta
Procedimentos de Escape

Molhe suas roupas


para se proteger
Procedimentos de Escape

Coloque-se onde
possa ser visto.
Mantenha a calma. O
socorro chegará a
qualquer momento
Inspeção de Extintores

Todo extintor deverá ter uma ficha de controle


de inspeção, devendo ser inspecionado no
mínimo 1 vez por mês, sendo observado seu
aspecto externo, os lacres, manômetros e se os
bicos e válvulas de alívio não estão entupidas.
Cada extintor deverá ter em seu bojo, uma
etiqueta contendo data de carga, teste
hidrostático e número de identificação.
Localização e Sinalização
dos Extintores

 Os extintores deverão ser instalados em locais de fácil acesso e


visualização;
 Os locais destinados aos extintores devem ser sinalizados por
um círculo vermelho ou uma seta larga vermelha com bordas
amarelas;
 Sua parte superior não poderá estar a mais de 1,60 m acima do
piso;
 Extintores não poderão estar instalados em paredes de escadas e
não poderão ser encobertos por pilhas de materiais.
Primeiros
Socorros
Primeiros Socorros
Introdução

Primeiros socorros, são todas as medidas


que devem ser tomadas de imediato
para evitar agravamento do estado de
saúde ou lesão de uma pessoa antes do
atendimento médico.
Ações do Socorrista

 Isolar a área, evitando o acesso de curiosos;


 Observar a vítima, verificando alterações ou ausência de
respiração, hemorragias, fraturas, colorações diferentes da pele,
presença de suor intenso, expressão de dor;
 Observar alteração da temperatura, esfriamento das mãos e/ou
pés;
 Manter a calma, assumindo a liderança do atendimento;
 Procurar que haja comunicação imediata com hospitais,
ambulâncias, bombeiros, polícia se necessário.

 A atitude do socorrista pode significar a vida ou a morte do


acidentado.
Insolação
Como socorrer:
Exposição excessiva ao  retirar a vítima do local
calor que pode se de exposição, colocando-
apresentar a na sombra;
subitamente, a vítima  colocar compressas frias
sobre a cabeça;
cai desacordada, ou
 envolver o corpo com
após enjôo, dor de
toalhas constantemente
cabeça, pele seca e molhadas;
quente, febre alta.  se estiver consciente, dê-
lhe água para beber.
Intermação

Enfermidade produzida pela Como socorrer:


ação do calor em  retirar a vítima do ambiente e
ambientes fechados com levá-la para um local fresco e
temperaturas muito altas. arejado;
A vítima pode apresentar:  deitar a vítima com a cabeça
cansaço, náuseas, mais baixa que o corpo;
calafrios, respiração  retirar as vestes da vítima
superficial, palidez ou envolvendo-a num lençol
tonalidade azulada no úmido;
rosto, temperatura  se estiver consciente, oferecer
corporal elevada, pele água em pequenas quantidades;
úmida e fria e pressão  encaminhar a vítima para
baixa. atendimento médico
Desmaio

Como socorrer:
Normalmente, o desmaio  se a pessoa estiver prestes a
não passa de um desmaiar, coloque-a sentada
com a cabeça entre as pernas;
acidente leve, só se  se o desmaio já ocorreu, deitar
agravando quando é a vítima no chão, verificar
causado por grandes respiração e palidez;
hemorragias.  afrouxar as roupas;
 erguer os membros inferiores;
Obs.: Se a vítima não se
recuperar de 2 a 3 minutos,
procurar assistência médica.
Crise Convulsiva
Como socorrer:
 deite a vítima no chão e afaste tudo
A vítima de crise convulsiva que estiver ao seu redor que possa
(ataque epiléptico), fica machucá-la;
 retire objetos como próteses,
retraída e começa a se óculos, colares, etc;
debater violentamente,  coloque um pano ou lenço dobrado
entre os dentes e desaperte a roupa
podendo apresentar os da vítima;
olhos virados para cima.  não dê líquido à pessoas que
estejam inconscientes;
 cessada a convulsão, deixa a vítima
repousar calmamente, pois poderá
dormir por minutos ou horas;
 nunca deixa de prestar socorro à
vítima de convulsão.
Ferimentos - tipos
Como socorrer:
Contusão (beliscão, Contusões e Hematomas.
batidas), hematoma  repouso da parte contundida;
 aplicar gelo até melhorar a dor e o
(local fica roxo), inchaço se estabilize;
perfuro cortante  elevar a parte atingida.
(ferimento com faca Perfuro cortantes e Escoriações.
 lavar as mãos;
prego, mordedura de  lavar o ferimento com água e sabão;
animais, armas de  secar o local com gase ou pano limpo;
fogo) e escoriação  se houver sangramento comprimir o local;
 fazer um curativo;
(ferimento superficial,  manter o curativo limpo e seco;
só atinge a pele).  proteger o ferimento para evitar
contaminação.
Hemorragias

