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PIS

COFINS
Seguridade Social
CF:
Art. 194 – a seguridade social compreende um conjunto integrado de
ações de iniciativa dos Poderes Públicos e da sociedade, destinadas a
assegurar os direitos relativos à saúde, à previdência e à assistência
social. (…..)
Art. 195 – a seguridade social será financiada por toda a sociedade, de
forma direta e indireta, nos termos da lei, mediante recursos
provenientes dos orçamentos da União, dos Estados, do Distrito
Federal e dos Municípios, e das seguintes contribuições sociais:
I – do empregador, da empresa e da entidade a ela equiparada na forma
da lei, incidentes sobre:
a) A folha de salários e demais rendimentos do trabalho pagos ou
creditados, a qualquer título, a pessoa física que lhe preste serviço,
mesmo sem vínculo empregatício;
b) a receita ou faturamento;
c) O lucro; (…)
CONTRIBUIÇÕES FEDERAIS
Contribuições Sociais incidem:
• Folha de salário e demais rendimentos do
trabalho pagos ou creditados, a qualquer título, à
pessoa física que prestes serviço, mesmo sem
vínculo empregatício (INSS – Lei 8212/91).

• Receita ou faturamento (Cofins – LC 70/91;


PIS – LC 07/70; PASEP – LC 08/70)

• Lucro – (CSL – Lei 7689/88).


Denominação

A denominação do tributo é CONTRIBUIÇÃO SOCIAL


PARA FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL -
COFINS. A seguridade social inclui a saúde, previdência e
assistência social.
Competência cofins

A competência de instituir as contribuições sociais descritas no


art. 149 da CF é da UNIÃO (art.11).
Incidência (Cofins)

Empresas optantes pelo lucro real – sujeitas a cobrança Não-


cumulatividade. (alíquota de 7,6% com direito a créditos)

Demais entidades – continua o sistema cumulativo. (alíquota de


3%sem direito a créditos)
Pessoas Jurídicas não sujeitas a Não-Cumulatividade - mesmo
que tributadas pelo lucro real (Cofins):

 Cujas receitas são decorrentes de operações de venda de


veículos usados, adquiridos para revenda, bem como dos
recebidos como parte do preço da venda de veículos novos ou
usados, quando auferidas por pessoas jurídicas que tenham
como objeto social, declarado em seus atos constitutivos, a
compra e venda de veículos automotores;

 Cujas receitas estão submetidas à sistemática especial de


tributação aplicável ao Mercado Atacadista de Energia Elétrica
(MAE), nos termos dos Arts. 21, 41 e 42 da Instrução
Normativa SRF 247/2002, com redação dada pela Instrução
Normativa SRF 358/2003;
 Cujas receitas são decorrentes da prestações de serviços de
telecomunicação;
 Cujas receitas são decorrentes de venda de jornais e periódicos
e da prestação de serviços das empresas jornalísticas e de
radiodifusão sonora e de sons e imagens;
 Cujas receitas, auferidas a partir de 1o. De fevereiro de 2003,
são decorrentes da venda de bens do ativo permanente;
 Cujas receitas relativas a contratos firmados anteriormente a
31 de outubro de 2003: com prazo.......
 Cujas receitas são decorrentes de prestação de serviços de
transporte coletivo rodoviário, metroviário, ferroviário e
hidroviário de passageiros;
 Cujas receitas são decorrentes de serviços prestados por
hospital, pronto-socorro, clínica médica, odontológica, de
fisioterapia e de fonoaudiologia, e laboratório de anatomia
patológica, citológica ou de análises clínicas, bem como os
serviços de diálise, raio X, radiodiagnóstico e radioterapia,
quimioterapia e de banco de sangue;
 (....)
Não Incidência (Cofins)

Não incidirá sobre as receitas decorrentes das operações de :

 Exportações de mercadorias para o exterior;