Hemorragia é a perda de sangue


que acontece quando há Como socorrer:
rompimento de veias ou  manter a vítima
artérias, provocadas por
cortes, tumores, úlceras, etc.
deitada com a cabeça
Existem 2 tipos de para o lado;
hemorragias, as externas  afrouxar suas roupas;
(visíveis) que devem ser
estancadas imediatamente e as
 manter a vítima
internas (não visíveis), mas agasalhada;
que podem levar a vítima à  procurar assistência
morte. médica imediatamente.
Fraturas

É um tipo de lesão onde ocorre Como socorrer:


a quebra de um osso.
Existem 2 tipos de fraturas:  imobilização;
Exposta ou aberta: quando há o  movimentar o menos
rompimento da pele. possível;
Interna ou fechada: quando não  improvisar talas;
há o rompimento da pele.  proteger o ferimento com
Em ambos os casos, acontece gase ou pano limpo (para
dor intensa, deformação do casos de fraturas expostas
local afetado, incapacidade ou abertas).
de movimento e inchaço.
Queimaduras

O contato com chamas, substâncias super-


aquecidas, a exposição excessiva à luz solar e
mesmo à temperatura ambiente muito elevada,
provocam reações no organismo, que podem se
limitar à pele ou afetar funções vitais.
As queimaduras podem ser de 1º grau, 2º grau e 3º
grau, cada uma delas com suas próprias
características.
Queimadura de 1º grau

Causa pele avermelhada, com edema e dor


intensa.

Como socorrer:
resfriar o local com água corrente
Queimadura de 2º grau

Causa bolhas sobre uma pele vermelha, manchada ou


de coloração variável, edema, exsudação e dor.

Como socorrer:
 esfriar o local com água corrente;
 nunca romper as bolhas;
 nunca utilizar produtos caseiros, como: pó de café,
pasta de dente, etc.
Queimadura de 3º grau

Neste tipo de queimadura, a pele fica esbranquiçada ou


carbonizada, quase sempre com pouca ou nenhuma
dor (aqui incluem-se todas as queimaduras elétricas).

Como socorrer:
 não usar água;
 assistência médica é essencial;
 levar imediatamente ao médico.
Transporte de
pessoas acidentadas

O transporte adequado de feridos é de suma


importância. Muitas vezes, a vítima pode
ter seu quadro agravado por causa de um
transporte feito de forma incorreta e sem
os cuidados necessários. Por isso é
fundamental saber como transportar um
acidentado.
Parada Cardiorespiratória

Parada Cardíaca Parada Respiratória


É preciso estar atento É a parada da respiração por:
quando ocorrer uma afogamento, sufocação,
parada cardíaca, aspiração excessiva de
gases venenosos,
pois esta pode estar soterramento e choque.
ligada a uma parada
respiratória e ambas
acontecerem
simultaneamente.
Síndrome da Imunodeficiência
Adquirida - AIDS

O HIV, o vírus da Aids, é um vírus que faz o corpo


ficar fraco possibilitando a ocorrência das
diversas doenças oportunistas, ataca as células de
defesa do organismo e deixa o corpo incapaz de
se proteger das doenças mais simples, como uma
gripe ou resfriado. O HIV é da família lentivírus,
indicando que entre a infecção e a manifestação,
podem decorrer vários anos.
O Sistema Imunológico

O organismo humano é protegido dos vírus e de outros


agentes invasores, como micróbios, bactérias e fungos, pelo
sistema imunológico, que podemos chamar de defensor do
corpo humano.
Existem três componentes básicos do sistema imunológico:
as células do sangue;
o sistema linfático, constituído de gânglios espalhados
pelo corpo;
a medula, que tem como uma das principais funções,
produzir as células de defesa.
O Que Ocorre Quando o
HIV Entra no Organismo

Ao penetrar no corpo humano, e logo nas primeiras


semanas de infecção, o HIV aloja-se nos nódulos
linfáticos, que se tornam reservatórios do vírus -
98% das células de defesa ficam nesses nódulos e
não no sangue: o intestino também é um grande
reservatório dessas células. Nos nódulos linfáticos
encontram-se, no mínimo, 10 vezes mais HIV do
que no sangue. Nestes nódulos, o HIV pode ficar
“inativo” durante muito tempo.
AIDS e o Sexo

O HIV prolifera-se e cresce no sangue, no esperma e nas


secreções vaginais. No entanto, quando está fora desses
ambientes favoráveis, morre em pouco tempo, em questão de
segundos. Durante as relações sexuais com penetração,
ocorrem pequenos ferimentos nos órgãos genitais, que, às
vezes, não são visíveis nem provocam dor.
Esse é o caminho que o HIV percorre para infectar o organismo.
Previna-se da AIDS, no entanto, não é evitar o sexo, deixar de
sentir prazer, aproveitar o que a vida tem de bom, isolar-se
das pessoas, viver relacionamentos sob um efeito terrorista.
Meios de Transmissão

Os únicos meios de transmissão do HIV são o


Sangue, o Esperma, a Secreção Vaginal e o
Leite Materno.
O vírus da Aids também foi encontrado em
secreções corpóreas como o suor, a lágrima e a
saliva, mas nenhuma dessas secreções contém
quantidade de vírus (carga vital) suficiente para
que ocorra a infecção de outra pessoa.
Formas de Transmissão

Como sabemos que os meios de transmissão do HIV são o


sangue, o esperma, a secreção vaginal e o leite materno, as
formas de transmissão são:
 Sexual - Durante a relação sexual com penetração anal,
vaginal ou oral sem camisinha, com pessoas infectadas.
 Sanguínea - Receber sangue contaminado, por meio de
transfusões, usando seringas e agulhas ou materiais
perfurocortantes, inseminação artificial ou transplante de
órgãos.
 Vertical ou Perinatal - Durante a gestação, parto ou
aleitamento, caso a mãe esteja infectada.
Meios e Formas de Prevenção

Como a transmissão do HIV nas relações sexuais é a


mais frequente forma de contaminação, começamos
abordando algumas formas de prevenção por meio
da prática de sexo mais seguro.
A definição de “sexo seguro” é muito ampla.
Cada um deve refletir sobre que comportamento
preventivo quer adotar sem abrir mão de ter prazer e
de práticas gostosas e naturais do ser humano.
Sexo Seguro

Sexo seguro (ou mais seguro) pode significar:


 usar camisinha desde o início da penetração, seja
anal, vaginal ou oral;
 não receber sêmen ejaculado dentro do seu corpo;
 evitar contato oral com a vagina, ânus ou pênis para
uma relação 100% segura;
Sexo Seguro

 não ejacular na boca;


 masturbação a dois;
 carícias;
 massagem;
 abraços, beijos na boca e pelo corpo.
Como não se pega AIDS

 Usando camisinha em todo e qualquer tipo de relação


sexual, seja vaginal, oral ou anal;
 Dando abraço ou beijo em pessoa contaminada;
 Exigindo, nas transfusões, sangue analisado por
exames de laboratório;
 Usando seringas e agulhas descartáveis;
 Exigindo uso de ferramentas médicas e
odontológicas devidamente esterilizadas;
Como não se pega AIDS

 Exigindo a devida higiene de aparelhos de manicure,


acumpuntura, etc.;
 Compartilhando roupas de cama, vaso sanitário ou
utensílios domésticos;
 Nadando na mesma piscina ou sentando na mesma
cadeira usada por pessoa contaminada;
 Sendo picado por inseto;
 Doando sangue (desde que a agulha seja
descartável).
PENSAMENTO

“QUANDO TUDO VAI BEM, NINGUÉM


LEMBRA QUE EXISTE;
QUANDO ALGO VAI MAL, DIZEM QUE
NÃO EXISTE;
QUANDO É PARA GASTAR, ACHA-SE QUE
NÃO É PRECISO QUE EXISTA;
PORÉM, QUANDO REALMENTE NÃO
EXISTE, TODOS CONCORDAM QUE
DEVERIA EXISTIR”.
PENSAMENTO

O RIO ATINGE OS
SEUS OBJETIVOS
PORQUE APRENDEU A
CONTORNAR OS
OBSTÁCULOS.
MUITO OBRIGADO!

BOA GESTÃO A TODOS OS CIPEIROS