 Prestação de serviços para pessoa física ou jurídica


domiciliada no exterior, cujo pagamento represente ingresso
de divisas; e

 Vendas à empresa comercial exportadora com o fim específico


de exportação.
Isenções/Imunidade (Cofins)
Parágrafo 7o. Do art. 195 da CF

 Entidades beneficentes de assistência social que cumpram os


quesitos estabelecidos em lei para o enquadramento com
entidades filantrópicas, tais como:
 Os asilos;
 Os orfanato;
 As santas casas de misericórdia, etc.
 E ainda:
 As microempresas (ME) e as empresas de pequeno porte
(EPP) que optarem pelo Sistema Integrado de Pagamento de
Impostos e Contribuições (SIMPLES);
Isenções/Imunidade(Cofins)

Parágrafo 7o. Do art. 195 da CF

 As associações, os sindicatos, as federações, os organizações


reguladoras de atividades profissionais e demais entidades
classistas;
 As sociedades cooperativas (exceto as cooperativas de
consumo).
CONTRIBUINTE:

 Art. 1o. da LC 70/91


Sujeito passivo : é a pessoa jurídica em geral e a ela
equipara pela legislação do IR, incluindo as instituições
financeiras, construtoras e incorporadoras de imóveis.
BASE DE CÁLCULO (Cofins):

 “Art. 2o. As contribuições para o PIS/Pasep e a Cofins,


devidas pelas pessoas jurídicas de direito privado, serão
calculadas com base no seu faturamento, observadas a
legislação vigente e as alterações introduzidas por esta lei.
Art. 3o. O faturamento a que se refere o artigo anterior
corresponde à receita bruta da pessoa jurídica.
Parágrafo 1o. Entende-se por receita bruta a totalidade das
receitas auferidas pela pessoa jurídica, sendo irrelevante o
tipo de atividade por ela exercida e a classificação contábil
adotada para as receitas”

 O conceito de receita bruta está associada a receita das


vendas ou serviços – legislação tributária e Lei das
Sociedades por Ações, art. 187, I, da lei 6404/76.
Excluem-se da receita bruta:

“I – as vendas canceladas, os descontos incondicionais concedidos, o


Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI e o Imposto sobre
Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações
de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de
Comunicações – ICMS, quando cobrado pelo vendedor dos bens ou
prestador dos serviços na condição de substituto tributário;
II – as reversões de provisões operacionais e recuperações de créditos
baixados como perda, que não representem ingresso de novas
receitas, o resultado positivo de avaliação de investimento pelo
valor do patrimônio líquido e os lucros e dividendos derivados de
investimento avaliados pelo custo de aquisição, que tenha sido
computados como receita;
III – os valores que, computados como receita, tenham sido
transferidos para outra pessoa jurídica, observadas as normas
regulamentadoras expedidas pelo Poder Executivo;
IV – a receita decorrente da venda de bens do Ativo Permanente. (....)”
Alterações da EC 20/98 sobre a base de cálculo:

“Art. 195. A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de


forma direta e indireta, nos termos da lei, mediante recursos
provenientes dos orçamentos da União, dos Estados, do Distrito
Federal e dos Municípios, e dos seguintes contribuições:
I – do empregador, da empresa e da entidade a ela equiparada na
forma da lei incidentes sobre:
a) A folha de salários e demais rendimentos do trabalho pagos ou
creditados, a qualquer título, à pessoa física que lhe preste serviço,
mesmo sem vínculo empregatício; (antes: folha de salários –
conceito da CLT)
b) A receita ou o faturamento; (antes: o faturamento)
c) O lucro”
Exemplo:

Venda de mercadorias 300.000


- Devoluções (50.000)
Vendas Líquidas 250.000
Serviços 50.000 _
Faturamento (tradicional) 300.000
Descontos obtidos 20.000
Juros de mora recebidos 25.000
Resultado de aplicações financeiras 35.000
Operações em Mercados Futuros 20.000 _
Faturamento (conceito fiscal) 400.000
Cofins – Não-Cumulativa

A pessoa jurídica poderá descontar créditos mediante a


aplicação da alíquota de 7,6% sobre o valor:

 De bens adquiridos no mês para revenda, exceto em relação


a mercadorias e aos produtos adquiridos aos quais a
contribuição seja exigida da empresa vendedora
(substituição tributária) ou submetidos à incidência
monofásica do PIS;
 De Bens e serviços adquiridos no mês utilizados como
insumo na fabricação de produtos destinados à venda ou na
prestação de serviços, inclusive combustíveis e lubrificantes;
 Dos aluguéis de prédios, máquinas e equipamentos,
incorridos no mês e pagos à pessoas jurídicas, utilizados nas
atividades da empresa;
 Das despesas financeiras, incorridas no mês, decorrentes de
empréstimos, financiamentos e contrapestações de operações
de arrendamento mercantil de pessoas jurídicas, exceto de
optante pelo SIMPLES;
 Dos encargos de depreciação de máquinas e equipamentos,
adquiridos para utilização na fabricação de produtos
destinados à venda, bem como a outros bens incorporados ao
ativo imobilizado;
 Dos encargos de depreciação e amortização de edificações e
benfeitorias em imóveis de terceiros, quando o custo,
inclusive de mão-de-obra, tenha sido suportado pela
locatária;
 Dos bens recebidos no mês em devolução, cuja receita de
venda tenha integrado faturamento do mês ou de mês
anterior, e tributada conforme o disposto na Lei 10.637/2002;
e
 Da energia elétrica consumida no mês nos estabelecimentos
da pessoa jurídica.
Exemplo

Descrição Valor
Faturamento do mês 4.000.000,00

(-) Bens adquiridos para revenda (300.000,00)

(-) Devoluções (325.000,00)

(-) Aluguéis de prédios, máquinas e equipamentos (58.000,00)

(-) Despesas financeiras (180.000,00)

(-) Encargos de depreciação – máquinas e equipamentos (37.000,00)

Total 2.900.000,00

Cofins a recolher = 7,6% de 2.900,000,00 = 220.400,00


ALÍQUOTA (Cofins):

LC 70/91 (institui a Cofins)


“Art. 2o. A contribuição de que trata o artigo anterior será de
2% (dois por cento) .....”

Lei 9718/98
“Art. 8o. Fica elevada para três por cento a alíquota da
COFINS.”

Lei 10.833/2003
7,6% sobre a receita bruta com direito a crédito (não-
cumulatividade).
3% sobre a receita bruta (cumulatividade).
Denominação

A denominação do tributo é PROGRAMA DE


INTEGRAÇÃO SOCIAL - PIS. Contribuição com o
objetivo de financiar a seguridade social (inclui a saúde,
previdência e assistência social).
Competência

A competência de instituir as contribuições sociais descritas no


art. 149 da CF é da UNIÃO (art.11).
Incidência (PIS/PASEP)

Empresas optantes pelo lucro real – sujeitas a cobrança Não-


cumulatividade. (alíquota de 1,65% com direito a créditos)

Demais entidades – continua o sistema cumulativo. (alíquota de


0,65% sem direito a créditos)
Pessoas Jurídicas não sujeitas a Não-Cumulatividade - mesmo
que tributadas pelo lucro real (PIS/PASEP):

 Cujas receitas são decorrentes de operações de venda de


veículos usados, adquiridos para revenda, bem como dos
recebidos como parte do preço da venda de veículos novos ou
usados, quando auferidas por pessoas jurídicas que tenham
como objeto social, declarado em seus atos constitutivos, a
compra e venda de veículos automotores;

 Cujas receitas estão submetidas à sistemática especial de


tributação aplicável ao Mercado Atacadista de Energia Elétrica
(MAE), nos termos dos Arts. 21, 41 e 42 da Instrução
Normativa SRF 247/2002, com redação dada pela Instrução
Normativa SRF 358/2003;
 Cujas receitas são decorrentes da prestações de serviços de
telecomunicação;
 Cujas receitas são decorrentes de venda de jornais e periódicos
e da prestação de serviços das empresas jornalísticas e de
radiodifusão sonora e de sons e imagens;
 Cujas receitas, auferidas a partir de 1o. De fevereiro de 2003,
são decorrentes da venda de bens do ativo permanente;
 Cujas receitas relativas a contratos firmados anteriormente a
31 de outubro de 2003: com prazo.......
 Cujas receitas são decorrentes de prestação de serviços de
transporte coletivo rodoviário, metroviário, ferroviário e
hidroviário de passageiros;
 Cujas receitas são decorrentes de serviços prestados por
hospital, pronto-socorro, clínica médica, odontológica, de
fisioterapia e de fonoaudiologia, e laboratório de anatomia
patológica, citológica ou de análises clínicas, bem como os
serviços de diálise, raio X, radiodiagnóstico e radioterapia,
quimioterapia e de banco de sangue;
 (....)
Não Incidência (PIS/PASEP)

Não incidirá sobre as receitas decorrentes das operações de :

 Exportações de mercadorias para o exterior;

 Prestação de serviços para pessoa física ou jurídica


domiciliada no exterior, cujo pagamento represente ingresso
de divisas; e

 Vendas à empresa comercial exportadora com o fim específico


de exportação.
Isenções/Imunidade (PIS/PASEP)
Parágrafo 7o. Do art. 195 da CF

 Entidades beneficentes de assistência social que cumpram os


quesitos estabelecidos em lei para o enquadramento com
entidades filantrópicas, tais como:
 Os asilos;
 Os orfanato;
 As santas casas de misericórdia, etc.
 E ainda:
 As microempresas (ME) e as empresas de pequeno porte
(EPP) que optarem pelo Sistema Integrado de Pagamento de
Impostos e Contribuições (SIMPLES);
Isenções/Imunidade (PIS/PASEP)

Parágrafo 7o. Do art. 195 da CF

 As associações, os sindicatos, as federações, os organizações


reguladoras de atividades profissionais e demais entidades
classistas;
 As sociedades cooperativas (exceto as cooperativas de
consumo).
CONTRIBUINTE:

 Art. 1o. da LC 70/91


Sujeito passivo : é a pessoa jurídica em geral e a ela
equipara pela legislação do IR, incluindo as instituições
financeiras, construtoras e incorporadoras de imóveis.
BASE DE CÁLCULO (PIS/PASEP):

 “Art. 2o. As contribuições para o PIS/Pasep e a Cofins,


devidas pelas pessoas jurídicas de direito privado, serão
calculadas com base no seu faturamento, observadas a
legislação vigente e as alterações introduzidas por esta lei.
Art. 3o. O faturamento a que se refere o artigo anterior
corresponde à receita bruta da pessoa jurídica.
Parágrafo 1o. Entende-se por receita bruta a totalidade das
receitas auferidas pela pessoa jurídica, sendo irrelevante o
tipo de atividade por ela exercida e a classificação contábil
adotada para as receitas”

 O conceito de receita bruta está associada a receita das


vendas ou serviços – legislação tributária e Lei das
Sociedades por Ações, art. 187, I, da lei 6404/76.
Excluem-se da receita bruta:

“I – as vendas canceladas, os descontos incondicionais concedidos, o


Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI e o Imposto sobre
Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações
de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de
Comunicações – ICMS, quando cobrado pelo vendedor dos bens ou
prestador dos serviços na condição de substituto tributário;
II – as reversões de provisões operacionais e recuperações de créditos
baixados como perda, que não representem ingresso de novas
receitas, o resultado positivo de avaliação de investimento pelo
valor do patrimônio líquido e os lucros e dividendos derivados de
investimento avaliados eplo custo de aquisição, que tenha sido
computados como receita;
III – os valores que, computados como receita, tenham sido
transferidos para outra pessoa jurídica, observadas as normas
regulamentadoras expedidas pelo Poder Executivo;
IV – a receita decorrente da venda de bens do Ativo Permanente. (....)”
Alterações da EC 20/98 sobre a base de cálculo:

“Art. 195. A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de


forma direta e indireta, nos termos da lei, mediante recursos
provenientes dos orçamentos da União, dos Estados, do Distrito
Federal e dos Municípios, e dos seguintes contribuições:
I – do empregador, da empresa e da entidade a ela equiparada na
forma da lei incidentes sobre:
a) A folha de salários e demais rendimentos do trabalho pagos ou
creditados, a qualquer título, à pessoa física que lhe preste serviço,
mesmo sem vínculo empregatício; (antes: folha de salários –
conceito da CLT)
b) A receita ou o faturamento; (antes: o faturamento)
c) O lucro”
Exemplo:

Venda de mercadorias 300.000


- Devoluções (50.000)
Vendas Líquidas 250.000
Serviços 50.000 _
Faturamento (tradicional) 300.000
Descontos obtidos 20.000
Juros de mora recebidos 25.000
Resultado de aplicações financeiras 35.000
Operações em Mercados Futuros 20.000 _
Faturamento (conceito fiscal) 400.000
PIS/PASEP – Não-Cumulativa

A pessoa jurídica poderá descontar créditos mediante a


aplicação da alíquota de 1,65% sobre o valor:

 De bens adquiridos no mês para revenda, exceto em relação


a mercadorias e aos produtos adquiridos aos quais a
contribuição seja exigida da empresa vendedora
(substituição tributária) ou submetidos à incidência
monofásica do PIS;
 De Bens e serviços adquiridos no mês utilizados como
insumo na fabricação de produtos destinados à venda ou na
prestação de serviços, inclusive combustíveis e lubrificantes;
 Dos aluguéis de prédios, máquinas e equipamentos,
incorridos no mês e pagos à pessoas jurídicas, utilizados nas
atividades da empresa;
 Das despesas financeiras, incorridas no mês, decorrentes de
empréstimos, financiamentos e contrapestações de operações
de arrendamento mercantil de pessoas jurídicas, exceto de
optante pelo SIMPLES;
 Dos encargos de depreciação de máquinas e equipamentos,
adquiridos para utilização na fabricação de produtos
destinados à venda, bem como a outros bens incorporados ao
ativo imobilizado;
 Dos encargos de depreciação e amortização de edificações e
benfeitorias em imóveis de terceiros, quando o custo,
inclusive de mão-de-obra, tenha sido suportado pela
locatária;
 Dos bens recebidos no mês em devolução, cuja receita de
venda tenha integrado faturamento do mês ou de mês
anterior, e tributada conforme o disposto na Lei 10.637/2002;
e
 Da energia elétrica consumida no mês nos estabelecimentos
da pessoa jurídica.
Exemplo

Descrição Valor
Faturamento do mês 4.000.000,00

(-) Bens adquiridos para revenda (300.000,00)

(-) Devoluções (325.000,00)

(-) Aluguéis de prédios, máquinas e equipamentos (58.000,00)

(-) Despesas financeiras (180.000,00)

(-) Encargos de depreciação – máquinas e equipamentos (37.000,00)

Total 2.900.000,00

PIS/PASEP a recolher = 1,65% de 2.900,000,00 = 47.850,00


ALÍQUOTA (PIS/PASEP):

LC 07/70 (institui o PIS) e LC 08/70 (institui o PASEP)


0,75% sobre o faturamento, recolhimento semestral.

Decreto-leis 2.445/88 e 2.499/88


0,65% sobre a receita bruta (faturamento + receitas financeiras
+ variação monetárias ativas) e recolhimento mensal.

Lei 10.637/2002
0,65% sobre o faturamento (definido no art.3o. da Lei 9.718/98 -
cumulatividade)
1% sobre a folha de salário (entidades sem fins lucrativos)
1,65% sobre o faturamento (definido no art. 3o. Da Lei 9.718/98
– não-cumulatividade) com direito a créditos.
RESPONSÁVEL: (PIS/PASEP e Cofins)

 É responsável, por substituição, a pessoa jurídica ou


equiparado, em relação às operações anteriores,
concomitantes ou posteriores às saídas que promover, nas
hipóteses e condições estabelecidas pela SRF.
CONCEITO

 A substituição tributária é o instituto pelo qual


a legislação transfere a responsabilidade de
recolhimento do imposto para terceiro, que
não deu causa ao fato gerador.
OBJETIVO DA SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA -
INTERESSE

Facilidade na fiscalização, pois


normalmente as mercadorias têm
pequeno número de fabricantes e
grande número de atacadistas e
varejista.
MODALIDADES
A substituição tributária para trás, denominada
diferimento, acontece quando o recolhimento do
imposto é adiado para um momento futuro,
transferindo a responsabilidade deste imposto para
terceiro.
Consiste a substituição tributária para frente em
obrigar alguém a pagar, não apenas o imposto
atinente à operação por ele praticada, mas, também,
o relativo à operação ou operações posteriores.
Substituição Tributária Concomitante - Se
caracteriza pela atribuição da responsabilidade pelo
pagamento do imposto a outro contribuinte, e não
aquele que esteja realizando a operação/prestação,
concomitantemente a ocorrência do fato gerador
SUJEITO PASSIVO
a) Substituto é aquele a quem a legislação obriga a
fazer a retenção do imposto referente às
operações anteriores ou posteriores.

b) Substituído é aquele que deixa de recolher o


imposto por ter a obrigação sido repassada ao
contribuinte substituto.
CONTABILIZAÇÃO DAS CONTRIBUIÇÕES:

 Tanto no regime cumulativo como no não-cumulativo, as


contribuições incidentes sobre o faturamento deverão ser
contabilizadas a débito nas contas “Cofins sobre Vendas” e
“PIS/PASEP sobre Vendas”, do grupo de contas do
resultado para determinar a receita líquida do período e a
crédito, respectivamente, das contas “Cofins a recolher”e
“PIS/PASEP a Recolher” integrantes do Passivo Circulante.
Exemplo

Faturamento – base de cálculo das Contribuições

Receita Bruta 100.000,00

(-) Vendas Canceladas (13.000,00)

(-) Descontos Incondicionais (7.000,00)

Base de Cálculo das Contribuições 80.000,00


Exemplo

Base de Cálculo = 80.000,00

Cumulativa Não-Cumulativa

PIS/PASEP 520,00 1.320,00


(0,65% ou 1,65%)
Cofins 2.400,00 6.080,00
(3% ou 7,6%)
total 2.920,00 7400,00
1 – Contabilização das Saídas - cumulatividade
D C

PIS (dedução da Receita Bruta) 520,00

PIS a Recolher (Passivo Circulante) 520,00

Cofins (dedução da Receita Bruta) 2.400,00

Cofins a Recolher (Passivo Circulante) 2.400,00


1 – Contabilização das Saídas – não-cumulatividade
D C

PIS (dedução da Receita Bruta) 1.320,00

PIS a Recolher (Passivo Circulante) 1.320,00

Cofins (dedução da Receita Bruta) 6.080,00

Cofins a Recolher (Passivo Circulante) 6.080,00


Entradas – base de cálculo das Contribuições

Custo das Mercadorias 45.000,00

Despesas Financeiras 5.000,00

Depreciação 10.000,00

Base de Cálculo das Contribuições 60.000,00


Exemplo

Base de Cálculo = 60.000,00

Não-Cumulativa

PIS/PASEP (1.320,00 de saída) 990,00


(1,65%)
Cofins (6.080,00 de saída)4.560,00
(7,6%)
total 5.550,00
1 – Contabilização das entradas – não-cumulatividade
D C

PIS a Recuperar (Ativo Circulante) 990,00

PIS sobre Entradas (Resultado) 990,00

Cofins a Recuperar (Ativo Circulante) 4.560,00

Cofins sobre entradas (Resultado) 4.560,00


1 – Contabilização da apuração – não-cumulatividade
D C

PIS a Recolher (Passivo Circulante) 990,00

PIS a Recuperar (Ativo Circulante) 990,00

Cofins a Recolher (Passivo Circulante) 4.560,00

Cofins a Recuperar (Ativo Circulante) 4.560,00


1 – Contabilização da apuração – não-cumulatividade

PIS a Recolher (Passivo Circulante) 1.320,00 -990,00 = 330,00

Cofins a Recolher (Passivo Circulante) 6.080,00 – 4.560,00 = 1.520,00